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Thursday, April 14, 2016

PROXIMA TERTULIA DO BAR DO ALEM COM ALMOÇO DEBATE................16 de ABRIL:

......PROXIMA TERTULIA DO BAR DO ALEM COM ALMOÇO DEBATE......16 de ABRIL:

Menu- Entradas variadas, Caril de Frango com papari, arroz e salada, sobremesa surepresa, cafe, vinho da região, e sumos/refrigerantes. 

Orador, Engº Vítor Feria, Presidente da Sociedade Espirita Portuguesa: O Movimento espirita. No Bar do Alem, Alenquer, EN Nº 9, Km 94, as 12h.

 Almoço completo tudo incluído 20€/pax, confirmação de inscrição com transferência IBAN. PT50.0033.0000.4541.5435.89105
ver entrevista no YOU TUBE 
...
TEXTO DE APOIO DA WIKIPEDIA
-- WEB SITE DA Federaçao Espirita Portuguesa http://feportuguesa.pt
Espiritismo no mundo[editar | editar código-fonte]
De 1857, ano do lançamento do Livro dos Espíritos, a 1869, ano do falecimento de Kardec, o Espiritismo conseguiu 7 milhões de adeptos.[1] Segundo dados do ano 2005, o Espiritismo possui cerca de 15 milhões de adeptos ao redor do mundo,[2] e segundo dados do ano 2010, o Brasil - país com mais adeptos[3] - conta com cerca de 3,8 milhões de espíritas.[4] [5] O Conselho Espírita Internacional (CEI) tem 36 países membros, sendo eles: Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, França, Guatemala, Holanda, Honduras, Irlanda[6] , Itália, Japão, Luxemburgo[7] , México, Moçambique[8] , Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça, Uruguai e Venezuela.[9]
Na Polônia, no Japão e na Hungria o nascimento de um movimento espírita está acontecendo graças ao empenho de alguns espíritas esperantistas que vêm, num esforço contínuo, porém incansável, traduzindo do esperanto para as suas respectivas línguas os livros de Allan Kardec (cinco livros básicos) e outros tidos como subsidiários, quais sejam: "Memórias de um suicida", "Nosso Lar", "Filigranas de Luz", "Ação e Reação" etc.
No Brasil, segundo o Censo demográfico de 2010, é o terceiro maior grupo religioso do País. Os espíritas são, também, o segmento social que têm maior renda e escolaridade, segundo os dados do mesmo Censo. O Espiritismo cresceu do ano de 2000 até 2010, com um expressivo aumento de mais de 60% de seguidores, passando de 2,3 milhões para 3,8 milhões de seguidores,[4] tendo a maioria destes, idades entre 50 e 59 anos (3,1%), e na comparação com as demais posições em relação a religião, tendo o maior número de pessoas com taxa de alfabetização (98,6%), ensino superior completo (31,5%) e rendimento acima de 5 salários mínimos (19,7%), além das menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com ensino fundamental incompleto (15,0%).[5] [10] O IBGE trata os termos Kardecismo e Espiritismo como equivalentes em sua classificação censitária.[11]
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A FEP - Federação Espírita Portuguesa tem em mãos a edição de muitos títulos de livros, de diversos…
youtube.com

Monday, April 20, 2015

TERTULIA de 23 de MAIO sobre Os Obreiros da construção do GRANDE OCIDENTE com NUNO GONÇALVES



 
 
 

Tertúlia DIA 23 de maio AS 12H
Alenquer
Bar do Alem
(Sala de convívio do Alenquer Camping)
Orador Nuno Gonçalves
Tema: os Obreiros do Grande Ocidente

Moderador: Luís Nandin de Carvalho
Almoço debate: 
Inscrições limitadas 20€/pax
Menu: Entradas variadas, prato principal, bacalhau com natas e salada, sobremesa surpresa,
refrigerante e Vinho da Região Demarcada de Alenquer, café
Reservas com pagamento da inscrição
NIB:0033 0000 4541 5435 89105


Informação sobre o Orador e sobre o tema: facebook
https://www.facebook.com/pages/Os-Obreiros-do-Grande-Ocidente/498582996940056 


Bem poucos são ainda os que sabem que a Grande Pátria Lusófona – Goa, Portugal e Brasil, com os seus satélites continentais e insulares – encabeça no presente a mecanogénese secreta das civilizações rumo ao futuro. É verdade. O Arquétipo Universal do Quinto Império do Espírito Santo temporalmente forjado no decorrer da Diáspora Marítima Lusitana, aguarda agora os dias da sua realização integral. Assim o dita a Última Grande Revelação quanto ao futuro imediato do mundo, proferida e redigida na língua de Camões, e que nós temos o privilégio de conhecer e de aqui partilhar, porquanto bem poucos são ainda os que sabem… 

"Os Obreiros do Grande Ocidente" é uma obra original de índole cultural-espiritualista, em que é abordado o Itinerário da Alma Coletiva da Humanidade através das civilizações a caminho da consumação de uma nova Idade de Ouro. Dando como ponto de partida os dois berços indeléveis (no âmbito da civilização pós-atlante) das diversas correntes esotéricas hoje estudadas – Índia e Egipto –, o discurso pretende levar o leitor a entender a relevância da “pátria universal lusófona” – mormente Portugal e o Brasil – no âmbito da mecanogénese civilizacional do Orbe, cujo escopo capital reside, em última análise, na implementação da Sinarquia Universal. O contributo inestimável dos Iniciados lusófonos não é aqui ineditamente discorrido, mas ainda assim são apresentados durante o discurso elementos relevantes e complementares relativamente ao pouco que já foi escrito a respeito. Apresentando reiteradas propostas de âmbito reformista no quadro do paradigma sociopolítico atual, o autor abdica de todo e qualquer reconhecimento meritório face ao discurso que, apesar de sua lavra, foi construído sob uma perspetiva transpessoal, intentando assim fazer jus à necessidade urgente em substituir o sentido de egoidade individualista pelo de Unidade Fraternal. 
 



https://lh3.googleusercontent.com/-7TIfnMR8gb4/VTVABvjv_VI/AAAAAAAAVG8/ENaSVrDhgrs/h120/transferir.jpg texto de apoio
(wikipedia)



Elena Petrovna Blavatskaya (em russo: Елена Петровна Блаватская, Ekaterinoslav, Império Russo, atualmente na Ucrânia, 30 de julho - 31 de julho de 1831 (c. juliano) (12 de agosto de 1831 (c. gregoriano))Londres, 8 de maio de 1891), mais conhecida como Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, foi uma prolífica escritora russa, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e cofundadora da Sociedade Teosófica.[1]
Personalidade complexa, dinâmica e independente, desde pequena Elena Blavatskaya mostrou possuir um caráter forte e dons psíquicos incomuns, e logo em torno dela se formou um folclore doméstico. Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e nesse intervalo alegou ter passado por inúmeras experiências fantásticas, entrado em contato com vários mestres de sabedoria ou mahatmas e deles recebido na condição de discípula um treinamento especial para desenvolver seus poderes paranormais de forma controlada, a fim de que pudesse servir-lhes de instrumento para a instrução do mundo ocidental. A partir de 1873 iniciou sua carreira pública nos Estados Unidos, e em pouco tempo se tornou uma figura tão celebrada quanto polêmica. Exibiu seus poderes psíquicos para grande número de pessoas, deslumbrando a muitos e despertando o ceticismo em outros, que não raro a acusaram de embuste, muitas vezes com boas evidências para tal. Entretanto, em muitos outros casos seus poderes pareceram autênticos. A controvérsia a acompanhou por todo o resto de sua vida e ainda hoje está acesa. Nos Estados Unidos estabeleceu uma duradoura aliança de trabalho e companheirismo com Henry Olcott, com quem fundou a Sociedade Teosófica, e em 1877 Blavatsky publicou sua primeira obra importante, Ísis sem Véu, já tendo escrito antes inúmeros artigos. Pouco depois ela e Olcott transferiram a sede da Sociedade para a Índia, e passaram a viver lá, até que um incidente, o Caso Coulomb, abalou gravemente sua reputação internacional, quando foi declarada culpada de fraude num relatório publicado pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. Voltou então para a Europa, onde continuou escrevendo e divulgando a Teosofia. Seus anos finais foram difíceis, estava frequentemente adoentada e envolvida em discussões públicas, tinha de administrar a Sociedade que fundara e que crescia rapidamente, e a quantidade de trabalho que se impunha era enorme. Mesmo assim pôde concluir seu livro mais importante, A Doutrina Secreta, uma síntese de História, Ciência, Religião e Filosofia, e deixar outras obras de relevo, além de profusa correspondência e grande coleção de artigos e ensaios.[1]
Blavatsky surgiu em um momento histórico em que a religião estava sendo rapidamente desacreditada pelo avanço da Ciência e da Tecnologia, e que testemunhou o nascimento de uma série de escolas de ocultismo ou de pensamento alternativo, muitas delas com base conceitual pouco firme ou desenvolvendo práticas apenas intuitivas, que ganhavam grande número de adeptos em virtude do fracasso do Cristianismo em fornecer explicações satisfatórias para várias questões fundamentais da vida e sobre os processos do mundo natural. A importância da contribuição de Blavatsky foi então reafirmar o divino, mas oferecendo caminhos de diálogo com a Ciência e tentando purgar a Religião institucionalizada de seus erros seculares, combatendo o dogmatismo e a superstição de todos os credos e incentivando a pesquisa científica, o pensamento independente e a crítica da cega através da razão. Lutou contra todas as formas de intolerância e preconceito, atacou o materialismo e o ceticismo arrogante da ciência, e pregou a fraternidade universal. Sem pretender fundar uma nova religião, sem reivindicar infalibilidade nem se intitulando proprietária ou autora das ideias que trouxe à luz, apresentou ao mundo ocidental uma síntese de conceitos, técnicas e interpretações de uma grande variedade de fontes filosóficas, científicas e religiosas do mundo, antigas e modernas, organizando-as em um corpo de conhecimento estruturado, lógico e coerente que compunha uma visão grandiosa e positiva do universo e do homem. Com isso a Teosofia se tornou, ainda que contestada por vários críticos, um dos mais bem sucedidos sistemas de pensamento eclético da história recente do mundo, unindo formas antigas e novas e provendo pontes entre vários mundos diferentes - sabedoria antiga e pragmatismo moderno, oriente e ocidente, sociedade tradicional e reformas sociais. Influenciou milhares de pessoas em todo o mundo desde que apareceu, desde a população comum a estadistas, líderes religiosos, literatos e artistas, e deu origem a um sem-número de seitas e escolas de pensamento derivativas.[2]

