A Tertúlia do Bar do Além é uma associação aberta, não confessional, apolítica e informal, sem fins lucrativos.Interessados podem inscrever-se no seu mailing list.
por e-mail: bar.do.alem@gmail.com A Tertúlia desenvolve, desde 2000 o ciclo de almoços debate sobre o tema "O oculto ás claras" privilegiando assuntos esotéricos e metafísicos. O Alenquer Camping patrocina em exclusivo a Tertúlia Cultural e também a Tertúlia Desportiva. endereço postal: EN nº9, Km 94, 2580, Porto da Luz, Alenquer
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. setas e dardos
. desportos de praia
. campeonatos de cartas
CAMPEONATO DE SETAS,
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CAMPEONATO DE CARTAS Mediante inscrições e em função dos interessados haverá possibilidade tambem de criar em regime de escada, de pontuaçoes individuais uma competição permanente de King e Canasta. DESPORTOS de PRAIA
Depois do I torneio de Futebol de Praia do Verão, nas Instalações do estádio de desportos de praia do Alenquer Camping, foram entregues as taças no Bar do Além.
Durante todos os fins de semana diversos jogos de desportos em areia de praia (beach sports) andebol, volley, futebold e praia poderão ter lugar.
Astrólogo profissional; coach sistémico (Talent Manager); economista (Universidade Nova de Lisboa); formador (certificado pelo IEFP); autor (livro 'Oceano Ascendente', livro 'a Carta', e Tarot Delta); gestor (CEIA-Centro de Estudos e Inovação em Astrologia); investigador e terapeuta holístico
tema "Astrologia Psicológica e Inteligência Espiritual"
Entradas variadas, favas a portuguesa, sobremesa surpresa, vinho regional, café.
Restrições alimentares na inscrição
Preço tudo incluído 20 euros, fatura com IVA com nº de contribuinte se indicado. Reservas com transferência bancária para o NIB da Agirdin- nº 0033.0000.4541.5435.89105. Lotação limitada.
Filho e neto de militares, José Manuel Pedroso da Silva, nasceu em Lisboa, na freguesia de São Sebastião da Pedreira a 1 de Julho de 1947, tendo entrado aos 10 anos para o Instituto dos Pupilos do Exército onde concluiu o curso Geral de Indústria, a que somou o curso Técnico de Instrumentos de Precisão, frequentado na mesma instituição. Ambicionando mais do que uma carreira na classe dos sargentos, concorreria ao Instituto Superior Militar, onde concluiria o curso B, de Oficial Técnico de Manutenção de Material. Em 1991 foi aprovado no curso de Promoção a Oficial Superior do Instituto de Altos Estudos Militares. Paralelamente à carreira militar, a necessidade de ampliar os seus conhecimentos, algo que se poderia designar como uma sede de Saber, levou-o à frequência de vários cursos naquela que poderá ser designada como a trilogia de pesquisa fundamental: Biologia marinha na área da Malacologia; Língua, caligrafia e sigilografia chinesas; Simbologia, com destaque para a Heráldica. Poder-se-á então pensar que tal dispersão indiciava algum diletantismo, mas efectivamente tal dedução seria tão apressada quanto errada, já que, em cada área a que se dedicou, atingiu um patamar de conhecimento que ultrapassava o significativo.
Formação de um Heraldista
Paralelamente às pesquisas na esfera quer da Sinologia, quer da Malacologia, desenvolveu capacidades plásticas na esfera do Desenho e da Pintura que muito úteis lhe viriam a ser aquando do seu interesse pela Heráldica. Assim, além do curso de pintura chinesa já referido, frequentou um curso de Desenho de Contorno vocacionado para a Flora, regido por Juanita Hull no Jardim Botânico em Lisboa, o curso de Ilustração Biológica, sob a orientação de Pedro Salgado, no Departamento de Zoologia e Antropologia da Faculdade de Ciências de Lisboa e o curso de Iniciação à Serigrafia, regido por Luís Ferreira, entre outros. Não descurou a formação na área da Estética e da Simbologia, tendo frequentado o curso de Temas de Estética e Teorias de Arte Contemporânea leccionado por David Lopes na Sociedade Nacional de Belas Artes e o curso de Simbólica dos Animais, no Centro Nacional de Cultura, com regência de Armando Santinho Cunha.
A busca de conhecimentos na esfera da Armaria levou-o a finalizar o curso de Heráldica do Instituto Português de Heráldica e posteriormente o de Genealogia e Heráldica do mesmo Instituto, tendo ainda completado o curso de Heráldica no Palácio da Fronteira ministrado por António Pedro Sameiro, bem como o curso de Heráldica do Centro Lusíada de Estudos Genealógicos e Heráldicos da Universidade Lusíada, regido por Miguel Metelo Seixas. Mas nada do que acima ficou expresso explica o trabalho desenvolvido por José Manuel Pedroso da Silva. Para compreender o que este heraldista fez é necessário entender a sua formação noutras áreas. Foi através do estudo de diversas ciências que congregou um conhecimento polivalente que, ao invés de se esgotar num estudo enriquecedor mas estéril, foi aplicado à Arte Heráldica.
