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Sunday, April 13, 2014

Asrologia psicologica e Inteligencia espititual com Joao Medeiros sabado 17 de MAIO na Tertulia do Bar do Alem, Alenquer




 
INFORMAÇAO/ CONVITE
Almoço debate da Tertúlia do Bar do Alem
dia 17 de Maio, sábado as 12h
Bar do Alem, Alenquer, EN  Nº 9, Km 94

Orador João Medeiros
Astrólogo profissional; coach sistémico (Talent Manager); economista (Universidade Nova de Lisboa); formador (certificado pelo IEFP); autor (livro 'Oceano Ascendente', livro 'a Carta', e Tarot Delta); gestor (CEIA-Centro de Estudos e Inovação em Astrologia); investigador e terapeuta holístico
tema
 "Astrologia Psicológica e Inteligência Espiritual"
textos de apoio:
Moderador
Luís Nandin de Carvalho
Menu do almoço
Entradas variadas, favas a portuguesa, sobremesa surpresa, vinho regional, café. 
Restrições alimentares na inscrição
Preço tudo incluído 20 euros, fatura com IVA com nº de contribuinte se indicado. Reservas com transferência bancária para o NIB da Agirdin- nº 0033.0000.4541.5435.89105. Lotação limitada.
Mapa de acesso será enviado a quem o solicitar.
 
inscrições exclusivamente por email
 


Thursday, September 19, 2013

Misterios desvendados da HERALDICA, dia 19 de Outubro no Bar do Alem

Dia 19 de Outubro, sábado as 12h em Alenquer,
O Coronel José Manuel Pedroso da Silva
será o orador convidado da Tertúlia do Bar do Alem
Inscrições limitadas a lotação pelo mail bar.do.alem@gmail.com
 

Nota Biográfica

Filho e neto de militares, José Manuel Pedroso da Silva, nasceu em Lisboa, na freguesia de São Sebastião da Pedreira a 1 de Julho de 1947, tendo entrado aos 10 anos para o Instituto dos Pupilos do Exército onde concluiu o curso Geral de Indústria, a que somou o curso Técnico de Instrumentos de Precisão, frequentado na mesma instituição. Ambicionando mais do que uma carreira na classe dos sargentos, concorreria ao Instituto Superior Militar, onde concluiria o curso B, de Oficial Técnico de Manutenção de Material. Em 1991 foi aprovado no curso de Promoção a Oficial Superior do Instituto de Altos Estudos Militares. Paralelamente à carreira militar, a necessidade de ampliar os seus conhecimentos, algo que se poderia designar como uma sede de Saber, levou-o à frequência de vários cursos naquela que poderá ser designada como a trilogia de pesquisa fundamental: Biologia marinha na área da Malacologia; Língua, caligrafia e sigilografia chinesas; Simbologia, com destaque para a Heráldica. Poder-se-á então pensar que tal dispersão indiciava algum diletantismo, mas efectivamente tal dedução seria tão apressada quanto errada, já que, em cada área a que se dedicou, atingiu um patamar de conhecimento que ultrapassava o significativo.
 

Formação de um Heraldista 

Paralelamente às pesquisas na esfera quer da Sinologia, quer da Malacologia, desenvolveu capacidades plásticas na esfera do Desenho e da Pintura que muito úteis lhe viriam a ser aquando do seu interesse pela Heráldica. Assim, além do curso de pintura chinesa já referido, frequentou um curso de Desenho de Contorno vocacionado para a Flora, regido por Juanita Hull no Jardim Botânico em Lisboa, o curso de Ilustração Biológica, sob a orientação de Pedro Salgado, no Departamento de Zoologia e Antropologia da Faculdade de Ciências de Lisboa e o curso de Iniciação à Serigrafia, regido por Luís Ferreira, entre outros. Não descurou a formação na área da Estética e da Simbologia, tendo frequentado o curso de Temas de Estética e Teorias de Arte Contemporânea leccionado por David Lopes na Sociedade Nacional de Belas Artes e o curso de Simbólica dos Animais, no Centro Nacional de Cultura, com regência de Armando Santinho Cunha.
A busca de conhecimentos na esfera da Armaria levou-o a finalizar o curso de Heráldica do Instituto Português de Heráldica e posteriormente o de Genealogia e Heráldica do mesmo Instituto, tendo ainda completado o curso de Heráldica no Palácio da Fronteira ministrado por António Pedro Sameiro, bem como o curso de Heráldica do Centro Lusíada de Estudos Genealógicos e Heráldicos da Universidade Lusíada, regido por Miguel Metelo Seixas. Mas nada do que acima ficou expresso explica o trabalho desenvolvido por José Manuel Pedroso da Silva. Para compreender o que este heraldista fez é necessário entender a sua formação noutras áreas. Foi através do estudo de diversas ciências que congregou um conhecimento polivalente que, ao invés de se esgotar num estudo enriquecedor mas estéril, foi aplicado à Arte Heráldica.
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Entrada para o Gabinete de Heráldica do Exército e as primeiras armas criadas 