Thursday, September 06, 2012

A VIDA PARA ALEM DA MORTE..tema do..sucesso da tertulia do Bar do Alem dia 29 .09.2012

(aspecto parcial da assistencia)
Decorreu na presença record de 54 participantes, com lotaçao esgotada e grande sucesso o início do 13º ano de atividade da TERTULIA DO BAR DO ALEM criada em Alenquer a Outubro de 2002 e desde então com reuniões regulares, sempre a um sábado de manhã pelas 12h,  seguidas de almoço e que são noticiadas aos membros da tertulia que se pdoem inscrever grrtuitamente pelo emial: bar.do.alem@gmail.com
 
(antes do início da reunião)
O orador, Dr. João Jacinto, médico ortopedista e cirurgião, membro da Associação Internacional Medica Espirita, espôs com muito interesse a tematica propsota e respondeu amplamente a dezena de questões que os interessados participantes lhe colocaram, prosseguindo o debate depois ao almoço e até quase as 16.30h. No final deste texto encontram-se links sobre o tema abordado.
(assistencia)
As fotos que se publicam evidenciam o clima de empatia entre os participantese a generosidade com que paraticiparam em mais este evento da Tertúlia do Bar do Além, em Alenquer, que prossegue o aprofundamento do tema da reencarnaçao das almas/espiritos já no proximo dia 27 de Outubro.
 
Orador e moderador na mesa da conferencia
(a mesa do orador)
(as mesas da sala 2)
( mesa 1 do Telheiro)
(mesa 2 do Telheiro)

Foi este o texto de divulgação da inciativa desta tertúlia:
 

CONVITE e INFORMAÇÃO
sabado 29 de Setembro as 12h no Alenquer Camping em ALENQUER
TERTULIA DO BAR DO ALEM
TEMA: A VIDA PARA ALEM DA MORTE
ORADOR: DR. JOAO JACINTO (M.M. medico e espirita)
MODERADOR: Nandin de Carvalho
 
 
.........NOTAS.......
ALMOÇO tudo incluido 17.50/pessoa (com IVA a 23%). Refeição completa.
entradas variadas,   prato principal, sobremesa surpresa, vinho da região e cafe
informar restriçoes alimentares no momento da inscrição.

LOTAÇAO LIMITADA
Inscrições preferencialmente por mail: bar.do.alem@gmail.com ou telefone 213552070 (horas de expediente). No momento da reserva deve ser feito o   pagamento do almoço para o NIB do BCP da AGIRDIN LDA: 0033 0000 4541 5435 8910   5

LOCAL:
Bar do Alem
Alenquer CAmping
EN nº 9, KM 94
mapa na internet em www.dosdin.pt/camping/Alenquer

BIBLIOGRAFIA DE FONTES DA INTERNET  Sem qualquer compromisso de fiabilidade:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida_ap%C3%B3s_a_morte
http://www.1000questions.net/pt/vimor-pt.html
http://www.artigos.com/artigos/sociais/sociedade/a-vida-e-a-morte-6138/artigo/
http://www.amara.pt/amara/apresentacao.php
http://www.triada.com.br/espiritualidade/espiritismo/aq173-203-458-1-vida-apos-a-morte-o-paraiso-espirita.html
http://www.mundoespiritual.com.br/vida.alem.da.morte.htm
http://www.forumespirita.net/fe/reencarnacao/ha-vida-depois-da-morte/

Sunday, December 26, 2010

Matrizes, Profecias, Predições e Interrogações sobre o ano de 2011 na Tertúlia do Bar do Além, 11º ano do III milénio dia 29, em Janeiro


Texto de apoio
para almoço-debate com João Fernandes,
dia 29 de Janeiro as 12h, na Tertúlia do Bar do Além
(inscrições abertas para bar.do.alem@gmail.com)


(MISSÃO DE PORTUGAL)

- Mafalda, Matilde ou Mahaut Mulher, filha ou neta de Afonso Henriques (?)
e Madrinha da Nova Europa?

Antes de entrarmos neste tema, no que tem de desconhecido mas à vista de todos, talvez por isso não exista oculto, convinha uma sensibilidade prévia para visualizarmos a complexidade de Matrizes que regem o Universo, manifestadas em todos os Reinos da nossa Natureza.

Ao nível do planeta Terra, como dizem os Textos Sagrados dos principais Credos de Fé, toda a Construção é, basicamente, quaternária. Assim desde o Paraíso Celeste (Genesis 2,10) ao coração humano, dos pontos cardeais a 2 equinócios e 2 solstícios, tudo assenta num quadrado cíclico e evolutivo, como a criança-jovem-adulto-idoso.

Da simbologia dos 4 Evangelistas aos 4 Elementos (Terra, Água, Fogo e Ar), tudo já os Antigos o diziam na Esfinge: Homem, Águia, Touro e Leão. Esta Construção básica integra-se na Matriz Universal septenária e principal, numérica e cíclica, sendo exemplos os 7 Véus Celestes ou do Tabernáculo que retinha a Arca da
Santa Aliança, como os 7 dias do Tempo ou da semana, dos ciclos das Raças ou do ser humano, no ternário de 7: infância-7 anos-puberdade-14 anos-maturidade-21 anos.

Estas matrizes estáticas complementam-se com muitas outras, periódicas e oscilantes, como as solares e lunares, emergentes delas mesmas, onde o Sol obedece ao factor 11(4+7) e a Lua ao factor 28 (4x7). Assim os picos solares simples são de 11 em 11 anos e o ciclo lunar de 28 em 28 dias, completa-se aos 28 anos e fecha-se aos 60 anos no tempo terrestre contado, como o fazem os Orientais nos seus horóscopos lunares.

Certo é que só fazemos anos no mesmo dia após 28 anos, com uma reforma aos 60 anos, de vida ou trabalho, tanto o tempo que os Reis Filipes usurparam a Coroa de Portugal, caindo por isso o seu Império com as Filipinas, sequente ao Tratado de Paris de 1898, 700 anos depois da Ordem Teutónica ter sido fundada em Jerusalém.

Nascemos com o mínimo de 7 luas (normal 9) e assim se regem as marés como a Água do ventre materno. Temos 8 ossos principais e um peso assente em 2 pés de 28 ossos.

A matriz básica quaternária gera a matriz de base 10, sendo 4=10 (4+3+2+1=10), a qual expandida por si mesma forma a matriz astral de base 40 (4x10) que rege a Manifestação Astral principal da Terra. As divisões litúrgicas mundiais assim estão estruturadas, 40 dias antes ou depois dos 2 equinócios e solstícios, como o octógono de fecho das Catedrais, em tempo: 1 e 22 de Agosto, 1 e 11 de Novembro, 1 e 11 de Fevereiro, 1 e 22 de Maio. São os 40 anos no deserto, com Moisés, os 40 dias no deserto, com Cristo, tantos os dias que vão da Sua Ressurreição à Ascensão, das Cinzas do Mundo à Páscoa. É o imaginário infantil de Ali-Bábá e os 40 Ladrões, mas também a realidade médica da quarentena ou o período da Quaresma.

Para terminar esta introdução, facilitando o que irá ser dito sobre Portugal, esta matriz integrada gravita com a sua cambiante dual solar, Arcânica Maior de 22 Elementos (11x2), como já expressava o Livro de Thot ou o Tarot de 22 Cartas, mesmo as 22 letras hebraicas, regendo-se Portugal pelo Arcano Maior 17, daí o seu maior Pico, a Serra da Estrela. Nas Ilhas, o maior Pico não deve ter nome, pois é só Pico da mesma Estrela.

Finalmente, só para situar as matrizes principais integradas, há a englobante de 12 polaridades criativas (4x3), da célula à galáxia, da matéria à anti-matéria, do ADN quaternário que é decimal (uma molécula é constituída por 1 açúcar, com 5 carbonos e 4 bases, 1+5+4=10, ou seja 4=10), composto de Adenina, Guanina, Timina e Citosina, agregadas 2 a 2, como estão os equinócios e solstícios.

O genoma humano, a engenharia genética, obedece a todas estas Matrizes, sendo o ser humano uma estrutura Arcanica de 22 cromossomas, adicionado de polaridade X ou Y, uma vida a gerar em 23x2=46, ou seja de novo 4+6=10.

Tudo o que vos acabo de dizer é uma síntese do que mais desenvolvidamente publiquei em dois livros, editados pela Editora Hugin: Portugal Iluminado e O Despertar do Ser. Vamos entrar no nosso tema: A Missão de Portugal.

Portugal é o único país do Mundo com uma independência quaternária. Assim: a Batalha de São Mamede, ocorrida em Dia de São João Baptista ( 24 de Junho), no tempo de 1128, ano do Concílio de Troyes, com a Nova Ordem Templária, onde o europeísta São Bernardo de Clairvaux tentou, sem êxito, criar uma nova
Europa. Tal sonho jaz, em arquétipo, em Tarouca, na Serra da Barrosa, guardado pela Cavalaria Celeste, aguardando então o Santo Cirita já a semente da Casa-Mãe cisterciense. Os dois países que mais apoiaram o Concílio de Troyes foram Portugal e a Grã-Bretanha, para além da França.

A Batalha de Ourique, a 25 de Julho de 1139, Dia de Sant’Iago, hoje Dia do Exército de Portugal, cujas Armas têm duplamente escrito Por Portugal e São Jorge, data da independência mística do país, discutindo-se por isso o seu local, onde o mito da visão Crística faz ordenar o primeiro Grão-Mestre da Ordem do Templo. A raiz OUR é também escrita em OURÉM, LOURDES e LOURES, último lugar este da revolta de 4/5 de Outubro de 1910, ano da morte do Rei inglês Eduardo VII, o local de Lisboa contíguo à Rotunda, onde se implantou a estátua do Marquês de Pombal, nascido a 13 de Maio, destituído em 1777 e
falecendo a 11 de Novembro de 1782.