Entrada para o Gabinete de Heráldica do Exército e as primeiras armas criadas
A prestar serviço na Escola Militar de Electromecânica desde 1 de Abril de 1985, estagiaria no Gabinete de Heráldica do Exército, sob orientação de Jorge Guerreiro Vicente, entre 1990 e o final de 1992, apesar de manter funções naquela unidade. Seria transferido em 10 de Agosto de 1992 para o Batalhão do Serviço de Material, no Entroncamento, mas prosseguiria a colaboração com o Gabinete de Heráldica do Exército.
As primeiras armas que Pedroso da Silva criou, foram-no ainda com o Gabinete a ser dirigido por Guerreiro Vicente. Efectivamente, aquando do pedido de ordenação de armas para as Oficinas Gerais de Material de Engenharia, Pedroso da Silva estabeleceu uma proposta que Guerreiro Vicente aprovou, elaborando uma informação com aquela(1962). Tinham as armas a seguinte ordenação:
Esta ordenação era exemplar daquilo que viria a ser a marca das criações de Pedroso da Silva: escolheu para móvel central do campo um elemento do Reino Vegetal, o estramónio, de que não se conhecia, nem se conhece, qualquer outra utilização em heráldica, quer nacional, quer internacional: este conferia às armas uma característica erudita que se estendia também à escolha do semeado do campo de quinquefólios, numa elaborada alusão à Indústria, que era feita através da representação estilizada da flor de pau-ferro. Para timbre optou pela salamandra, que simbolizava o Génio que governa o Fogo, sendo este um elemento fundamental na criação e transformação dos materiais que servem de base da actividade do organismo armigerado. Este animal, da classe dos batráquios havia sido anteriormente proposto para timbre das armas da Escola Prática do Serviço de Material que o havia rejeitado. Pedroso da Silva entendeu recuperar este batráquio que considerava adequado às armas que estavam a ser ordenadas, o que mereceu a aprovação do comando da unidade. Esta escolha é também exemplar do desejo de Pedroso da Silva de não entrar em ruptura em relação ao trabalho que Guerreiro Vicente desenvolveu enquanto director do Gabinete de Heráldica do Exército, mas antes de lhe dar continuidade, sem, no entanto, se eximir de deixar uma marca própria. (3)
Chefia do Gabinete de Heráldica do Exército
Embora Pedroso da Silva tenha tomado posse em 15 de Fevereiro de 1993 como director do Gabinete de Heráldica do Exército (1965), exercia na prática esta tarefa desde o princípio daquele ano, data da reforma do seu antecessor. Apesar desta nomeação manteria funções no Batalhão de Serviço de Material, onde exercia o cargo de director de Instrução. De acordo com o ofício que informava esta nomeação, a prestação de serviço de Pedroso da Silva na Direcção do Serviço Histórico-Militar de que o referido Gabinete dependia deveria «[...] resumir-se a 1 (um) dia por semana (2.ª ou 6.ª feira).» ficando esta situação de ser revista numa futura mudança de colocação deste oficial. Com a integração do Batalhão de Serviço de Material na Escola Prática do Serviço de Material datada de 1 de Setembro de 1993, viria ainda a desempenhar nesta unidade as funções de chefe da Secção de Operações, Informações e Segurança, ficando exclusivamente colocado na Direcção do Serviço Histórico-Militar apenas em 21 de Junho de 1994. Enquanto responsável pela Heráldica do Exército, entre a data da sua entrada para o Gabinete e o final do século XX, Pedroso da Silva produziu 37 armas para o Exército Português, tendo sido a primeira ordenação, já como responsável pela Heráldica do Exército, relativa ao escudo de armas do Comando de Logística, que espelhava, desde logo, o propósito de manter os padrões que os seus antecessores no cargo tinham estabelecido. Relativamente ao que havia sido produzido pelo organismo que então passava a reger, manteve a preocupação pela simplicidade e visibilidade. No campo, de azul, apenas uma figura, mas plena de significado, uma bolsa de prata simbolizando «[...] os recursos que a Nação coloca à disposição do Exército [...]»
2) Este documento nada tem de secreto, nem tem a pretensão de constituir nenhum repositório de natureza histórica, nem de constituir nenhum procedimento confessional ou para qualquer tipo de iniciação, ou de práticas de superstição visando a obtenção de resultados ocultos. Serve apenas o interesse de um conjunto de membros da Tertúlia do Bar do Além, em realizar um exercício prático de uma cerimónia "branca", mas simbólica, de celebração solsticial, dita de mid summer.