A prestar serviço na Escola Militar de Electromecânica desde 1 de Abril de 1985, estagiaria no Gabinete de Heráldica do Exército, sob orientação de Jorge Guerreiro Vicente, entre 1990 e o final de 1992, apesar de manter funções naquela unidade. Seria transferido em 10 de Agosto de 1992 para o Batalhão do Serviço de Material, no Entroncamento, mas prosseguiria a colaboração com o Gabinete de Heráldica do Exército.
As primeiras armas que Pedroso da Silva criou, foram-no ainda com o Gabinete a ser dirigido por Guerreiro Vicente. Efectivamente, aquando do pedido de ordenação de armas para as Oficinas Gerais de Material de Engenharia, Pedroso da Silva estabeleceu uma proposta que Guerreiro Vicente aprovou, elaborando uma informação com aquela(1962). Tinham as armas a seguinte ordenação:
Esta ordenação era exemplar daquilo que viria a ser a marca das criações de Pedroso da Silva: escolheu para móvel central do campo um elemento do Reino Vegetal, o estramónio, de que não se conhecia, nem se conhece, qualquer outra utilização em heráldica, quer nacional, quer internacional: este conferia às armas uma característica erudita que se estendia também à escolha do semeado do campo de quinquefólios, numa elaborada alusão à Indústria, que era feita através da representação estilizada da flor de pau-ferro. Para timbre optou pela salamandra, que simbolizava o Génio que governa o Fogo, sendo este um elemento fundamental na criação e transformação dos materiais que servem de base da actividade do organismo armigerado. Este animal, da classe dos batráquios havia sido anteriormente proposto para timbre das armas da Escola Prática do Serviço de Material que o havia rejeitado. Pedroso da Silva entendeu recuperar este batráquio que considerava adequado às armas que estavam a ser ordenadas, o que mereceu a aprovação do comando da unidade. Esta escolha é também exemplar do desejo de Pedroso da Silva de não entrar em ruptura em relação ao trabalho que Guerreiro Vicente desenvolveu enquanto director do Gabinete de Heráldica do Exército, mas antes de lhe dar continuidade, sem, no entanto, se eximir de deixar uma marca própria. (3)

Chefia do Gabinete de Heráldica do Exército 

Embora Pedroso da Silva tenha tomado posse em 15 de Fevereiro de 1993 como director do Gabinete de Heráldica do Exército (1965), exercia na prática esta tarefa desde o princípio daquele ano, data da reforma do seu antecessor. Apesar desta nomeação manteria funções no Batalhão de Serviço de Material, onde exercia o cargo de director de Instrução. De acordo com o ofício que informava esta nomeação, a prestação de serviço de Pedroso da Silva na Direcção do Serviço Histórico-Militar de que o referido Gabinete dependia deveria «[...] resumir-se a 1 (um) dia por semana (2.ª ou 6.ª feira).» ficando esta situação de ser revista numa futura mudança de colocação deste oficial. Com a integração do Batalhão de Serviço de Material na Escola Prática do Serviço de Material datada de 1 de Setembro de 1993, viria ainda a desempenhar nesta unidade as funções de chefe da Secção de Operações, Informações e Segurança, ficando exclusivamente colocado na Direcção do Serviço Histórico-Militar apenas em 21 de Junho de 1994. Enquanto responsável pela Heráldica do Exército, entre a data da sua entrada para o Gabinete e o final do século XX, Pedroso da Silva produziu 37 armas para o Exército Português, tendo sido a primeira ordenação, já como responsável pela Heráldica do Exército, relativa ao escudo de armas do Comando de Logística, que espelhava, desde logo, o propósito de manter os padrões que os seus antecessores no cargo tinham estabelecido. Relativamente ao que havia sido produzido pelo organismo que então passava a reger, manteve a preocupação pela simplicidade e visibilidade. No campo, de azul, apenas uma figura, mas plena de significado, uma bolsa de prata simbolizando «[...] os recursos que a Nação coloca à disposição do Exército [...]»
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Tuesday, June 26, 2012

Celebração do solsticio do XII ano do III Milenio na Tertulia do Bar do Alem em Alenquer a 23 de Junho.

a terceira viagem da roda da vida

cadeia da fidelidade aos valores espirituais universais,
à fraternidade e à solidariedade

Foi ao som de Almeno que testemunhas
e celebrantes participaram no ritual do solsticio
durante o incio do agape debaixo da Nogueira velha

Mestre de cerimonias e celebrantes apresentam o ritual

Mestre de cerimonias acende o Fogo de São João


a formaçao do anel de fogo exterior


no final do ritual a partilha das experiencias vividas

Ritual da celebração do Solstício e Fogo de São João, do XII decénio do III Milénio, a 23 de Junho

1) O texto ritual recriado pelo Secretário da Tertúlia do Bar do Além, Luís Nandin de Carvalho, teve por base recolhas feitas na Internet, elementos de tradição oral de diversas origens, e nas suas versões anteriores de 2009 e 2010, que se acham publicadas no blog da tertúlia respetivamente nestes links: http://bardoalem.blogspot.com/2009/06/cerimonia-de-evocacao-do-solsticio-do.html   http://bardoalem.blogspot.pt/2010/05/proxima-tertulia-dia-26-de-junho-sabado.html

2) Este documento nada tem de secreto, nem tem a pretensão de constituir nenhum repositório de natureza histórica, nem de constituir nenhum procedimento confessional ou para qualquer tipo de iniciação, ou de práticas de superstição visando a obtenção de resultados ocultos. Serve apenas o interesse de um conjunto de membros da Tertúlia do Bar do Além, em realizar um exercício prático de uma cerimónia "branca", mas simbólica, de celebração solsticial, dita de mid summer.