O Tratado de 4/5 de Outubro de 1143, independência em relação à vassalagem perante Afonso VII,  passando-se à esfera de Roma, com o Papa Lúcio II, redigida pelo Cardeal Guido de Vico. O Tratado ou Consagração definitiva do Reino, com o Papa Alexandre III, a 23 de Maio de 1179, a independência religiosa das nossas Arquidioceses, um litígio de 36 anos após 1143, sendo o principal Braga-Toledo, o qual também dizia respeito às tutelas das Ordens Religiosas e Militares.

Duas Batalhas e dois Tratados são o Quadrado de Portugal, traçado por Henriques e perdido por Henrique ao fim de 17 Reis, desaparecendo o 16º Rei, D. Sebastião.

Finda a Monarquia ao fim de mais outros 17 Reis ( ao todo 34=7, tantas as semanas do tempo liturgico), desaparecendo o 33º Rei, não sendo posto em trono o Infante Afonso Henriques, mas sim D. Manuel II, um casamento de esterilidade adivinhada.

Falta um Presidente da República (o actual) para atingirmos outro ciclo, com 17 Presidentes. A quadratura perfeita de nascimento de D. Afonso Henriques, em 1111, é similar à quadratura de missão de Mendes Cabeçadas, agora com a IV República que ainda é a III por erro histórico de Salazar em 1958:

Mendes Cabeçadas, Comandante do Adamastor, em 5 de Outubro de 1910, a I República.  Mendes Cabeçadas, da Junta de 28 de Maio de 1926, a II República, iniciada com o General Gomes da Costa e acabada com a inversão de Costa Gomes. Mendes Cabeçadas, da Junta de 10 de Abril de 1946, do que seria a III República, de novo falhada em 1958, com Humberto Delgado, assassinado 7 anos depois. Mendes Cabeçadas, ex CEMGFA(....)

A República Portuguesa nasce com o ano do Cometa que assustou o Mundo, começando a nova Europa com Halley de novo, após 1986. Mas a Exposição de Paris de 1910 trouxe a Mensagem da Ciência ao Mundo, sendo disso expressão o nome do cientista português Ventura Terra que lá esteve com Raul Lino.

 A República de 4/5 de Outubro de 1910, ano da morte do Rei Eduardo VII, sendo a mesma Matriz de 4/5
de Outubro de 1143, está ligada à Matriz mais pura da Terra : a cidade mítica da nova Jerusalém Celeste. Caiu a Jerusalém Terrestre a 4/5 de Outubro de 1187, às mãos de Saladino, uma matriz menor de 10 anos após a nossa independência religiosa de 1179.

Esta Matriz Espiritual é a mais solta e a mais repetida, posta à disposição dos governantes que a não cumprem, por ser a mais difícil de conduzir. Assim foi com Péricles, Alexandre, Aníbal, Júlio César e Augusto, Clóvis, Carlos Magno, Otão I e III, Carlos V, Napoleão, Hitler, a bipolaridade EUA-URSS, sonhos de um Planeta unido. Apenas Portugal, de 1415 até 1515, de D. Nuno Álvares Pereira a Afonso de
Albuquerque, teve 100 anos de globalização espiritual dos Povos, graças à raiz do primeiro europeísta do milénio: São Bernardo de Clairveaux.

D. Manuel I destruiu todo este edifício, antes já ameaçado com o gestor dos Descobrimentos Fernão Gomes, um mercantilista feroz expulso por D. João II. Este Rei chamou cientistas e Cavaleiros estrangeiros, aqui destacando alemães e judeus, como antes destacaria árabes e genoveses, tudo numa raiz de talassocracia cretense, herdeira da civilização egípcia. Portugal mantêm a Estátua de Afonso de Albuquerque em frente ao Palácio de Belém, o nome da cidade do Médio Oriente, da Mensagem Crística. O desastre do reinado de D. Manuel I é a queda da Monarquia com D. Manuel II, duas Cortes de corrupção e insanidade espiritual.

A Inglaterra, país aliado de Portugal, vai herdar o testemunho desta missão, face à extinção formal da Ordem de Cristo em Portugal, mas até hoje traiu essa missão, talvez porque os seus Iniciados constituíssem o Império à sua glória. Esta missão já tinha vindo de Inglaterra, ao salvarmos o Trono de Ricardo II (1377-1399) e que recuava ao lendário Rei Artur de 460, selando-se este Pacto da Matriz Mundial do Santo Graal
com D. Filipa de Lencastre (1360-1415), filha de João Gand (Duque de Lencastre), descendente de Henrique II (1133-1189), o Rei “gémeo” de D. Afonso Henriques.

Tão forte é esta ligação mística da Nova Europa, selada por D. Filipa, tentada usurpar pelos Reis Filipes de Espanha, que esta Rainha morre com a expansão de 1415 e o seu marido, D. João I morre 300 anos depois do nascimento de Henrique II, como o Infante D. Henrique morre 1000 anos depois do nascimento do Rei Artur do mito da Távola Redonda, ou Round Table. Os Descobrimentos com os últimos Cavaleiros de D. João II, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Afonso de Albuquerque, todos ostracisados por D. Manuel I, morrendo Albuquerque ( 15/12/1515) 300 anos depois de João II de Inglaterra (1199-1216), filho de Henrique II.

Porque o Pacto da Matriz foi selado pela Rainha D. Filipa, inglesa, as CHAVES desta missão da Nova Europa, só estiveram na mão de 3 Rainhas inglesas: Isabel I, Victória e Isabel II. Falharam, podendo Isabel II ainda rectificar o erro. Os judeus que auxiliaram Portugal são expulsos com D. Manuel I, ignorando-se os avisos da Ordem de Cristo, rumando para os dois países do Elemento Água: Inglaterra e Holanda (ou Flandres), aonde a sua Comunidade já estava implantada, ignorando ainda hoje a Comunidade Judaica a nossa missão, não por intencionalidade decerto, mas porque a Matriz inversa assim o determina, uma luta de Energias que os Orientais já designavam de Tamas e Rajas, Segredo Essénio e do Templo de Petra guardado em Portugal.

O primeiro aviso desta missão, transmutada de Portugal, foi o nascimento de Isabel I, 100 anos após a morte de D. João I ( 14 de Agosto de 1433 ), violando os ingleses os nossos antigos Tratados, mesmo depois de Sir Francis Drake navegar com a ciência náutica portuguesa, até mesmo com a disponibilidade de D. António Prior do Crato. O segundo aviso a Victória, apesar da origem do nosso Hino actual, foi o renegociar do Tratado de Windsor a 4 de Outubro de 1899. O seu Jubileu, de 50 anos de Reinado, não incluiu nenhum Rei ou Chefe de Estado da Europa e do Mundo, apenas se restringia ao Império Britânico. Com Isabel II, como com Isabel I, é de novo D. João I que está o aviso da sua missão: chega a Portugal em 1957, 600 anos depois do nascimento deste  Rei, recebida, pelo Mar, no Cais das Colunas Místicas do Terreiro do Paço.

O grande mentor inglês da nova Ordem Mundial, Cecil John Rhodes (1853-1902), em aliança com o poder financeiro de judeus, no tempo da rainha Victória, decerto não conhecia a profecia da Ordem do Tosão de Ouro, instituída por D. João I quando casou a sua filha com o Duque da Borgonha. Trouxe má sorte à França, à Áustria, à Espanha e de novo à França, com Napoleão, julgando este que a Ordem “ Des Trois Tésons D’Or “ salvaria o seu Império. Mas o positivo de Rhodes é que o mito anglo-judaico do séc. XIX não deixa de ser Templário, como o ancestral do Rei Artur, e assim luta-se hoje à volta da “Round Table”, americo-anglo-judaica, mas sem a vertente de uma nova Jerusalém Celeste, porque a Matriz está contra o lema Templário: Não à nossa glória, Senhor. Alguns escritores já forçam de tal modo o erro que tentam fazer crer uma descendência europeia anglo-saxónica.

Em contrário também o Mundo foi avisado com a morte da Princesa Diana, tão Deusa grega como a Deusa Europa. Morreu no Túnel da Alma (palavra portuguesa), em França, com a união árabe no ventre. A sua morte ocorre a 31 de Agosto de 1997, contra o 13º pilar do Túnel. Madre Teresa de Calcutá, dos Balcãs, espera-a, e tem o seu funeral, também após o 7º Dia, em 12 de Setembro.

A profecia da Ordem do Tosão de Ouro foi selada, no mesmo ano de 1431, com a morte de dois Condestáveis: D. Nuno Álvares Pereira e Joana D’ Arc. Falta cumprir a União da Europa com o Islão, em conjunto com Israel. A Dama do Mundo, eleita em Londres em 2002, é da Turquia de Bizâncio.

Como reage esta Matriz no séc. XX ?:  A paz mundial até 1913 deriva de Ourique de 1139 ( números iguais). Áustria do Tosão de Ouro é causa próxima. Os Balcãs, em Serajevo, o rastilho. A plenitude da I Guerra é o afundamento do paquete “Lusitânia”. Termina a Guerra com a beatificação de D. Nuno Álvares Pereira em 1918. Os EUA ainda não entenderam que o Dia da sua Independência ( 4 de Julho ) é o Dia de Santa Isabel de Portugal, a Rainha que lavra a Ordem de Cristo por Bula Papal de João XXII de 1319 (o mesmo número de Ourique).

A paz mundial acaba de novo em 1939, 800 anos após Ourique, traçado-se depois o devir da Guerra, em estratégia, a bordo de um cruzador no Atlântico, entre Roosevelt-Churchill, a 14 de Agosto de 1941. Pearl Harbour é o tempo de 8 de Dezembro de 1941 ( ataque no dia anterior ), Dia da Padroeira de Portugal, cujo Padroeiro Secundário, Santo António, é elevado a Doutor da Igreja em 1945. Face às bombas atómicas de Hiroxima e Nagasaqui o Japão rende-se a 14 de Agosto de 1945.