3) Os elementos constantes do ritual contêm fatores de evocação do solstício de Verão e do Fogo de São João, de práticas ancestrais imputáveis a remota origem celta, bem como de costumes de origem tradicional associadas à noite mais curta do ano (São João 24 Junho), prenúncio portanto do dia mais longo. Pode ser-lhes atribuído o significado profano a gosto de cada um, ou para os iniciados, aquele que a respetiva sensibilidade espiritual o permitir.
Programa Indicativo exclusivo para os membros da Tertúlia atempadamente e confirmadamente inscritos (lotação limitada)
- Dia 23 de Junho, sábado a partir das 20.00h, chegada dos participantes inscritos previamente, (maioritariamente vestidos de branco) receção no secretariado com entrega do ritual impresso, e de uma vela/tocha a cada um (pagamento prévio da inscrição de 20.00€ por pessoa).
- 20.30h início de jantar de barbecue volante (ágape) na esplanada da nogueira velha.
- 22.00h Após o por do sol, haverá uma nota oral explicativa pelo Mestre de Cerimónias, e dá-se a deslocação dos participantes em cortejo de fila singular e silenciosa, para a ascensão à plataforma da cerimónia, “subindo a montanha” seguindo o Mestre-de-cerimónias com o seu archote aceso, simbolicamente a partir do fogo do ano anterior.
- Às 22.15h disposição dos participantes em círculo, à volta da pira de madeiros, previamente arranjada, onde já se encontram silencioso os quatro mestres celebrantes com as suas túnicas, ou balandraus negros.
- O 1º Mestre Celebrante acompanhado de três Co-celebrantes assume a sua posição a Oriente ou nascente, (com uma mesa, como altar dos perfumes) e os demais 3 nos outros pontos cardeais: Ocidente ou poente, Norte e Sul todos empunhando archotes apagados. Forma-se assim um pentagrama, com o Mestre-de-cerimónias, com cinco pontas, e no quadrado dos pontos cardeais, inscrito no círculo dos participantes. Conjuga-se pois a geometria dos 3 triângulos do pentagrama, com a do quadrado e com a do círculo que os contém.
O Mestre-de-cerimónias dirige a celebração com passos rituais, em esquadria, pontuados pelo bastão do archote e no sentido sinistorsum, pois no hemisfério norte, o périplo do Sol desenvolve-se da direita para a esquerda, face ao Norte magnético.
RITUAL ABERTURA da Celebração do Solsticio
(já na plataforma da cerimónia, onde está a pira de madeiros)
Á chegada do cortejo dos participantes, conduzidos pelo Mestre de Cerimónias, com o seu archote aceso, no fogo do ano anterior, estão já presentes na plataforma, os 4 Mestres Celebrantes, com os archotes apagados, nos pontos cardeais, revestidos por túnicas negras, e formando um quadrado (em 2009 foi emitida música adequada, com trechos do Hino à alegria de Beethoven e da dança do Fogo de Falla, e em 2010 com trechos de Ode à Alegria do Cirq Soleil).
Em 2012 foram emitidos:
1) - Para o cortejo inicial, enquanto os participantes se aproximavam da pira (ainda apagada), preparando-se para a cerimónia: "Ameno Dore Me", do grupo "ERA". (Significa "Ameniza a minha dor"). Uma versão cantada e legendada em português e no original latim pode ser encontrada aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=TOvEd0uZFuw
2)-Durante as três viagens (da Aprendizagem, de Companheirismo e de Mestria): três faixas do CD "Sacrus Profanus", do grupo "Strella do Dia".
3)-Para o cortejo de saída: "Ode an die Freude" (Ode à Alegria), último andamento da 9a.Sinfonia de Beethoven.
O Mestre celebrante do oriente, está a nascente, com o archote apagado frente a um altar/mesa com 3 velas: vermelha, azul e verde, e 4 recipientes com sal, incenso, mirra e resina)
O 2º Mestre celebrante do ocidente, a poente
O 3º Mestre celebrante a Norte, no Boreal
O 4º mestre celebrante a Sul, no Meio Dia
- Mestre de Cerimónias (coloca-se entre o ocidente e o Meio Dia, constituindo o vértice do 3º triangulo que compõe o pentagrama com o seu archote aceso).
PROCLAMAÇÃO INCIAL
Mestre de Cerimónias -Minhas Senhoras e Senhores, Meus Irmãos e meus Amigos testemunhas e participantes!