3) Os elementos constantes do ritual contêm fatores de evocação do solstício de Verão e do Fogo de São João, de práticas ancestrais imputáveis a remota origem celta, bem como de costumes de origem tradicional associadas à noite mais curta do ano (São João 24 Junho), prenúncio portanto do dia mais longo. Pode ser-lhes atribuído o significado profano a gosto de cada um, ou para os iniciados, aquele que a respetiva sensibilidade espiritual o permitir.

Programa Indicativo exclusivo para os membros da Tertúlia atempadamente e confirmadamente inscritos (lotação limitada)
- Dia 23 de Junho, sábado a partir das 20.00h, chegada dos participantes inscritos previamente, (maioritariamente vestidos de branco) receção no secretariado com entrega do ritual impresso, e de uma vela/tocha a cada um (pagamento prévio da inscrição de 20.00€ por pessoa).
- 20.30h início de jantar de barbecue volante (ágape) na esplanada da nogueira velha.
- 22.00h Após o por do sol, haverá uma nota oral explicativa pelo Mestre de Cerimónias, e dá-se a deslocação dos participantes em cortejo de fila singular e silenciosa, para a ascensão à plataforma da cerimónia, “subindo a montanha” seguindo o Mestre-de-cerimónias com o seu archote aceso, simbolicamente a partir do fogo do ano anterior.
- Às 22.15h disposição dos participantes em círculo, à volta da pira de madeiros, previamente arranjada, onde já se encontram silencioso os quatro mestres celebrantes com as suas túnicas, ou balandraus negros.
- O 1º Mestre Celebrante acompanhado de três Co-celebrantes assume a sua posição a Oriente ou nascente, (com uma mesa, como altar dos perfumes) e os demais 3 nos outros pontos cardeais: Ocidente ou poente, Norte e Sul todos empunhando archotes apagados. Forma-se assim um pentagrama, com o Mestre-de-cerimónias, com cinco pontas, e no quadrado dos pontos cardeais, inscrito no círculo dos participantes. Conjuga-se pois a geometria dos 3 triângulos do pentagrama, com a do quadrado e com a do círculo que os contém.

O Mestre-de-cerimónias dirige a celebração com passos rituais, em esquadria, pontuados pelo bastão do archote e no sentido sinistorsum, pois no hemisfério norte, o périplo do Sol desenvolve-se da direita para a esquerda, face ao Norte magnético.

  RITUAL ABERTURA da Celebração do Solsticio (já na plataforma da cerimónia, onde está a pira de madeiros) Á chegada do cortejo dos participantes, conduzidos pelo Mestre de Cerimónias, com o seu archote aceso, no fogo do ano anterior, estão já presentes na plataforma, os 4 Mestres Celebrantes, com os archotes apagados, nos pontos cardeais, revestidos por túnicas negras, e formando um quadrado (em 2009 foi emitida música adequada, com trechos do Hino à alegria de Beethoven e da dança do Fogo de Falla, e em 2010 com trechos de Ode à Alegria do Cirq Soleil). Em 2012 foram emitidos:
1) - Para o cortejo inicial, enquanto os participantes se aproximavam da pira (ainda apagada), preparando-se para a cerimónia: "Ameno Dore Me", do grupo "ERA". (Significa "Ameniza a minha dor"). Uma versão cantada e legendada em português e no original latim pode ser encontrada aqui: http://www.youtube.com/watch?v=TOvEd0uZFuw
2)-Durante as três viagens (da Aprendizagem, de Companheirismo e de Mestria): três faixas do CD "Sacrus Profanus", do grupo "Strella do Dia".
3)-Para o cortejo de saída: "Ode an die Freude" (Ode à Alegria), último andamento da 9a.Sinfonia de Beethoven.

O Mestre celebrante do oriente, está a nascente, com o archote apagado frente a um altar/mesa com 3 velas: vermelha, azul e verde, e 4 recipientes com sal, incenso, mirra e resina) O 2º Mestre celebrante do ocidente, a poente O 3º Mestre celebrante a Norte, no Boreal O 4º mestre celebrante a Sul, no Meio Dia - Mestre de Cerimónias (coloca-se entre o ocidente e o Meio Dia, constituindo o vértice do 3º triangulo que compõe o pentagrama com o seu archote aceso).

PROCLAMAÇÃO INCIAL

Mestre de Cerimónias -Minhas Senhoras e Senhores, Meus Irmãos e meus Amigos testemunhas e participantes! Eu proclamo ao Nascente, ao Norte, ao Poente e ao Sul, que neste final de um dos dias mais longos do Ano, e prenúncio da noite mais curta deste décimo segundo ano do III Milénio, nos encontramos aqui conscientes e livremente, para celebrar solenemente a Festa Solsticial de Verão, através de um Fogo de São João, ao fim de um ano de trabalhos e sementeiras, e em vésperas de colheitas, com o sentimento de partilha do dever cumprido.