São estas as “Torres de Nova York”, de 11 de Setembro de 2001, construídas por um arquitecto japonês. Em 1945 o ataque atómico chamava-se Projecto Manhattan. Ocorre o 11 de Setembro de 1973, no Chile, 28 anos depois de 1945 ( um ciclo da lua ) e de novo 28 depois de 1973 a tragédia de Manhattan.

A nova Guerra Fria de 1949 e as novas Guerras de África derivam da mesma matriz da Revolução Francesa, face às bombas atómicas de 1945, ano também do V Congresso Pan-Africano de N’ Krumah. De 14 de Julho de 1789, tomada da Bastilha, a 14 de Julho de 1949, lançamento da bomba atómica russa,
ão 160 anos, uma quadratura multiplicativa decimal (4x4x10).

O fim anunciado de uma paz mundial, de conflitos regionais e lutas por independências, surge com o maior eclipse solar do séc. XX, a 30 de Julho de 1973, com 380 segundos (3+8=11). É o fim do Império de Portugal terreno, com o decreto de Maio da ONU em Estocolmo e a independência da Guiné Portuguesa a 24 de Setembro, neste ano.

A restante matriz é o SEGREDO DE FÁTIMA, no que respeita à Mensagem Mariana e de Cristo-Rei Solar. Fátima, no triângulo Ourém-Tomar-Fátima, em 1917, é o ponto equidistante de 108 anos entre a Europa da França de 1809 e a nova Europa de 2025 se correctamente construída até 2014. Aqui importa recordar que Matriz Sagrada é esta.

Há muitos milhares de anos que as religiões do Oriente veneram este número. Os cristãos, na sua liturgia, o contam desde o Entrudo até ao Dia do Corpo de Deus. Encurtando 11 dias é o Domingo do Espírito Santo. Encurtando 11 anos a 2025 é 2014. Mas se 2004, em dia 1ºde Maio, se pretende um alargamento da Europa a 25 países é bom recordar que são 20x10 anos sobre a Coroação de Napoleão, em 1804. São 10x10 anos sobre a Entente Cordial de 1904 que em 2004 se deveria estender à Turquia, mesmo que não haja ainda adesão formal, uma forma de rectificar a Matriz de 1453, o fim da Idade Média, o fim de Constantinopla ( hoje Istambul ) e do Império Bizantino.

Isto Foi discutido a 12/13 de Dezembro de 2002, na Cimeira de Copenhaga, onde a sua Ilha de Gotland, não deixa de ser a ilha de Avallon do Rei Artur, a Ilha da Rosa Branca ou Graciosa dos Açores, a ilha imaginária de São Brandão ou a simbólica do túmulo da Princesa Diana.

Se Portugal for traído por qualquer país ou figura, como o fez a França e o General Gomes Freire de Andrade, então em 2007, 200 anos após se querer partir o país como no Tratado de Fontainebleau de 1807, forte sismo abalará a Europa, cuja advertência já foi feita em dia 1 de Novembro de 2002, a partir do vulcão Etna de Roma.

Este dia do novo Ano Celta, como o foi em 1755, obedece a uma Matriz que jamais será revelada ao Mundo, mas foi a maior punição ao Reinado de D. José I e ao mais negro membro da Franco Maçonaria Mundial: Marquês de Pombal. Foi um apogeu perdido ao 25º Rei, como apogeu tinha sido ao 11º Rei. O ano de 1755 são 300 anos após o nascimento de D. João II, com a mesma numerologia de 1557, ano da morte de D. João III, o Rei da Inquisição e o carrasco da Ordem de Cristo. Tão amaldiçoada está a estátua
de D. José I que nem o seu obreiro à inauguração assistiu. A sua bengala originou o roubo das jóias portuguesas, em exposição na Holanda, ocorrida a 1 de Dezembro de 2002. Se eu soubesse que Portugal tinha tal ideia tudo teria feito para evitar este roubo, mas os nossos diamantes trarão tanta desgraça, a quem com eles ficar, que melhor seria devolvê-los a Portugal. A “maldição” de um diamante não é só ficção.

Dizia-se que a loucura da sua filha ( D. Maria I ) teve nexo causal com as visões de ver o seu pai a arder em chamas, responsável por todos os autos-de-fé políticos do Conde de Oeiras, saídos do pseudo atentado do Rei em 1758, chacinando-se famílias ricas e nobres para o absolutismo do Marquês. Em 1958, 200 anos depois, o absolutismo de Oliveira Salazar, ao impedir verdadeiras eleições livres, iria provocar-lhe, 10 anos
depois, uma queda misteriosa cuja morte só ocorre 2 anos depois (1968-1970), o mesmo período de loucura de D. Maria I (1786-1788). Mas pior ficou o local da estátua do seu pai e toda a Baixa Pombalina quando violaram todo o Traçado Iniciático do Cais das Colunas, com o Metro do Terreiro do Paço, destruindo-se o equilíbrio das Águas.

Jamais mexa o ser humano no que está construído em geometria sagrada, como o Aqueduto das Águas Livres, do Brigadeiro Mendes da Maia, o nome do Cavaleiro Principal de D. Afonso Henriques. Jamais as Ordens Iniciáticas escolham líderes que nada percebem de Matrizes Celestes. Esta mesma maldição abateu-se até hoje sobre toda a Franco Maçonaria Portuguesa, iniciada numa raiz diferente da Matriz de Portugal, em 1802 (há 200 anos), sendo o 1ºGrão-Mestre um descendente do Marquês de Pombal : Sebastião José de Sampaio Mello e Castro Lusignan.

Bastar-se-á dizer que no séc. XIX existiram 17 (matriz portuguesa) polaridades de Maçonaria e 1 Grande Priorado na Ilha da Madeira, tal a desunião entre os seus Membros. Em 1991 outra sua dissidência cria uma nova esperança, a Franco Maçonaria Regular. Era seu Arquétipo Mestre Afonso Domingues. Hoje o seu Arquétipo é General Gomes Freire de Andrade, uma má decisão para quem é filho do homem que substituiu o Marquês de Pombal, na Áustria. A Matriz inglesa matá-lo-ia, não pelo que a História conta, mas por ele seguir Napoleão do Tratado de Fontainebleau. De tal modo o ano de 1758 e Napoleão afectaram a Europa que a Matriz de França reage com as Aparições Marianas de Lourdes, em 1858, um Santuário destinado a Iluminar a Justiça e a Força.

E estes exemplos servem para explicar o Primeiro Decreto de D. João IV sobre a Ciência Iniciática de Portugal, a Sala do Risco, a 13 de Maio, data de nascimento do Marquês de Pombal que ele não sentiu por não ser um Iniciado, mas Lisboa reconstruída teve a ajuda de Cavaleiros germânicos, como Carlos Mardel e de igual modo os Exércitos foram levantados pelo Conde De Lippe. Este 13 de Maio de D. João IV , que coloca Portugal sob a protecção da Virgem Maria, ou Notre Dame (1646) é também hoje o Dia do Comando de Instrução dos Exércitos de Portugal.

Tinha acordado a Matriz, acesa pelo Padre António Vieira. Este Rei e Vieira ( símbolo de Sant’Iago) deixaram a semente da Nova Jerusalém Celeste e foi por isso que a Matriz reagiu ao elevar aos Céus David Ben Gurion a 1 de Dezembro de 1973, ele que tinha nascido no ano do Mapa Cor-de-Rosa, 84 anos antes. O 1º Presidente de Israel, David, ao morrer, exactamente 333 anos depois de 1640, deixou-nos a Mensagem do Messias que virá de novo.

Portugal e Espanha erraram e erram por hegemonias da Península Ibérica. A não percepção da Matriz leva os dois países a construir Mafra e o Escorial, à mesma distância das suas capitais. O novo Templo do Mundo não será de pedra, mas de Fogo e Ar, expandido de Portugal pelo Triângulo Místico de OURÉM-
TOMAR-FÁTIMA, cuja CHAVE está no Atlântico.

José Saramago foi uma marioneta da Matriz ao escrever a Jangada de Pedra. Saibam a Inglaterra e Espanha respeitar o maior Pacto do Mundo feito entre o Duque de Lencastre e D. João I e entre D. João IV e Carlos II. Salvou Portugal a Monarquia inglesa, e esta a Monarquia portuguesa no reinado de D. João VI, mas Espanha não salvou a Monarquia portuguesa em 1580 ( por isso caiu a Sala do Convento de Cristo, em Tomar, onde Filipe II se fez aclamar Rei de Portugal ), aliás uma resposta justa à ambição primeira de D. Afonso V que hoje devia estar já eliminada face à Mensagem de estabilidade de 1666 ( a Guerra da Restauração é a mais grave violação da Matriz de Fátima, durando um tempo de 25 anos-1640-1665-Batalha dos Montes Claros), que não deixou de ser o ano do maior incêndio da Europa do séc. XVII (17) : a cidade de Londres.

Em 2002, o Secretário Geral da NATO na última Cimeira de Praga, sem culpa, mas agente inconsciente do poder da Matriz, esqueceu-se do Primeiro Ministro de Portugal, logo pedindo desculpa. Foi o dia do afundamento do petroleiro “Prestige” ao largo de Finisterra, o Cabo do Deus Lug, a Província de Lugo, a Torre Gémea de Sagres que os Romanos chamavam de Cabo Sacrum. Portugal e Espanha devem andar de mãos dadas, mas a Cabeça da Europa, como a nossa humana, tem 7 orifícios. Eram os Reinos de Portugal e dos Algarves que Afonso X, o Sábio, conhecia, por isso fez o Diploma de Badajoz, rectificado 30 anos depois, a 11 de Setembro de 1297, assinado no dia seguinte a 12, em Alcanises, os de Leão, Aragão, Castela, Navarra e Andaluzia.