Eu proclamo ao Nascente, ao Norte, ao Poente e ao Sul, que neste final de um dos dias mais longos do Ano, e prenúncio da noite mais curta deste décimo segundo ano do III Milénio, nos encontramos aqui conscientes e livremente, para celebrar solenemente a Festa Solsticial de Verão, através de um Fogo de São João, ao fim de um ano de trabalhos e sementeiras, e em vésperas de colheitas, com o sentimento de partilha do dever cumprido.
Convido-vos pois, a cada um, que queira tomar a sua vela/tocha em ambas as mãos, sempre em silêncio, e que será oportunamente alumiada, com a transmissão do fogo do meu archote, e que participem neste grande círculo, por detrás dos celebrantes situados nos quatro pontos cardeais, formando um quadrado, neste pentagrama, e a distância cautelar, a fim de se evitarem incidentes.
NOTA: Os archotes dos celebrantes não são acesos
1ª FASE DO RITUAL
ANEL de FOGO
(Pausa para os participantes munidos de velas formarem o Circulo, e que de seguida são acesas através do archote do Mestre de Cerimónias, uma a uma, sem que os participantes saiam dos seus lugares, formando assim um anel de fogo)
Mestre de Cerimónias - Logo que sejam solicitados, agora que todas as testemunhas têm a chama dos seus espíritos identificadas pelo fogo que receberam, e integraram o anel de fogo da união, vão todos participar ativamente em 3 atos sucessivos ao meu exemplo, e a seu tempo quando for anunciado:
1) Aproximarem-se do grande fogo, para a ele se associarem, no final, com a vossa chama, integrando-se assim no anel de fogo exterior de São João.
2) De seguida participarem neste circulo que será transformado numa roda da vida, que girará três vezes, num simbolismo de três viagens, que cada um interpretará para si, como melhor entender!
3) Formarem integrarem uma cadeia de união, de fidelidade e solidariedade.
Agradecemos a todos a vossa presença e a vossa participação interessada!
2ª FASEDO RITUAL PROCLAMAÇÂO
Mestre de Cerimónias.
- Proclamo agora aos quatro pontos cardeais, que com a transmissão das chamas está formado o anel de fogo interior, do círculo das testemunhas, e participantes da Festa Solsticial do Verão e do Fogo de São João deste décimo segundo ano do terceiro milénio! (os archotes dos celebrantes mantem-se apagados).
- Mestre Celebrante do Oriente - Como foi formada esta Fogueira?
- Mestre Celebrante do Sul – Foi com mãos humildes que recolheram da Mãe Terra os madeiros necessários a sua formação.
-Mestre Celebrante do Oriente - Que dimensões tem a Fogueira do Fogo de São João?
-Mestre Celebrante do Norte –
Tem por teto o Universo, por solo toda a Terra, o Norte, o Ocidente, o Sul e o Oriente como paredes limitadoras, fazendo a entrada pelo portal onde está o Mestre-de-cerimónias, e ainda tem:
-Três côvados de base,
- Quatro côvados de altura,
- Cinco côvados de diagonal
-Mestre Celebrante do Oriente - Quem a protege?
-Mestre celebrante do Norte - Uma Imensa abóbada Celeste, cheia de estrelas!
-Mestre Celebrante do Oriente - Está portanto sob proteção dos Espíritos Celestes?
- Mestre Celebrante do Norte -Assim é, eles são os nossos verdadeiros Protetores!
- Mestre Celebrante do Oriente - Quem a guarda?
- Mestre Celebrante do Norte - Cinco Grandes Archotes colocados à distância justa, e que figuram assim, as Cinco Pontas Sagradas da Estrela SIRIUS.
- Mestre Celebrante do Oriente - Porquê?
- Mestre Celebrante do Sul - Para que as Leis Celestes se reflitam sobre a Terra, nas Leis dos homens, afim que aquilo que está em Baixo seja como aquilo que está em Cima.
- Mestre Celebrante do Oriente - Que assim seja, é por isso que o traçado desta Cerimónia, e segundo a Palavra transmitida, é como a abóbada celeste em todas as suas partes.
- Mestre Celebrante do Ocidente - Assim é, do Nascente ao Poente, e do Norte ao Sul, a fim que a Humanidade receba a Paz, e que a glória dos pensamentos dos Homens permaneça em Harmonia.
3ª FASE do RITUAL
Iluminação das tochas e das velas
propiciatórios
- Mestre Celebrante do Oriente - Que o Céu se reflita então sobre a Terra, e que assim, no horizonte do Oriente, seja alumiado o primeiro Archote, a Nascente!
Mestre de Cerimonias dirige-se em esquadria, no sentido idêntico ao périplo da luz solar, sinistorsum, alumia o Oriente, e retoma pausadamente o seu lugar,
Mestre Celebrante do Oriente - Mestre de Cerimónias, alumia os pontos cardeais como o sol percorre o arco da abóbada celeste, sucessivamente o Norte, o Sul ou Meio Dia, e o Ocidente ou poente.