Convido-vos pois, a cada um, que queira tomar a sua vela/tocha em ambas as mãos, sempre em silêncio, e que será oportunamente alumiada, com a transmissão do fogo do meu archote, e que participem neste grande círculo, por detrás dos celebrantes situados nos quatro pontos cardeais, formando um quadrado, neste pentagrama, e a distância cautelar, a fim de se evitarem incidentes.

NOTA: Os archotes dos celebrantes não são acesos

1ª FASE DO RITUAL ANEL de FOGO

(Pausa para os participantes munidos de velas formarem o Circulo, e que de seguida são acesas através do archote do Mestre de Cerimónias, uma a uma, sem que os participantes saiam dos seus lugares, formando assim um anel de fogo) Mestre de Cerimónias - Logo que sejam solicitados, agora que todas as testemunhas têm a chama dos seus espíritos identificadas pelo fogo que receberam, e integraram o anel de fogo da união, vão todos participar ativamente em 3 atos sucessivos ao meu exemplo, e a seu tempo quando for anunciado:
1) Aproximarem-se do grande fogo, para a ele se associarem, no final, com a vossa chama, integrando-se assim no anel de fogo exterior de São João.
2) De seguida participarem neste circulo que será transformado numa roda da vida, que girará três vezes, num simbolismo de três viagens, que cada um interpretará para si, como melhor entender!
3) Formarem integrarem uma cadeia de união, de fidelidade e solidariedade. Agradecemos a todos a vossa presença e a vossa participação interessada!

2ª FASE DO RITUAL PROCLAMAÇÂO

Mestre de Cerimónias. - Proclamo agora aos quatro pontos cardeais, que com a transmissão das chamas está formado o anel de fogo interior, do círculo das testemunhas, e participantes da Festa Solsticial do Verão e do Fogo de São João deste décimo segundo ano do terceiro milénio! (os archotes dos celebrantes mantem-se apagados).

- Mestre Celebrante do Oriente - Como foi formada esta Fogueira?
- Mestre Celebrante do Sul – Foi com mãos humildes que recolheram da Mãe Terra os madeiros necessários a sua formação.
-Mestre Celebrante do Oriente - Que dimensões tem a Fogueira do Fogo de São João?
-Mestre Celebrante do Norte – Tem por teto o Universo, por solo toda a Terra, o Norte, o Ocidente, o Sul e o Oriente como paredes limitadoras, fazendo a entrada pelo portal onde está o Mestre-de-cerimónias, e ainda tem: -Três côvados de base, - Quatro côvados de altura, - Cinco côvados de diagonal
-Mestre Celebrante do Oriente - Quem a protege?
-Mestre celebrante do Norte - Uma Imensa abóbada Celeste, cheia de estrelas!
-Mestre Celebrante do Oriente - Está portanto sob proteção dos Espíritos Celestes?
- Mestre Celebrante do Norte -Assim é, eles são os nossos verdadeiros Protetores!
- Mestre Celebrante do Oriente - Quem a guarda?
- Mestre Celebrante do Norte - Cinco Grandes Archotes colocados à distância justa, e que figuram assim, as Cinco Pontas Sagradas da Estrela SIRIUS.
- Mestre Celebrante do Oriente - Porquê?
- Mestre Celebrante do Sul - Para que as Leis Celestes se reflitam sobre a Terra, nas Leis dos homens, afim que aquilo que está em Baixo seja como aquilo que está em Cima.
- Mestre Celebrante do Oriente - Que assim seja, é por isso que o traçado desta Cerimónia, e segundo a Palavra transmitida, é como a abóbada celeste em todas as suas partes.
- Mestre Celebrante do Ocidente - Assim é, do Nascente ao Poente, e do Norte ao Sul, a fim que a Humanidade receba a Paz, e que a glória dos pensamentos dos Homens permaneça em Harmonia. 3ª FASE do RITUAL Iluminação das tochas e das velas propiciatórios
- Mestre Celebrante do Oriente - Que o Céu se reflita então sobre a Terra, e que assim, no horizonte do Oriente, seja alumiado o primeiro Archote, a Nascente!