Violar a Matriz do Tempo a 11 de Setembro ou de Alcanises é como atacar uma Porta Astral da Árvore da Vida. Esta reacção é complexa, e para ser rectificada custou ao actual Rei de Espanha um preço elevado: a vida do seu irmão. Mas para além de a nova Monarquia renascer com este preço, no mito de Caim e Abel, Rómulo e Rémulo ou Castor e Polux, e o seu nome ser João e Carlos, a esperança veio com os Primeiros Ministros de mesmo nome Soares, Mário e Adolfo.

Para apaziguar a Matriz, se ninguém a violar jamais, falta restituir a Portugal os restos mortais de D. Sancho II que estão em Toledo, uma luta real de irmãos, um mito de lealdade e um erro de D. Afonso III que veio a afectar todos os Reis de nome Afonso:

- D. Afonso IV pega em armas contra o pai por causa do irmão bastardo D.Afonso Sanches, envolvendo depois Castela nesta luta. É também o responsável pela tragédia de Inês de Castro.

- D. Afonso V, com a ideia de anexar Castela, perverte toda a sua descendência provocando que o seu irmão D. Fernando seja o pai de D. Manuel I.

- D. Afonso VI, Rei por morte prematura de seu irmão D. Teodósio, é outro seu irmão D. Pedro II a guiar Portugal. A Matriz de Alcanises, depois da sua prisão em Sintra, a Serra da Lua, dita-lhe a morte a 12 de Setembro de 1683. Era o 22º Rei, o Arcano MAT, o Louco e foi preso. Após mais 22/Reis/Presidentes é preso o Almirante Américo Tomás.

Se hoje houvesse Monarquia um D. Afonso VII seria sempre desaconselhável, sem estarem os restos mortais de D. Sancho II em Portugal ou o seu túmulo, em Alcobaça. Mas se alguém não acreditar em 1 de Dezembro, como uma das Matrizes, sem olhar a data como Monarquia ou República, bastará pensar neste dia. a Inquisição, no Rossio, hoje Teatro D. Maria II. O Teatro de Portugal precisa é de mudar a sua sede.
O Fogo de Edinburgo (8/12/2002, dia da Mãe), é da Mãe Gea-Eleusis-Terra, de aviso à Humanidade, gerado em noite de Trevas, varrendo toda a doença moral da Sociedade, sendo por isso o Dia 1º de Dezembro o Dia Mundial de Luta contra a SIDA( ....)

Se a Europa se unir, não expurgando a praga do séc. XX e XXI, identificada nos EUA em 1980 ( 200 anos sobre a Casa Pia de mendigos, só mais tarde de órfãos) e 3 anos depois isolando-se o seu vírus em França, os 25 países de 2004 terão mais mendigos e desempregados que a proporção do relatório da ONU de 1 de Dezembro de 2002, ao que julgo lançado com o Presidente de Portugal na Grécia. Que a Round Table, através do Grupo Bildenberg, com a presença da Presidência Grega, faça, o mais rapidamente possível, agregando o G-8, uma reunião para uma estratégia de combate ao falhanço do sistema financeiro e económico mundiais.

A missão de Portugal não é, como nunca foi, de liderança mundial, sim um sopro vital aos novos rumos da História, deixando aos outros povos o devir, sempre acção-reacção do passado, porque o futuro é construído no presente face aos erros cometidos por governantes e governados.

As Matrizes do Mundo são um software programado ao qual só um engenheiro de sistemas tem acesso. Felizmente que o livre arbítrio é aparente, face à Lei Cósmica de o Universo não admitir o erro. Quanto maior é o erro mais violenta é a reacção ao mesmo, podendo mesmo intervir Energias de outros Planos que
tendo polaridades neutrais sobrecarregam todos os Elementos e os Ciclos da Natureza, ao nosso nível. Teria dito o Comandante do Titanic “ que nem Deus conseguiria afundar este barco”. Ninguém no nosso planeta deverá dizer que a sua capital é a Capital do Mundo.

Aconselho toda a leitura do Cap.12 do Profeta Daniel, designado O tempo do fim.


Apenas vos lerei um extracto desta matriz de 12 Capítulos:
“ Nesse tempo, aparecerá o poderoso anjo Miguel, que protege o teu povo. Haverá um tempo de angústia, como nunca houve desde que existem nações. Quando vier esse tempo, os habitantes do teu povo, cujos nomes estiverem escritos no livro de Deus, serão salvos...E agora, Daniel, fecha o livro e sela-o até ao tempo final...Felizes daqueles que permanecerem fiéis até que terminem os mil trezentos e trinta e cinco dias !...(1335).

Não entrarei em revelações quanto a Numerologia Sagrada, mesmo porque estas Chaves não obedecem ao nosso tempo calendarizado e podem-se manifestar mais de uma vez, em ciclos. O que vos vou dizer tem nexo com uma das Matrizes de Fátima:

- O novo caminho da Alemanha Federal foi levantado a 8 de Maio de 1949, Dia do Arcanjo São Miguel, criando-se a Alemanha de Leste a 7 de Outubro de 1949, tendo em vista a sua futura união. A matriz lunar reagiu à desunião e destruiu o Muro de Berlim após 28 anos: 1961 a 1989.

- De igual modo o Dia do Arcanjo São Miguel tinha sido ajustado ao Estado de Israel, criado a 6 de Maio de 1948, mas a teimosia israelo-árabe resulta em guerra 50 anos após Fátima: a Guerra dos 6 dias de 1967. Passados 28 anos (ciclo lunar) para uma paz de Abraão, assinada 2 anos antes, Itzhak Rabin é assassinado por um extremista judeu, em 1995.

- A estação de St. Michel (São Miguel), em Paris, foi,  o palco principal do extremismo islâmico, com 7 mortos e 84 feridos. A Matriz alastra no Mundo, do metro do Japão (12 mortos e 5000 intoxicações) ao edifício federal de Oklahoma, nos EUA (168 mortos e 500 feridos). Da Inglaterra partirá o surto da BSE. Para anular um erro, revelada que seja a ajuda, como hoje aqui o faço, são precisos 10 anos mínimos. Em
2003, os acordos do Campo de David, nos EUA, devem ser iniciados em Fátima e terminarem no Monte St. Michel, em França, até 2005.

- Tudo o que o mito de Fátima dizia sobre o perigo do comunismo mundial não era um perigo porque estava regulada a sua queda, se a doutrina não se adaptasse à espiritualidade do ser humano. Assim:  Os 74 anos que vão da Revolução Russa de 1917, ano de Fátima, até à queda formal da URSS em 1991, não deixa de ser um ciclo lunar de 60 anos de expansão desde 1922 (designação URSS) até à eleição de Mikhail ( ou Miguel ) Gorbachov em 1985, cujo encontro com Ronald Reagan se dá a 8 de Dezembro. Hoje Portugal tem a maior imigração vinda dos países da ex-URSS.

- A III Guerra Mundial foi salva por John Kennedy. Para isso nasceu em 1917 de Fátima, ano da Revolução Russa. A guerra anunciada dos EUA ao Iraque só poderá ser neutralizada com a intervenção de Portugal.(...) Tudo é trifásico e assenta na acção-repouso-reacção. O que provoca mais instabilidade é o erro intencional do ser humano que leva a que as Matrizes, muitas vezes com o braço armado da Natureza , reajam de forma violenta, em ciclos ou retardadamente, sendo conhecido o lema Deus escreve direito por linhas tortas.

Vejamos um exemplo tirado das Centúrias de Nostradamus. Dizia-se que o Mundo acabava em 1999. Este foi um ano curioso:

- 50 anos da NATO, 50 do Conselho da Europa , 50 anos da China, 50 anos da bomba atómica da Rússia, onde 50 Nações, 5 anos antes tinham criado uma ONU.

- Associava ele 1999 a Portugal porque o devir da Europa assenta na Matriz Lusa da Árvore da Vida, com 50 Portas, mas decerto ele desconhecia que Jorge Sampaio é o 50º Ocupante do Trono de Portugal e que António de Oliveira Guterres fazia 50 anos.

- Em 1999 a Bandeira de Portugal ( antípoda da Nova Zelândia ) é colocada no Topo do Mundo, por João Garcia. Portugal perdia todo o seu Império geográfico e começava outro. É este outro que se quer dar ao Mundo, nem que para isso tenham que rebentar todos os escândalos portugueses de uma sociedade doente,
com processos por julgar e outros propositadamente prescritos, com agressões à Natureza por sanar, com censuras de pensamento por eliminar, em suma toda uma corrupção Ética e Moral que nada tem a ver com política, religião ou estrato social, antes tudo atravessando, a nível mundial. Se olharmos a Matriz 17, da Estrela, o ciclo histórico português era assim com D. Sebastião/Cardeal D. Henrique, com D. Carlos I/D. Manuel II. Mas tudo pode ser remediado, pois os pilares sãos de Portugal e do Mundo estão ainda fortes para construir uma sã Nova Ordem Mundial, sem vanguardismos, tanto mais que falta um cimento filosófico-económico na diversidade dos Povos.(....)

João Manuel S. S. Fernandes (*)
(*) Coronel do Exército português, de 53 anos de idade, casado, natural de Lisboa, é autor de 2 livros publicados pela Editora Hugin, Portugal Iluminado e O Despertar do Ser , lançados nos finais dos anos 90.
Tem participado em vários programas de rádio e televisão sobre a análise dos tempos, sendo autor de uma ideia-projecto para Portugal, vinda a público nos OCS em Novembro de 1975, designada Batalhões de
Desenvolvimento, ajustada à época. Participou nas investigações associadas ao assassinato do General
Humberto Delgado, em 1976/1978, colocando depois a sua experiência profissional no Caso de Camarate, para além de a Editorial Notícias ter já publicado os Livros de Actas com as suas intervenções, complexas,
em Congressos sobre a Guerra Colonial, organizados pela Universidade Aberta.