- Mestre Celebrante do Norte - Que o Oriente e o Ocidente se unam, e que assim, a Boreal, no horizonte Norte, seja alumiado o segundo Archote!
-Mestre de Cerimónias alumia o Norte, proclama a execução, e retoma o seu lugar, e depois de chamado, pelo Celebrante do Oriente, dirige-se para Sul
-Mestre Celebrante do Oriente –
Mestre-de-cerimónias alumia agora o horizonte Sul, ao Meio dia!
Mestre-de-cerimónias, cumpre a ordem e proclama a sua execução, regressando ao seu lugar, sempre em silêncio e com passo em esquadria.
-Mestre de celebrante do Oriente- Mestre-de-cerimónias a fim que tudo seja perfeito do Ocidente ao Oriente, que o Céu e a Terra se unam, e que seja alumiada o último Archote, no horizonte a Ocidente no Poente!
Mestre de Cerimonias alumia o Poente e proclama o resultado, retoma o seu lugar, em silêncio e com passos de esquadria e pausadamente.
Mestre Celebrante do Oriente - Que o Globo Terrestre do Ocidente e o Oriente de Norte ao Sul se unam agora, e que assim, no horizonte, do nascente ao poente, e do norte ao sul, fique completa e visível a Estrela Sirius de cinco pontas, no firmamento celeste.
Mestre celebrante do Oriente É chegado o momento de invocarmos os votos propiciatórios das três velas no altar: -Que o Mestre de Cerimónias acenda e consagre a vela vermelha!
- Mestre Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela vermelha fica acesa em recordação de todos os mortos ancestrais das famílias que nos precederam nesta terra, e sem os quais não seriamos quem somos!
Mestre Celebrante do Oriente
- Que o Mestre de Cerimonias acenda e consagre a Vela Azul!
- Mestre Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela azul fica acesa em testemunho e fidelidade a todos os familiares e amigos ausentes, que não podem estar aqui connosco nesta noite, mas que partilham a nossa fé no eterno retorno à Luz.
Mestre Celebrante do Oriente - Que o Mestre de cerimónias acenda a vela Verde!
Mestre de Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela verde fica acesa na esperança que todas as crianças que vierem a nascer, possam perpetuar os nossos valores sob o fogo do Sol!
Mestre de cerimónias regressa ao seu lugar, em esquadria e pausadamente.
Mestre Celebrante do Oriente – Proponho que este simbolismo seja reconhecido por todos , e nos recorde o permanente combate diário da Luz sobre as Trevas!
Mestre Celebrante do Norte - Que esta nossa Noite não seja senão, - de Luz!
Mestre Celebrante do Oriente - No Início dos Tempos era a Lógica, e a Lógica estava perto de Deus Criador, e a Lógica era o Criador. Estava no Início próximo do Criador.
- Tudo foi feito por Ele, e nada do que foi criado foi feito sem Ele. Ele era a Vida, e a Vida era a Luz dos Homens. E a Luz iluminava as Trevas, e as Trevas não a ocultavam.
Mestre Celebrante do Norte - Que todos aqui presentes, e que nos circundam, sejam animados como nós assim estamos, de sentimentos fraternos, de união, de paz e de amor por todos os seres.
Mestre Celebrante do Sul - Que estes Lumes e Archotes Misteriosos que vão inflamar-se em breve neste Fogo, nos recordem que a Chama Espiritual que nos foi transmitida, nunca fique jamais extinta em cada um de nós!
Mestre Celebrante do Ocidente - Que os Archotes nos iluminem na realização da nossa Obra comum.
Mestre Celebrante do Oriente - Demos, os celebrantes, um passo, com o pé direito, em direção à fogueira!
Mestre de Cerimónias, acompanha-nos para acendermos a fogueira com o fogo de São João!
- Que estas cinco Chamas nos inflamem de solidariedade no trabalho, pois que as Leis da Harmonia que regulam o Universo nos dão um tão admirável exemplo.
Mestre Celebrante do Norte - Que a beleza da Luz nos acompanhe!
Mestre Celebrante do Sul - Que a harmonia da Alegria esteja nos corações!
Mestre Celebrante do Ocidente – Que a justiça reine entre os Homens
Mestre Celebrante do Oriente - Que a força da Fidelidade, da Fraternidade e da Solidariedade reine para Sempre!
E convido todos juntos, que queiram proclamar em alegria, comigo por três vezes três!
Todos:
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos:
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos:
Vivat, Vivat, semper Vivat
IV FASE DO RITUAL
Atear da fogueira e dos perfumes
Mestre Celebrante do Oriente Ao meu exemplo que os celebrantes acendam a Fogueira!
Mestre de Cerimónias, inicia tu a transmissão do Fogo inicial!