Mestre de Cerimonias dirige-se em esquadria, no sentido idêntico ao périplo da luz solar, sinistorsum, alumia o Oriente, e retoma pausadamente o seu lugar,
Mestre Celebrante do Oriente - Mestre de Cerimónias, alumia os pontos cardeais como o sol percorre o arco da abóbada celeste, sucessivamente o Norte, o Sul ou Meio Dia, e o Ocidente ou poente. - Mestre Celebrante do Norte - Que o Oriente e o Ocidente se unam, e que assim, a Boreal, no horizonte Norte, seja alumiado o segundo Archote!
-Mestre de Cerimónias alumia o Norte, proclama a execução, e retoma o seu lugar, e depois de chamado, pelo Celebrante do Oriente, dirige-se para Sul
-Mestre Celebrante do Oriente – Mestre-de-cerimónias alumia agora o horizonte Sul, ao Meio dia! Mestre-de-cerimónias, cumpre a ordem e proclama a sua execução, regressando ao seu lugar, sempre em silêncio e com passo em esquadria.
-Mestre de celebrante do Oriente- Mestre-de-cerimónias a fim que tudo seja perfeito do Ocidente ao Oriente, que o Céu e a Terra se unam, e que seja alumiada o último Archote, no horizonte a Ocidente no Poente! Mestre de Cerimonias alumia o Poente e proclama o resultado, retoma o seu lugar, em silêncio e com passos de esquadria e pausadamente.
Mestre Celebrante do Oriente - Que o Globo Terrestre do Ocidente e o Oriente de Norte ao Sul se unam agora, e que assim, no horizonte, do nascente ao poente, e do norte ao sul, fique completa e visível a Estrela Sirius de cinco pontas, no firmamento celeste.
Mestre celebrante do Oriente É chegado o momento de invocarmos os votos propiciatórios das três velas no altar: -Que o Mestre de Cerimónias acenda e consagre a vela vermelha!
- Mestre Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela vermelha fica acesa em recordação de todos os mortos ancestrais das famílias que nos precederam nesta terra, e sem os quais não seriamos quem somos! Mestre Celebrante do Oriente
- Que o Mestre de Cerimonias acenda e consagre a Vela Azul!
- Mestre Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela azul fica acesa em testemunho e fidelidade a todos os familiares e amigos ausentes, que não podem estar aqui connosco nesta noite, mas que partilham a nossa fé no eterno retorno à Luz.
Mestre Celebrante do Oriente - Que o Mestre de cerimónias acenda a vela Verde!
Mestre de Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela verde fica acesa na esperança que todas as crianças que vierem a nascer, possam perpetuar os nossos valores sob o fogo do Sol!
Mestre de cerimónias regressa ao seu lugar, em esquadria e pausadamente.
Mestre Celebrante do Oriente – Proponho que este simbolismo seja reconhecido por todos , e nos recorde o permanente combate diário da Luz sobre as Trevas!
Mestre Celebrante do Norte - Que esta nossa Noite não seja senão, - de Luz!
Mestre Celebrante do Oriente - No Início dos Tempos era a Lógica, e a Lógica estava perto de Deus Criador, e a Lógica era o Criador. Estava no Início próximo do Criador. - Tudo foi feito por Ele, e nada do que foi criado foi feito sem Ele. Ele era a Vida, e a Vida era a Luz dos Homens. E a Luz iluminava as Trevas, e as Trevas não a ocultavam. Mestre Celebrante do Norte - Que todos aqui presentes, e que nos circundam, sejam animados como nós assim estamos, de sentimentos fraternos, de união, de paz e de amor por todos os seres.
Mestre Celebrante do Sul - Que estes Lumes e Archotes Misteriosos que vão inflamar-se em breve neste Fogo, nos recordem que a Chama Espiritual que nos foi transmitida, nunca fique jamais extinta em cada um de nós!
Mestre Celebrante do Ocidente - Que os Archotes nos iluminem na realização da nossa Obra comum. Mestre Celebrante do Oriente - Demos, os celebrantes, um passo, com o pé direito, em direção à fogueira!
Mestre de Cerimónias, acompanha-nos para acendermos a fogueira com o fogo de São João! - Que estas cinco Chamas nos inflamem de solidariedade no trabalho, pois que as Leis da Harmonia que regulam o Universo nos dão um tão admirável exemplo.
Mestre Celebrante do Norte - Que a beleza da Luz nos acompanhe!
Mestre Celebrante do Sul - Que a harmonia da Alegria esteja nos corações!
Mestre Celebrante do Ocidente – Que a justiça reine entre os Homens
Mestre Celebrante do Oriente - Que a força da Fidelidade, da Fraternidade e da Solidariedade reine para Sempre! E convido todos juntos, que queiram proclamar em alegria, comigo por três vezes três! Todos: Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos: Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos: Vivat, Vivat, semper Vivat

IV FASE DO RITUAL

Atear da fogueira e dos perfumes

Mestre Celebrante do Oriente Ao meu exemplo que os celebrantes acendam a Fogueira!
Mestre de Cerimónias, inicia tu a transmissão do Fogo inicial!
Mestres Celebrantes do Oriente, Norte, Sul, Ocidente e Mestre-de-cerimónias, ateiam a fogueira com as suas tochas e regressam aos seus lugares dando um passo atrás.
PAUSA (E logo que as chamas se ateiem na grande fogueira):
- Mestre Celebrante do Oriente – Mestre de Cerimónias, que seja lançado o incenso, a resina e a mirra.
- Mestre de Cerimónias Assim procede (deita os perfumes pausadamente de cada um dos recipientes) e anuncia
- Deito ao fogo o incenso para perfumar a elevação dos nossos espíritos
- Deito ao fogo a mirra para agradar aos espíritos dos que nos precederem
- Deito ao fogo a resina para consagrar este momento à sabedoria e à justiça
– Mestre Celebrante do Oriente - Como desde os séculos dos séculos, desde o tempo dos santuários, que o Fogo Sagrado flua perante o Senhor da Eternidade, vos digo:
- Que este Fogo, e estes perfumes olorosos purifiquem e envolvam todo o nosso ser!
- Que as nossas inteligências se desenvolvam, e que os espíritos dominem sem cessar, em nós, os impulsos materiais inferiores
- Que as nossas alegrias sejam apenas as do SER e do ESPIRITO!
- Que a todos nós seja possível sermos tão felizes cá em Baixo, como tal seja possível ao Homem desejar lá em Cima.
Mestre de Cerimónias -Que o Fogo receba também o Sal, símbolo da amizade duradoura, e da imortalidade! (deita o sal grosso na Fogueira).
- Mestre Celebrante do Oriente Que as chamas dancem alto, E reaqueçam os nosso corações Que as centelhas irrompam, E tragam Luz às nossas almas. Que as crepitações nos despertem, Que os nossos votos e desejos se realizem, Que o fumo suba alto Em direção ao criador, No céu estrelado. Que as bênçãos celestes recaiam sobre todos nós!
- Mestre Celebrante do Oriente - Guardemos um minuto de silêncio para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.