Saturday, November 21, 2009

A ALTA MAGIA E FERNANDO PESSOA na Tertúlia de 12 de Dezembro de 2009 no BAR do ALÉM

A Alta Magia em Fernando Pessoa,
na última tertúlia do Bar do Além do ano 2009
Alenquer, EN nº 9, Km 94
com Pedro Basto de Almeida
dia 12 de Dezembro, sábado às 12h
inscrições limitadas e abertas desde já





O que é Alta Magia?
respostas em Eliphas Levi, por exemplo....
Quem é Pedro Basto de Almeida?
Membro e orador da Tertúlia do Bar do Além, é também advogado e foi o fundador do GIFI
«O GIFI, então com a denominação Grupo de Investigação de Fenómenos Insólitos- G.I.F.I., foi criado em 15 de Novembro de 1976 por dois amigos, que contavam apenas 10 anos de idade». 32 [e não 42 como apareceu...] anos depois a GIFI ainda existe e continua a dedicar-se ao estudo de rituais mágicos, sociedades secretas ou fenómenos OVNI. Relativamente a estes rituais mágicos, vamos ao Senhor da Pedra, em Miramar (Gaia); vamos também conversar com um responsável da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia.
Pedro Basto de Almeida, fundador
e director da GIFI, Associação Portuguesa para a Investigação, como hoje se chama.

Thursday, October 01, 2009

notícias da Tertúlia e almoço debate sobre a Maldição dos Templários


Decorreu com grande sucesso mais uma Tertúlia do Bar do ALém, em que o coronel Joao Fernandes dissertou com grande erudição sobre a Maldição dos Templários sobre cuja execução passam precisamente 700 anos em 13 de Maio de 2010, data recentemente anunciada para a visita od PApa a Fátima.Participaram no almoço debte 54 pessoas que se mantiveram até cerca das 17h em amena troca de impressões sobre este tema histórico de relevância esotérica,. Seguem-se algumas fotos e um texto complementar distribuido pelo orador convidado




Um documento, apreendido pelas tropas de Napoleão depois de terem invadido a cidade de Roma, em 1809 e referido por Gérard de Sede descrevia o testemunho de um templário, de nome Jean de Châlons aludindo a “três carroças de palha puxadas por cinquenta cavalas que haviam saído, na quinta-feira, 12 de Outubro de 1307 (a véspera da prisão dos templários), do Templo de Paris, conduzidas por Hughes de Châlons, Gérard de Villers e cinquenta outros cavaleiros, transportando «totum thesaurum Hugonis Peraldi [Hugo de Pairaud, o grande Visitador de França]“.


O mesmo templário teria afirmado que o conteúdo das três carroças teria sido embarcado no porto templário de La Rochelle e seguido em 18 navios da armada dos templários com destino desconhecido, mas que, certamente seriam paragens mais amistosas para a Ordem do que as de França… Seria o porto de templário do Baleal (Peniche), aproveitando o bom acolhimento que Dom Dinis deu a tantos frades fugidos de França e a recusa sistemática que sempre deu à Santa Sé quando esta tentou estender a Portugal os processos que incendiavam França?


Seria este tesouro composto por mapas antigos, informações geográficas e documentos que puderam depois ser usados na “Escola de Sagres” e no começo do processo dos Descobrimentos portugueses? Seriam estes documentos e ensinamentos perdidos o cerne da mensagem do “Espirito Santo” que Dom Dinis depois se esforçou por disseminar e que iria até onde fossem todas as naus das Descobertas e da Expansão?

Sunday, May 18, 2008

Os Altos Graus em Maçonaria, nos ritos de YORK, REAA e RER




ALTOS GRAUS NA MAÇONARIA
Conferência de Vitor Azevedo Duarte
Almoço debate de 17 de Maio de 2008
Tertúlia do Bar do Além, Alenquer.




O tema sugerido de Altos Graus na Maçonaria tem ligação directa com alguma da minha vivência de Ritos de Altos Graus. E com troca de experiências de Jurisdições estrangeiras Irmãs. Como um simples Aprendiz de Maçonaria ganho sempre mais “espritualmente” quando partilho informação maçónica com Irmãos ou estudiosos da Maçonaria. Penso que todos aprendemos uns com os outros. Como sabem, existem escassa divulgação de obras sobre altos graus, pelo que tentarei fazer uma súmula sobre este tema referente a três estruturas de Altos Graus de Ritos diferentes.
Começarei por ditar estes apontamentos com o que se entende por regularidade maçónica e liberal. E com a “devida vénia” citarei aqui a melhor destrinça que encontrei nas minhas pequisas e cujo autor se encontra nesta sala.

“Os maçons regulares, também chamados tradicionais ou de via sagrada, são os que trabalham nas suas Lojas sob a invocação de Deus, Grande Arquitecto do Universo, sobre o Livro Sagrado, o Esquadro e o Compasso.
Os maçons liberais ou de via substituída, reunem-se segundo os mesmos ritos, decorações e ideais, já dispensam a via espiritual, e trabalham sobre as Constituições de Anderson, a do seu País, sobre a Declaração Universal dos Direitos do Homem e sem nacessariamente invocarem Deus, o Grande Arquitecto do Universo.
Isto é, os regulares pressupõem a crença no Criador e situam-se no plano do sagrado, os liberais partem do postulado da liberdade de crença ou não no Criador e colocam-se no campo do laicicismo e portanto envolvem-se mais directamente na vida profana, que procuram aperfeiçoar e transformar.
Ambos buscam o seu próprio aperfeiçoamento, mas com efeitos diversos ao nível de intervenção na sociedade. Para o maçon regular a sociedade será mais perfeita se isso decorrer do processo de aperfeiçoamento pessoal enquanto que para o maçon liberal o essencial é ele ser o agente da transformação da sociedade.”
Na verdade, cada jurisdição maçónica tem os seus Regulamentos e Estatutos e quer sejam regulares ou liberais são constituídas por maçons que se respeitam desde que ambas sigam os Landmarks. Mas não é maçon quem quer. Não basta autoproclamar-se. É imprescindível que os seus irmãos “o reconheçam como tal”, ou seja é necessário que tenha sido iniciado, por outros maçons, cumprido com as suas obrigações de maçon, esotéricas, simbólicas e que esteja integrado numa Loja, que por sua vez pertença regulamentarmente a uma Grande Loja ou Grande Oriente, que fossem devidamente consagrados.
Assim escreveu Luís Nandin de Carvalho, no seu livro “A Maçonaria Entreaberta” publicado em 1997.

O espirito maçónico de fraternidade, igualdade e liberdade floresceu nas sociedades profanas e influenciou para sempre as grandes conquistas conseguidos em acontecimentos mundiais como a Independência dos Estados Unidos, a Revolução Francesa, a Revolução Russa e a Independência do Brasil.
E em muitos outros países incluindo o nosso, embora os governos vigentes e as pressões da Igreja Católica entrassem em choque directo com a fraternidade.
Após esta introdução passemos a algumas citações e reflexões sobre Maçonaria.

A Franco-Maçonaria actual foi fundada em 24 de Junho (dia de S. João) de 1717, em Londres. Para muitos estudiosos a Ordem Maçónica remonta às lendas da construção do Templo do Rei Salomão, de acordo com relatos do Antigo Testamento. A sua origem está ligada também às lendas de Ísis e Osíris, no antigo Egipto; ao culto a Mitra, vindo até à Ordem dos Templários e à Fraternidade Rosa-Cruz. Em 1723, o Rev. Anglicano James Anderson publicou as Constituições da Maçonaria que são universalmente aceites e são utilizadas como base em todas as Lojas maçónicas.

Em 1717, a Maçonaria passou do campo operativo em que efectivamente se construiam catedrais para o campo especulativo em que os maçons iniciaram um processo de “construção” sim da “catedral da humanidade”. A Maçonaria utiliza métodos para transmitir os ensinamentos e organizar as cerimónias maçónicas, a que chama Ritos ou procedimentos maçónicos.

Existem no mundo cerca de 200 Ritos e se continuar a actual desorganização social talvez em 2050 existam 300. No entanto, os principais podem contar-se por sete dedos. A saber:

Rito Escocês Antigo e Aceite (REAA)- o mais universal
Rito de York (RY)- o mais antigo do mundo
Rito Francês ou Moderno (RF/M)
Rito Schröeder (RS)
Rito Brasileiro (RB)
Rito Adonhiramita(RA)
Rito Escocês Rectificado (RER)
Como sabem a actual Maçonaria divide-se:

* Maçonaria Simbólica constituída pelos três primeiros graus obrigatórios e que estão pre
-vistos nos Landmarks. Que se divide em Obediências Maçónicas designadas por Gran-
de Loja ou Grande Oriente e que administram diversas Lojas.
* AltosGraus, que constituem os graus Filosóficos ou Superiores que não são obrigatórios e constituem uma opção. Estes estão normalmente subordinados a Supremos Conselhos ou Supremos Grandes Capítulos, Grandes Comendas e Grão-Priorados, de acordo com as Leis de cada Grande Corpo Maçónico. Destes, escolhemos o Rito mais universal, o mais antigo e o que considero o mais selectivo.

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A saber:
- Rito Escocês Antigo e Aceite (REAA)
- Rito de York(RY) e rito de Emulação(REm)
- Rito Escocês Rectificado (RER
)

Na Maçonaria Regular a maioria das Grandes Lojas e Grandes Orientes são consagradas, instaladas e reconhecidas por Grandes Obediências Irmãs Estrangeiras mais antigas. Cada Obediência tem o sua própria Grande Loja-Mãe ou Grande Oriente e a que está ligado indossoluvelmente.

Nos Corpos de Altos Graus, a Maçonaria segue sempre a regra trinitária, isto é, para ser consagrado e instalado um Supremo Conselho, um Grande Capítulo, uma Grande Comenda, um Grão-Priorado, etc a base de construção é como em Grande Loja ou Grande Oriente(com as suas Lojas azuis ou de S.João) ou seja três Lojas, três Conselhos, três Capítulos, três Comendas. No RER existem as Lojas verdes e a Ordem Interna como veremos mais adiante.

RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITE – R.E.A.A.
Este Rito provem do Rito de Heredom e da época da fuga dos Cavaleiros Templários para a Escócia e está ligado ao Antigo Testamento e à lenda de Hiram. A influência do Templarismo existia no Rito de Heredom sob a mestria de Andrew Ramsay (criador deste rito em solo francês), mas não no R.E.A.A.. Aliás, de acordo com os historiadores Christopher Knight e Robert Lomas a formação deste rito deve-se ao facto da Grande Loja Unida de Inglaterra (United Grand Lodge of England) se recusar a reconhecer os altos graus da maçonaria regular, o que originou a formação em 1819 de um Supremo Conselho para a Inglaterra dos graus do Rito Escocês.