Mestres Celebrantes do Oriente, Norte, Sul, Ocidente e Mestre-de-cerimónias, ateiam a fogueira com as suas tochas e regressam aos seus lugares dando um passo atrás.
PAUSA (E logo que as chamas se ateiem na grande fogueira):
- Mestre Celebrante do Oriente – Mestre de Cerimónias, que seja lançado o incenso, a resina e a mirra.
- Mestre de Cerimónias Assim procede (deita os perfumes pausadamente de cada um dos recipientes) e anuncia
- Deito ao fogo o incenso para perfumar a elevação dos nossos espíritos
- Deito ao fogo a mirra para agradar aos espíritos dos que nos precederem
- Deito ao fogo a resina para consagrar este momento à sabedoria e à justiça
– Mestre Celebrante do Oriente
- Como desde os séculos dos séculos, desde o tempo dos santuários, que o Fogo Sagrado flua perante o Senhor da Eternidade, vos digo:
- Que este Fogo, e estes perfumes olorosos purifiquem e envolvam todo o nosso ser!
- Que as nossas inteligências se desenvolvam, e que os espíritos dominem sem cessar, em nós, os impulsos materiais inferiores
- Que as nossas alegrias sejam apenas as do SER e do ESPIRITO!
- Que a todos nós seja possível sermos tão felizes cá em Baixo, como tal seja possível ao Homem desejar lá em Cima.
Mestre de Cerimónias -Que o Fogo receba também o Sal, símbolo da amizade duradoura, e da imortalidade! (deita o sal grosso na Fogueira).
- Mestre Celebrante do Oriente
Que as chamas dancem alto,
E reaqueçam os nosso corações
Que as centelhas irrompam,
E tragam Luz às nossas almas.
Que as crepitações nos despertem,
Que os nossos votos e desejos se realizem,
Que o fumo suba alto
Em direção ao criador,
No céu estrelado.
Que as bênçãos celestes recaiam sobre todos nós!
- Mestre Celebrante do Oriente - Guardemos um minuto de silêncio para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.
V FASE DO RITUAL
ANEL DE FOGO EXTERIOR
Mestre de Cerimónias - Que se aproximem todos os celebrantes e testemunhas e juntem a sua chama, à de todos nós! Que depois do circulo de fogo interior realizemos agora o circulo do anel de fogo exterior.
- Que cada um venha dos seus pontos cardeais juntar o seu lume ao grande Fogo de São João, antes da bênção da evocação final concedida, para que os desejos e os votos de todas as almas sejam admitidos.
- Que se aproximem todos os participantes e testemunhas, que juntem pois a sua chama à de todos nós, e que nesse momento formulem um desejo, ou um voto, ou uma promessa que esperam, seja cumprido
(Os celebrantes um a um, à exceção do Mestre de Cerimónias colocam ordeiramente os seus archotes na Fogueira, sendo o último o Celebrante do Oriente, que além do seu archote coloca a vela vermelha, a azul e a verde, retirando-as do altar)
Mestre de Cerimónias: - Guardemos agora mais um minuto de silêncio inspirador, para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.
Mestre Celebrante do Oriente - Que estas brasas, antes de desaparecerem, deixem nos nossos corações o Fogo do seu poder e da sua Força
(curta pausa)
VI FASE DO RITUAL
RODA DA VIDA
Mestre de Cerimónias (sempre com o archote aceso): Formemos a Cadeia da Roda da Vida!
- Conduz a formação de Uma Cadeia Longa (de mãos dadas) que, liderada pelo Celebrante do Oriente, como uma roda, dará três voltas sinistorsum, na busca da Luz do Oriente, com epicentro na Fogueira, e com início pelo Oriente, e retorna a este lugar, depois de passar pelos outros pontos cardeais.
Todos os celebrantes tomam parte nesta cadeia de união.
Mestre de Cerimónias: (que não integra a cadeia e que circulará no seu interior)
- vamos todos agora iniciar as nossas três viagens da Roda da Vida!
No início da 1ª volta, o Mestre de Cerimónias acompanha o movimento do circulo e proclama:
- Com passos pequenos, esta primeira viagem recorda-nos a fase de aprendizagem das nossas vidas. Relembra-nos a infância, hesitantes no caminho a prosseguir, em que a mão do nosso guia próximo é o conforto mínimo e em quem se pode confiar o sentido da nossa marcha pelo mundo.
No início da segunda volta o Mestre de Cerimónias proclama:
-Com passos mais largos, esta segunda viagem representa a nossa idade ativa do companheirismo, já podemos pelo pouco saber adquirido, confiar nas mãos dos que nos precedem, ou que nos seguem em companhia, e por isso, mais confiantes, já pouco hesitámos nos nossos passos.