V FASE DO RITUAL ANEL DE FOGO EXTERIOR

Mestre de Cerimónias - Que se aproximem todos os celebrantes e testemunhas e juntem a sua chama, à de todos nós! Que depois do circulo de fogo interior realizemos agora o circulo do anel de fogo exterior.
- Que cada um venha dos seus pontos cardeais juntar o seu lume ao grande Fogo de São João, antes da bênção da evocação final concedida, para que os desejos e os votos de todas as almas sejam admitidos.
- Que se aproximem todos os participantes e testemunhas, que juntem pois a sua chama à de todos nós, e que nesse momento formulem um desejo, ou um voto, ou uma promessa que esperam, seja cumprido (Os celebrantes um a um, à exceção do Mestre de Cerimónias colocam ordeiramente os seus archotes na Fogueira, sendo o último o Celebrante do Oriente, que além do seu archote coloca a vela vermelha, a azul e a verde, retirando-as do altar)
Mestre de Cerimónias: - Guardemos agora mais um minuto de silêncio inspirador, para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.
Mestre Celebrante do Oriente - Que estas brasas, antes de desaparecerem, deixem nos nossos corações o Fogo do seu poder e da sua Força (curta pausa)


VI FASE DO RITUAL RODA DA VIDA

Mestre de Cerimónias (sempre com o archote aceso): Formemos a Cadeia da Roda da Vida! - Conduz a formação de Uma Cadeia Longa (de mãos dadas) que, liderada pelo Celebrante do Oriente, como uma roda, dará três voltas sinistorsum, na busca da Luz do Oriente, com epicentro na Fogueira, e com início pelo Oriente, e retorna a este lugar, depois de passar pelos outros pontos cardeais.
Todos os celebrantes tomam parte nesta cadeia de união. Mestre de Cerimónias: (que não integra a cadeia e que circulará no seu interior)
- vamos todos agora iniciar as nossas três viagens da Roda da Vida!
No início da 1ª volta, o Mestre de Cerimónias acompanha o movimento do circulo e proclama:
- Com passos pequenos, esta primeira viagem recorda-nos a fase de aprendizagem das nossas vidas. Relembra-nos a infância, hesitantes no caminho a prosseguir, em que a mão do nosso guia próximo é o conforto mínimo e em quem se pode confiar o sentido da nossa marcha pelo mundo.
No início da segunda volta o Mestre de Cerimónias proclama:
-Com passos mais largos, esta segunda viagem representa a nossa idade ativa do companheirismo, já podemos pelo pouco saber adquirido, confiar nas mãos dos que nos precedem, ou que nos seguem em companhia, e por isso, mais confiantes, já pouco hesitámos nos nossos passos.
No inicio da terceira volta, O Mestre de Cerimónias proclama:
- Com passos livres, esta terceira e última viagem simboliza o grau de maturidade e mestria que podemos alcançar, os nossos passos são mais rápidos, e acham-se mais soltos e lestos, já podemos auxiliar aprendizes e companheiros, pois só se transmite o que antes se adquire!

VII FASE DO RITUAL Cadeia de união da fidelidade e Evocação Final:

Mestre de Cerimónias - Terminada a terceira volta, a cadeia fica estática, no seu ponto de partida, mantendo-se todos numa nova cadeia de união - com as mãos esquerdas assentes no ombro direito da testemunha da esquerda, e com a mão direita sobre o próprio coração, em sinal de fidelidade e comunhão, constituindo-se assim, uma corrente solidária e purificadora de energia positiva!

- Meus Irmãos e meus Amigos, congratulemo-nos pela cerimónia ritual que cumprimos com rigor, ritual e lealmente.
-Que o símbolo das chamas que fizemos reviver, nos conduza por cada um dos dias vindouros para a Perfeição do nosso Trabalho.
-Fiquemos fortalecidos nos nossos corações pelo Amor do nosso próximo, e pelo sentimento de fidelidade no cumprimento dos nossos deveres de consciência e dos valores espirituais universais , como nós nos devotamos ao serviço da Verdade.
-Que as nossas futuras Festas de celebração dos Solstícios e do Fogo de São João, sejam cada vez mais afirmadas pela vossa união, e pela vontade de sermos úteis aos nossos semelhantes
- Que elas sejam para sempre um espaço de Paz, de Harmonia, de Tolerância e Solidariedade fraternas, e que a Cadeia das nossas mãos e corações seja, a partir de agora, tão forte entre nós, que nada possa, nunca, a quebrar.
PAUSA de Poucos instantes
Mestre Celebrante do Oriente - Rompamos a Cadeia de União ao meu exemplo! (e exemplifica) - Acompanhem-me ao meu ritmo: desfazem a cadeia e soltam as mãos, levantam os 2 braços ao céu, e depois deixam-nos cair ao longo do corpo com uma palmada seca. Todos ao mesmo tempo! (curta pausa, mantendo-se a formação do círculo)