Por influência do Cavaleiro Ramsay as primeiras referências a estes graus, são oriundos de França, no período de 1715 a 1745. Ramsay foi tutor dos filhos do rei escocês Jaime VIII que se encontrava exilado em França. Foi nesta época que surgiram as primeiras referências ao termo escocês (écossais). Na “História da Franco-Maçonaria” de Albert Mackay, este autor refere que os partidários do Rei Jaime e da dinastia dos Stuarts todos exilados em França estavam fortemente envolvidos em actividades maçónicas.

Esta é uma das razões porque, devido ao termo escocês, muitos maçons pensam que este rito terá tido origem na Escócia, o que como vemos não corresponde à verdade. As suas regras e fundamentos foram elaborados no dia 1º de Maio de 1786 e desde essa data constituiram-se os 33 graus. O que caracteriza o REAA é a ligação entre a tradição hermética, principalmente nos três primeiros graus e a uma graduação dos Altos Graus (do 4º ao 33º) e que é normalmente rejeitada pela maçonaria inglesa.

Em primeiro plano, “a purificação” pelos quatro elementos inclui-se uma orientação nítidamente hermética. Não remonta ao alquimistas da Idade Média, mas é provável a inspiração nos tratados de alquimia vulgares no séc. XVIII e adaptado por maçons à iniciação maçónica. A purificação pela Terra, pelo Ar, pela Água e pelo Fogo induzem no candidato, à medida que passa pelas provas, a percepção gradual do sentido esotérico da “passagem” que faz ,vindo das profundezas do mundo terreno para a ascese que lhe é dada pelo sopro do espiritual. É só na Câmara de Reflexão que percepciona o enorme sentido esotérico- o enxofre, o sal e o mercúrio- que lhe serão fundamentais à iluminação final.

Em segundo plano, muito importante também, é a sua evolução nos graus Superiores das Lojas de Perfeição (do 4º ao 14º), dos Capítulos (do 15º ao 18º), dos Aréopagos (do 19º ao 30º) e dos graus administrativos (do 31º ao 33º). Neste Rito os graus e a lenda do Mestre constroi-se passo a passo. A reconstrução do Templo de Salomão tem aqui uma particular importância. Aqui a reflexão filosófica sobre o Homem, o seu destino, a sua centelha divina e os valores que ditam a sua dimensão racional, minada por vezes, pelo desleixo, a incúria e o dislate.

GRAUS DO REAA:
SIMBÓLICOS
1º - Aprendiz
2º - Companheiro
3º - Mestre
FILOSÓFICOS
Lojas de Perfeição
4º - Mestre Secreto
5º - Mestre Perfeito
6º - Secretário Íntimo
7º - Preboste e Juíz
8º Intendente dos Edifícios
9º- Mestre Eleito dos Nove
10º- Ilustre Eleito dos Quinze
11º- Sublime Cavaleiro dos Doze
12º- Grande Mestre Arquitecto
13º- Cavaleiro do Real Arco
14º- Prefeito e Sublime Maçon - Grande Eleito da Abóbada Sagrada
Capítulos
15º- Cavaleiro do Oriente ou da Espada
16º- Príncipe de Jerusalém
17º- Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
18º- Soberano Príncipe Rosa-Cruz
Areópagos
19º- Grande Pontífice ou Sublime Escocês
20º- Soberano Príncipe da Maçonaria ou Mestre Ad Vitam
21º- Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
22º- Cavaleiro do Real Machado ou Príncipe do Líbano
23º- Chefe do Tabernáculo
24º- Príncipe do Tabernáculo
25º- Cavaleiro da Serpente de Bronze
26º- Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário
27º- Grande Comendador do Templo
28º- Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto
29º- Grande Cavaleiro Escocês de Santo André da Escócia
30º- Cavaleiro Kadosch ou Cavaleiro da Águia Branca e Negra
Tribunais
31º- Grande Inspector Inquisidor ou Grande Juíz Comendador
Consistório
32º- Sublime Cavaleiro do Real Segredo
Supremo Conselho
33º- Soberano Grande Inspector Geral

A estrutura do R.E.A.A. é dirigida por um Soberano Grande Comendador que preside ao Sacro Colégio e aos Soberanos Grandes Inspectores Gerais. É um Corpo Maçónico com Jurisdição independente, reconhecido internacionalmente e que tem a responsabilidade de manter a regularidade.


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RITO DE YORK(RY)
RITUAL E RITO DE EMULAÇÃO(REm)
O Rito de York moderno também conhecido como o Real Arco, teria sido criado por volta de 1743 e levado para Inglaterra em 1777. É o Rito mais difundido em todo o mundo maçónico . É o Rito predominante nos Estados Unidos. Por ser teísta está mais ligado aos países onde predominam os cultos evangélicos, onde o clero tem dado o apoio e o suporte necessário à sua evolução e desenvolvimento. Neste país, a sua fundação vem do ano de 1799 pela mão de Thomas Smith Webb que lhe deu a estrutura e doutrina filosófica com procedimentos gerais adaptados ao sistema maçónico, pelo que é normalmente identificado como “Rito Americano ou de York”.

No entanto, o Manuscrito Régio de 1389 (conservado no British Museum em Londres), diz-nos que sob o reinado de Athelstan, na cidade de York no ano de 926 houve um grande Congresso de maçons, convocado e presidido por seu filho o Príncipe Edwin e que teria sido nessa magna Assembleia que a Maçonaria teve o seu primeiro Regulamento Geral. Já neste Regulamento havia regras de comportamento no trabalho, na sociedade e até dentro da igreja., entre outros.

Posteriormente, o Manuscrito de Coke em 1583 refere também esta Assembleia e as reuniões feitas pelo rei Athelstan que convocava e dirigia as assembleias dos numerosos maçons operativos, associados em guildas. Nesta fase a Lenda de York passou definitivamente da tradição oral para a tradição escrita da Maçonaria Especulativa.

Assim, os autores crêem que o Rito de York seria o rito tradicionalmente praticado desde os tempos do rei Athelstan e que confirma a multissecular tradição maçónica de acordo com o Livro das Constituições de 1723. Num outro manuscrito conhecido como a Constituição de York, diria que a tradução dos anteriores documentos em 1807 teriam passado do Latim( que era o idioma das pessoas cultas) para o Inglês e em 1808 para o Alemão pelo I:. J.A. Schneider. Esta última tradução é publicada pelo editor I:. Krause, conhecido pelo Manuscrito de Krause e que estaria muito próximo da Constituição da Grande Loja Unida de Inglaterra em 1813.

Esta é a lenda de York. Contudo perante tantas evidências históricas que confirmam a veracidade do seu conteúdo, a maioria dos autores chamam-lhe a “Tradição de York”.
Na união dos maçons “antigos”(Grande Loja dos Antigos -1751) e dos “modernos”(Grande Loja dos Modernos - 1717) em 1813 foi oficialmente aprovado o ritual dos antigos como ritual oficial da Grande Loja Unida de Inglaterra e naquele momento recebeu o nome de Ritual de Emulação( o Emulation Working) com a particularidade de se manter a tradição de nada escrever e por isso nada se sabe ao certo o que foi aprovado.

Mas até chegar a esta fase muito fizeram para conciliar as diferenças ritualísticas das duas Grandes Lojas rivais, passando pela Loja da Reconciliação que harmonizou os rituais durante 3 anos até que em 1816 foi aprovado um novo ritual mantido até 1986, ano em que a GLUI decidiu que todas as referências a penalidades físicas fossem omitidas dos juramentos assumidos pelos candidatos nos três graus e pelo Mestre Eleito na sua instalação, mas mantendo-as nas cerimónias noutro momento.

Apenas em 1969, o Rito de Emulação foi oficialmente impresso com autorização oficial da GLUI, embora nesse ano já existissem diversas impressões não oficiais. Embora denominado Rito, os Ingleses consideram-no mais como um Ritual. O Rito representa as regras e cerimónias de carácter sacro ou simbólico que seguem preceitos estabelecidos e que se devem observar na prática. Em suma, representa o sistema de organizações maçónicas.

O ritual representa o livro que contém o conjunto de práticas consagradas pelo uso e por normas que deverão ser observadas em determinadas ocasiões. Isto é o cerimonial. Mas a principal característica deste Rito/Ritual é que todas as intervenções são realizadas de cor. No Rito de Emulação, os graus superiores estão agregados numa Loja de Marca ou num Capítulo do Arco Real com os seguintes graus:

- Mestre de Marca
- Ex-Mestre ou Past Master
- Muito Excelente Mestre
- Mestre do Arco Real
- Escocês Trinitário

Este é o Rito por excelência praticado em Inglaterra e largamente difundido em todos os paises de influência Inglesa. As jusisdições anglo-saxónicas mantém outras ordens de altos graus como por exemplo:

o Grande Conselho da Ordem dos Graus Aliados, o Grande Conclave da Ordem do Monitor Secreto, a Grande Loja e Grande Conselho da Real Ordem da Escócia, a Ordem de Cavaleiros Templários e Ordem de Malta(honorária), a Ordem da Cruz Vermelha da Babilónia.