No inicio da terceira volta, O Mestre de Cerimónias proclama:
- Com passos livres, esta terceira e última viagem simboliza o grau de maturidade e mestria que podemos alcançar, os nossos passos são mais rápidos, e acham-se mais soltos e lestos, já podemos auxiliar aprendizes e companheiros, pois só se transmite o que antes se adquire!
VII FASE DO RITUAL
Cadeia de união da fidelidade e
Evocação Final:
Mestre de Cerimónias - Terminada a terceira volta, a cadeia fica estática, no seu ponto de partida, mantendo-se todos numa nova cadeia de união - com as mãos esquerdas assentes no ombro direito da testemunha da esquerda, e com a mão direita sobre o próprio coração, em sinal de fidelidade e comunhão, constituindo-se assim, uma corrente solidária e purificadora de energia positiva!
- Meus Irmãos e meus Amigos, congratulemo-nos pela cerimónia ritual que cumprimos com rigor, ritual e lealmente.
-Que o símbolo das chamas que fizemos reviver, nos conduza por cada um dos dias vindouros para a Perfeição do nosso Trabalho.
-Fiquemos fortalecidos nos nossos corações pelo Amor do nosso próximo, e pelo sentimento de fidelidade no cumprimento dos nossos deveres de consciência e dos valores espirituais universais , como nós nos devotamos ao serviço da Verdade.
-Que as nossas futuras Festas de celebração dos Solstícios e do Fogo de São João, sejam cada vez mais afirmadas pela vossa união, e pela vontade de sermos úteis aos nossos semelhantes
- Que elas sejam para sempre um espaço de Paz, de Harmonia, de Tolerância e Solidariedade fraternas, e que a Cadeia das nossas mãos e corações seja, a partir de agora, tão forte entre nós, que nada possa, nunca, a quebrar.
PAUSA de Poucos instantes
Mestre Celebrante do Oriente - Rompamos a Cadeia de União ao meu exemplo! (e exemplifica)
- Acompanhem-me ao meu ritmo: desfazem a cadeia e soltam as mãos, levantam os 2 braços ao céu, e depois deixam-nos cair ao longo do corpo com uma palmada seca. Todos ao mesmo tempo!
(curta pausa, mantendo-se a formação do círculo)
Mestre Celebrante do Oriente - A que momento devem os fogos de São João estar findos no Solstício de verão?
Mestre Celebrante do Ocidente - É Meia Noite! O momento chegou!
Mestre Celebrante do Oriente - Porque assim é, antes de nos separarmos com ordem e harmonia, que ressoe uma última vez na noite do Solstício de Verão do XII ano do III Milénio, o nosso triplo sinal de alegria, em honra e homenagem aos que nos precederam, aos que nos vão suceder, e a todos os ausentes!
-Todos, e três vezes três!
Vivat, Vivat, semper Vivat!
Todos :
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos
Vivat, Vivat, semper Vivat
(final)
Mestre de Cerimónias: empunha o seu archote aceso, e sob a música de uma ode à alegria (de Beethoven, ou do Cirq du Soleil ou da dança do Fogo de Falla ) conduz o cortejo dos Mestre Celebrantes, e Testemunhas participantes, para em coluna individual, abandonarem em silêncio a plataforma da cerimónia, e descerem para regressaram em fila e à esplanada da Nogueira Velha, do ágape, onde se generalizam a partilha dos comentários sobre a celebração realizada.
O maior flagelo do séc. XXI é o terrorismo das falsas verdades praticado pelas democracias corruptas.
Intervenção de João Santos Fernandes
Aos 29 dias de Janeiro de 2011 PREDIÇÕES E PREVISÕES PARA 2011/12
(cometa Halley)
Ao longo de anos tenho vertido para os meus livros os três principais conceitos fundamentais que regulam todo o Universo:
Conforme diz o Antigo Testamento, no Livro de Qohelet (Eclesiastes), atribuído ao Rei Salomão, tudo é Ilusão. Platão dizia-nos, de igual modo, que só entrando no Mundo das Ideias, abandonando o Mundo das Formas, se chega à Verdade. E, complementando tudo isto, Aristóteles introduz a simbologia de Roda de Vida, retomada pelo grande filósofo da Idade Média Anício Severino Boécio (480-525), criando a Roda de Boécio, ou hoje dita Roda da Fortuna, mito de ascensão e queda, ou, quem se humilha será exaltado e quem se exalta será humilhado, ou, não há bem que sempre dure, nem há mal que não acabe.
Tudo obedece a Matrizes, rigorosamente construídas por acção-reacção das energias produzidas, positivas, negativas ou neutras, a diferentes níveis do Universo, geometrizando-se estas numerologicamente, não só em datas mas em ciclos e chaves, até que tudo esteja rectificado de erro, algo que as Leis do Universo não admitem na sua construção. O Verdadeiro Sábio não erra.