Mestre Celebrante do Oriente - A que momento devem os fogos de São João estar findos no Solstício de verão?
Mestre Celebrante do Ocidente - É Meia Noite! O momento chegou!
Mestre Celebrante do Oriente - Porque assim é, antes de nos separarmos com ordem e harmonia, que ressoe uma última vez na noite do Solstício de Verão do XII ano do III Milénio, o nosso triplo sinal de alegria, em honra e homenagem aos que nos precederam, aos que nos vão suceder, e a todos os ausentes!
-Todos, e três vezes três! Vivat, Vivat, semper Vivat!
Todos : Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos Vivat, Vivat, semper Vivat (final)

Mestre de Cerimónias: empunha o seu archote aceso, e sob a música de uma ode à alegria (de Beethoven, ou do Cirq du Soleil ou da dança do Fogo de Falla ) conduz o cortejo dos Mestre Celebrantes, e Testemunhas participantes, para em coluna individual, abandonarem em silêncio a plataforma da cerimónia, e descerem para regressaram em fila e à esplanada da Nogueira Velha, do ágape, onde se generalizam a partilha dos comentários sobre a celebração realizada.

(ver curto video youtube em http://youtu.be/UP-Mxu9cXX4)

Saturday, January 29, 2011

Texto e fotos da intervenção de Joao Fernandes sobre Profecias e Previsões para 2011

(Joao Fernnades sob o ciclo lunar)

O maior flagelo do séc. XXI é o terrorismo das falsas verdades praticado pelas democracias corruptas.



Intervenção de João Santos Fernandes
Aos 29 dias de Janeiro de 2011
PREDIÇÕES E PREVISÕES PARA 2011/12


(cometa Halley)

Ao longo de anos tenho vertido para os meus livros os três principais conceitos fundamentais que regulam todo o Universo:

Conforme diz o Antigo Testamento, no Livro de Qohelet (Eclesiastes), atribuído ao Rei Salomão, tudo é Ilusão. Platão dizia-nos, de igual modo, que só entrando no Mundo das Ideias, abandonando o Mundo das Formas, se chega à Verdade. E, complementando tudo isto, Aristóteles introduz a simbologia de Roda de Vida, retomada pelo grande filósofo da Idade Média Anício Severino Boécio (480-525), criando a Roda de Boécio, ou hoje dita Roda da Fortuna, mito de ascensão e queda, ou, quem se humilha será exaltado e quem se exalta será humilhado, ou, não há bem que sempre dure, nem há mal que não acabe.

Tudo obedece a Matrizes, rigorosamente construídas por acção-reacção das energias produzidas, positivas, negativas ou neutras, a diferentes níveis do Universo, geometrizando-se estas numerologicamente, não só em datas mas em ciclos e chaves, até que tudo esteja rectificado de erro, algo que as Leis do Universo não admitem na sua construção. O Verdadeiro Sábio não erra.

A descoberta do devir é então um 3 em 1, passado-presente-futuro, acessível às faculdades de todos os seres que emanam e desenvolvem a rectidão das Leis da Natureza e do Universo, complementando os raciocínios académicos, com integrações analógicas, obtidas de axiomas (tantas vezes sem se ver nexo) para os teoremas que ditam a evolução da Humanidade e a nossa vida individual.

Recordo hoje um quadro retirado do meu livro Aníbal, Maldição do Deus de Israel que desde já nos pode ajudar a reflectir sobre a Europa vs Portugal:

QUADRO TERNÁRIO DAS MATRIZES DA ERA PEIXES/AQUÁRIO

LETRAS CICLO I CICLO II CICLO III ESTELAS

alpha Henrique I Início do Império

beta Sancho I João V Costa general Papisa

gamma Afonso II José I Ramalho general Imperatriz

delta Sancho II Maria I Mário Imperador

epsilon Afonso III João VI Jorge Papa

digamma Dinis Frota Imperial Pedro IV Divisão Imperial  Aníbal XVII Tratado Imperial

zeta Afonso IV Miguel Profecia atlante Carro

eta Pedro I Maria II Justiça

theta Fernando Pedro V Eremita

iota João I Luís Profecia papal Roda

kappa Henrique Argos  Duarte  Carlos I César-República Henrique Celta Força

lambda Afonso V   Henrique-tio XVII  Manuel II (fuga)  Enforcado

mu João II Mundo Imperial Manuel Fim Mundo Real Mundo Global Morte

nu Manuel I Teófilo Temperança

xi João III Maldição terrena Bernardino (dual) Maldição lunar Maldição solar Diabo

omicron Sebastião  Caos poder-morte Sidónio Caos poder-morte Caos poder-morte

pi Henrique XVII Sacerdote Canto/Castro Argonauta realEstrela

(tsade) Filipe II Derrota Imperial António Anarquia Governo Alexandre Derrota Imperial Lua