Toda esta explicação era necessária para melhor compreendermos a génese do York.
Em relação ao Rito de York para além das Lojas Simbólicas (1º, 2º e 3º grau), os seus Altos Graus estão classificados assim:

GRAUS CAPITULARES
(conhecidos como Maçonaria do Real Arco)
*4º grau- Mestre de Marca
*5º grau- Past Master
*6º grau- Mui Excelente Mestre
*7º grau- Maçon do Arco Real
CONSELHO CRÍPTICO
(conhecido como Conselho de Mestres Reais e Escolhidos)
*8º grau- Mestre Real
*9º grau- Mestre Escolhido
*10ºgrau- Super Excelente Mestre
COMENDADORIA TEMPLÁRIA
(conhecida como Ordem dos Cavaleiros Templários)
*11ºgrau- Ordem da Cruz Vermelha
*12ºgrau- Ordem de Malta
13ºgrau- Ordem do Templo
Os graus Capitulares enfatizam as lições de regularidade, disciplina, integridade e reverência, a consagração do Sanctum Sanctorum e a descida do Espirito Santo no Templo. Ser exaltado como Mestre do Arco Real coroa de forma grandiosa os conhecimentos do Mestre Maçon.. É o momento em que a Lenda do Templo de Salomão é concluída. È o cume dos graus originais das Lojas Simbólicas, tal como praticadas nas antigas Lojas de Inglaterra antes de 1820. Estes graus explicam as origens da palavra substituta encontrada no grau de Mestre Maçon, o resgate da Palavra Inefável e o seu ocultamento no Real Arco. Os Capítulos são presididos e geridos por Sumo Sacerdotes.

A cúpula dos Graus Capitulares é um Supremo Grande Capítulo do Arco Real com jurisdição própria e reconhecimento internacional e é presidida por um Grande Sumo Sacerdote responsável por todos os Capítulos constituintes.

A Maçonaria Críptica forma o corpo central do Rito de York da maçonaria livre. Um Mestre Maçon que tenha aderido a um Capítulo de Maçons do Arco Real, recebido os quatro graus e queira depois procurar mais conhecimento pode ser admitido num Conselho de Maçons Crípticos. Os graus da Maçonaria Críptica são dos graus mais belos da Maçonaris Livre. A Maçonaria Livre é muito filosófica e ensina os seus ideais através de alegorias. É moralista e religiosa, mas não é uma religião. Não oferece uma teologia nem um plano de salvação. Contudo, oferece um plano moral para ser aplicado neste mundo.

O Rito Críptico tem o nome derivado da Palavra Críptica porque a cena dos graus de Mestre Real e Mestre Escolhido ocorre na Críptica subterrânea sob o Templo do Rei Salomão. A Palavra representa na alegoria maçónica a busca pelo homem de objectivos para a vida e para a natureza de Deus. Simbólicamente, a Maçonaria Livre ensina, na Loja, como a palavra se perdeu e sobre a esperança da sua recuperação. O Arco Real, no Capítulo, ensina como ela foi redescoberta. A Maçonaria Críptica, no Conselho, completa esta história ensinando como se preserva a Palavra inicial. O Grande Conselho de Maçons Reais e Escolhidos é presidido e dirigido por um Grão-Mestre Críptico sob cuja administração estão os Conselhos Crípticos geridos pos Ilustres Mestres.



As Ordens Cavalheirescas diferenciam-se de outras pela sua estrutura paramilitar. Os Estados Unidos por exemplo seguem a preceito a parafernália que é semelhante ao uniforme militar. Neste Rito só pode pertencer á Ordem do Templo quem for cristão.




A Comendadoria Templária com as respectivas Ordens da Cruz Vermelha, de Malta e do Templo está estruturada numa Grande Comenda de Cavaleiros Templários também com Comendas subordinadas. Estas Ordens Cavalheirescas são presididas por um Grande Comendador.

O Rito de York mantém para além da Ordem dos Sumo-Sacerdotes Ungidos e Consagrados e da Ordem da Trolha de Prata muitas outras estruturas de Altos Graus como por exemplo:
-Grande Conclave Imperial da Ordem de Constantino e das Ordens do Santo Sepúlcro e
de S. João Evangelista.
-Soberana Ordem dos Cavaleiros Preceptores
-Cavaleiros Defensores da Cruz
-Grande Conselho de Cavaleiros Maçons
-Ordem Maçónica de Bath
-Conselho de Grande Preceptores da Ordem de S. Tomás
-Grande Colégio dos Cavaleiros Templários do Arco Real.
-Cavaleiros Honorários da Cruz de York
E por outras estruturas laterais tais como:
-Alto Conselho da Sociedade Rosacruciana
-Real Sociedade dos Cavaleiros do Ocidente
-Grande Colégio de Ritos
-Conselho Imperial dos Nobres do Santuário Místico (Shrine).

Os Altos Graus do Rito de York apoia organizações maçónicas dirigidas por maçons, esposas e familiares como a Ordem de Amaranth, a Ordem da Estrela do Oriente, a Ordem do Santuário de Jerusalém bem como organizações para jovens, nomeadamente para rapazes a partir dos 12 aos 21 anos a conhecida Ordem DeMolay , e para raparigas a Ordem das Filhas de Job e a Ordem do Arco-Iris dos 12 aos 20 anos.

RITO ESCOCÊS RECTIFICADO-R.E.R.
O Rito Escocês Rectificado é um rito cristão com origem na Doutrina da Estrita Observância Templária do séc. XVIII (do Barão Carl von Hund -1722/1776- ) escrita no mais antigo documento maçónico francês (La carte inconnue de la franco-maçonnerie chrétienne). È um código maçónico cujo texto segue a lógica das Constituições do pastor Anderson mas sintonizado na crença do cristianismo como requisito primordial para a crença maçónica, o que o liga a uma tradição cavalheiresca que remonta aos cavaleiros templários.

O francês Jean-Baptiste Willermoz(1734-1824) – (iniciado em 1750, venerável em 1752 e grão-mestre em 1761) - realizou um intenso trabalho de pesquisa, condensação e depuração que resultou na sua actual versão. Willermoz sofreu a influência de Martinez de Pasqually fundador da Ordem dos Eleitos Coens (Elus Cohens) cuja obra continuou.

Willermoz foi assíduo frequentador das Lojas regulares françesas, dos Capítulos Templários Alemães da Estrita Obediência e dos Philalèthes, fundando em 1779 a Ordem dos Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa que reuniu à sua volta um grupo de maçons devotados a uma leitura espiritualizada e “mágica” dos ritos maçónicos, entre os quais Martinez de Pasqually, Luis Claude de Saint-Martin, Joseph de Maistre e o Conde de Saint-Germain.

Ensinava Willermoz que para encontrar a pedra cúbica, que contém em si todos os dons, virtudes ou faculdades, é necessário encontrar o princípio da vida. Esse espírito tem a faculdade de purificar o ser anímico do homem, prolongando a sua vida. E tem o condão de transformar os vis metais em ouro, encontrando-se nos três reinos da natureza. O Adepto teria que encontrar maneira de o manipular.

O código do Rito inspira-se no teosofismo de Martinez de Pasqually em que a doutrina esotérica deve comportar a revelação de verdades primordiais, comunicadas noutros tempos a seres privilegiados, mas com a possibilidade de ser transmitida aos que escolham a via do diálogo íntimo com o Criador.

O R.E.R. contou também com o trabalho de organização e depuramento ritualísta feito pelo Barão de Weiler, que rectificou algumas das lojas de Estrasburgo seguindo o rito da Estrita Observância Templária da Alemanha. Weiler instalou em 1774, em Lyon, o primeiro Grande Capítulo na região tendo colocado Willermoz como delegado regional. Posteriormente, foram constituídos mais capítulos em Montpellier e em Bordeaux. O sistema era constituído por 9 graus agrupados em 3 classes:

A primeira classe-Aprendiz, Companheiro e Mestre.
A segunda classe -Escocês Vermelho e Cavaleiro da Águia da Rosa Cruz.
A terceira classe -Escocês Verde, Escudeiro Noviço, Cavaleiro e Professo.
Estava e está ligado à mensagem de Amor e Tolerância do Novo Testamento sem detrimento da Justiça vinculada no Antigo Testamento.

Actualmente, o R.E.R. Completa-se por seis graus organizados em:
Lojas Azuis ou de S. João
1º - Aprendiz
2º- Companheiro
3º- Mestre
Maçonaria Rectificada
Lojas Verdes ou de Santo André
4º- Mestre Escocês de Santo André
Cavalaria Rectificada
Ordem Interior
5º- Escudeiro Noviço
6º- Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa
Existiam também os graus de inspiração sacerdotal integrados em Colégios de Profissão, hoje ocultos e portanto não praticados e que eram os Professos e os Grande Professos.

Os Altos Graus do R.E.R. são administrados por um Grande Priorado Independente sob a direcção jurisdicional de um Grão-Prior. E como todos os outros Altos Graus reconhecidos internacionalmente.

Todas as estruturas de Altos Graus mantem tratados de mútuo reconhecimento com a Grande Loja ou Grande Oriente a que os seus Irmãos pertencem e nos quais se devem manter em situação regular para poderem ter lugar naquelas estruturas.
Em resumo e para finalizar, na tradição judaico-cristã o conceito de rito refere-se a um corpo de tradição litúrgica normalmente correspondente a um determinado centro. Exemplos- falamos do rito romano ou latino, do rito bizantino , do rito ciríaco.
O conceito refere-se também a várias formas de actos religiosos agrupando três tipos de rito:

De Passagem, que produzem alterações na qualidade de um indivíduo(exemplo, os sacramentos do baptismo, do casamento ou de uma graduação);
Os de Adoração à divindade que tem lugar numa Igreja Cristã, numa capela, num mosteiro, numa sinagoga, numa mesquita;
E os ritos de Devoção pessoal que ocorrem em qualquer lugar sagrado ou numa peregrinação religiosa a um local de particular devoção (Fátima, Lourdes, Meca, etc...)

Na tradição simbólica e esotérica o rito é essencialmente uma expressão da interpretação dos usos e costumes da Fraternidade, das tradições transmitidas oralmente, desde que os maçons se reúnem a coberto para glorificar o Criador e evoluir na Arte Real. Isto, de acordo com as fontes de há 300 ou há 1000 anos.

O mais importante é que os ritos não são para os maçons e as suas organizações, bíblias, dogmas ou repositórios inquestionáveis de uma Verdade absolutizada ou sectarizada. São interpretações, exegeses, mergulhos na mais profunda dimensão dos Homens Livres, a sua profunda espiritualidade e sede de perfeição.
São caminhos mas não são O Caminho.

No décimo sétimo dia do quinto mês do A.D. de 2008 .
Alenquer, Bar do Além.
Victor A. Duarte, PGSIm., VGMhAd.

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