A descoberta do devir é então um 3 em 1, passado-presente-futuro, acessível às faculdades de todos os seres que emanam e desenvolvem a rectidão das Leis da Natureza e do Universo, complementando os raciocínios académicos, com integrações analógicas, obtidas de axiomas (tantas vezes sem se ver nexo) para os teoremas que ditam a evolução da Humanidade e a nossa vida individual.
Recordo hoje um quadro retirado do meu livro Aníbal, Maldição do Deus de Israel que desde já nos pode ajudar a reflectir sobre a Europa vs Portugal:
QUADRO TERNÁRIO DAS MATRIZES DA ERA PEIXES/AQUÁRIO
LETRAS CICLO I CICLO II CICLO III ESTELAS
alpha Henrique I Início do Império
beta Sancho I João V Costa general Papisa
gamma Afonso II José I Ramalho general Imperatriz
delta Sancho II Maria I Mário Imperador
epsilon Afonso III João VI Jorge Papa
digamma Dinis Frota Imperial Pedro IV Divisão Imperial Aníbal XVII Tratado Imperial
zeta Afonso IV Miguel Profecia atlante Carro
eta Pedro I Maria II Justiça
theta Fernando Pedro V Eremita
iota João I Luís Profecia papal Roda
kappa Henrique Argos Duarte Carlos I César-República Henrique Celta Força
lambda Afonso V Henrique-tio XVII Manuel II (fuga) Enforcado
mu João II Mundo Imperial Manuel Fim Mundo Real Mundo Global Morte
nu Manuel I Teófilo Temperança
xi João III Maldição terrena Bernardino (dual) Maldição lunar Maldição solar Diabo
pi Henrique XVII Sacerdote Canto/Castro Argonauta realEstrela
(tsade) Filipe II Derrota Imperial António Anarquia Governo Alexandre Derrota Imperial Lua
(qoph) Filipe II Manuel Sol
rho Filipe III António general Julgamento
sigma Teodósio/João IV Craveiro general Mundo
Tau Rei Louco XXII Preso Argonauta Louco XLIV Preso Imperador Louco LXVI Preso
Mat Tosão Ouro PAINÉIS DA ORDEM DE CRISTO (ditos painéis de São Vicente)
Painel I Painel II Painel III Painel IV Painel V Painel VI Somas Simbologia
III IIII XI XI IIII II XXXV 8 Cristo II II IIII IIII III II XVII 8 Estrela I I II II I I VIII 8 Sol Dia I Dia II Dia III Dia IV Dia V Dia VI Dia VII Criação VI VII XVII XVII VIII V LX Lua
Luis Miguel Rocha é um escritor plolémico que consta ter tido em mãos o diario do Papa João Paulo I. É também um investigador, e acedeu a participar como orador na última tertúlia da primeira década do ano 2000 do III milénio sobre o tema Mistrerios e Segredos do Vaticano, onde poderá igualmente disponibilizar e autografar alguns livros da sua autoria e que se acham esgotados. O seu livro em refer~encia vendeu 500.000 exemplares. O contrato com a editora americana envolveu meio milhão de dólares. Entrou recentemente para a lista dos 30 mais vendidos do "The New York Times".
Como habitualmente, a entrada na tertúlia e ao seu almoço debate é reservada prioritáriamente aos membros da Tertúlia e aos seus convidados, que se podem inscrever exclusimente pelo e-mail:
Extracto de entrevista publicada no jornal I por André Rito em 26 de Agosto de 2009
Considera-se um conspirador?
Não. Trata-se sim de uma história de conspiração. A religião não é para aqui chamada. Falo apenas de pessoas que por acaso pertencem a uma instituição que é o Vaticano.
Com base em factos reais?
Nisso procuro ser muito rigoroso. O leitor do thriller é muito exigente e gosta de verificar os factos. Se, por exemplo, estiver nalguma cidade citada no livro, gosta de ir ver, confirmar com os próprios olhos. Aliás, tenho uma equipa permanente em Roma a investigar factos ligados ao Vaticano.
Foi assim que arranjou a tal cópia do diário de João Paulo I que lhe inspirou o livro?
Tenho fontes privilegiadas. Se não existissem eu nunca teria publicado estes livros. Quem me passou o diário já não está entre nós. Hoje tenho jornalistas experientes a trabalhar comigo.
Não deixa de ser irónico, visto ter tido uma educação católica e ter trabalhado na Igreja.
Não sou inimigo da Igreja. Tenho imensos amigos padres e bispos. Se não tivesse, os meus livros não existiam. Apenas não lido muito bem com a hierarquia católica, sobretudo do topo. Por outro lado, se o Vaticano não fosse tão fechado, eu não teria matéria para os meus livros.