(qoph) Filipe II Manuel Sol

rho Filipe III António general Julgamento

sigma Teodósio/João IV Craveiro general Mundo

Tau Rei Louco XXII Preso Argonauta Louco  XLIV Preso Imperador Louco LXVI Preso

Mat Tosão Ouro PAINÉIS DA ORDEM DE CRISTO (ditos painéis de São Vicente)


Painel I Painel II Painel III Painel IV Painel V Painel VI Somas Simbologia

III IIII XI XI IIII II XXXV 8 Cristo II II IIII IIII III II XVII 8 Estrela I I II II I I VIII 8 Sol Dia I Dia II Dia III Dia IV Dia V Dia VI Dia VII Criação VI VII XVII XVII VIII V LX Lua



Desta análise verbal que agora vos fiz sobre estes dois quadros (escrevê-la seria moroso) retenham o seguinte, mesmo a nível mundial:

Os ciclos lunares principais, de 2 dígitos, 28/56 e 60, determinam pequenas evoluções, como as Bombas de Hiroshima-Golpe militar no Chile-Torres Gémeas nos EUA (1945-1973-2001), ou Muro de Berlim (1961-1989). Mas este número 28 pode ser tão dilatado como se dividir o Império de Portugal com o Brasil ao 28º Rei, enquanto uma Guerra da Restauração demora também 28 anos. A Revolução de 1974/75 (Gomes da Costa-Costa Gomes), com os saneamentos selvagens nos empregos arrasta em 2002/3 os saneamentos selvagens das empresas, “fugindo” ambos os PM’s. A crise mundial e portuguesa não é mais que a acção-reacção de 2 ciclos de 28 anos sobre a Fundação do Grupo Bilderberg que só poderá evoluir positivamente em 2014 (1954+60 anos) com seres de aptidões mais elevadas. Se quiserem comparar, de igual modo, estudareis os 60 anos em que Espanha invadiu Portugal pelas armas (1580-1640), seguindo-se a destruição da Família dos Habsgurgos. Assim se rege, em anos, o calendário chinês.

Quando Ulisses Grant dos EUA e Mac-Mahon da França nos devolveram partes dos territórios coloniais, contra a vontade dos ingleses, não o fizeram para agradar aos portugueses, mas porque sabiam que a Era dos Peixes estava e está «sediada» em Portugal, mesmo após a sua transição já em curso, astronomicamente. O Armistício da I GM, a 11 de Novembro de 1918, onde os EUA entraram após o afundamento do paquete «Lusitânia», deixou ainda maiores preocupações nos serviços secretos aliados na II GM, ao ponto de se pressionar a própria Igreja de Roma para novas santificações lusas. O líder da Palestina veio algumas vezes rezar a Portugal e foi a 11 de Novembro que faleceu. Estas «chaves» não terão, jamais, descodificação profana. No entanto, devia a UE e os políticos portugueses perceberem que Portugal foi o 11º país a aderir à CEE, 600 anos depois (60x10) da crise 1383/85, onde os Reis tinham ambos o mesmo nome, D. João I, como em 1983/85 os PM’s se chamavam de Soares, Mário e Adolfo. É urgente que o Tratado de Lisboa, com entrada em vigor no Dia da Restauração de 2009 (6x60anos depois) tenha um 28º Membro, sem isso será difícil haver melhor Europa.

Mas se tudo parece regido por destino, isso não é verdade. Um mero actor de cinema, Presidente dos EUA, Ronald Reagan, sabendo que a Profecia de Morte de 20/20 anos (matriz celta) existia contra si, como vinha sendo, desde Kennedy e de outros retroactivamente a ele, chamou a maior clarividente americana para a Casa Branca e embora tenha sido baleado, como na Profecia similar de JoãoPaulo II, não morreu.

Podemos dizer que é acaso termos uma Fundação de Portugal com Egas Moniz/Martim Moniz (capital), como uma Invasão de Espanha após Febo Moniz, uma Restauração do Brasil com Moniz Barreto, uma IGMundial com o MNE Egas Moniz (descendente directo do sécXII), uma Mudança falhada com Botelho Moniz, mesmo a Crise Sócrates com José Eduardo Moniz. Tal acaso não deixa de ser idêntico: a uma Fundação com Henrique e Henriques , o Conde e o Rei; a um início de Apogeu com Henrique, o Infante; a uma Invasão com Henrique, o Cardeal; a um início de declínio com Henriques, O Infante (tio de D. Manuel II); à queda do Império com Henrique, o Capitão Galvão. Só um Henrique poderá fazer de novo a Ascensão de Portugal.

Vejamos o Ano de 2011. Durante um peródo de 100 anos (1949-2050) decorrem apenas 12 anos com anos que se iniciam e terminam ao sábado, a saber:

ANO + ANO + MAIS RELEVANTE

1949 2005 6 1949: visita de Franco; regime uso das armas; estatuto rede rodoviária.
2005: morte Papa e da vidente Lúcia, no dia assassínio HDelgado; eleições vitória PS, queda PM Lopes em 11 Março; Bush (2ªvez); não referendo Holanda; furacão Katrina; morte ACunhal; lei da ASAE.
1955 6 2011 6 1955: visita de Café Filho/Brasil; ida do Presidente Lopes ao UK; morte de Egas Moniz; país é membro da ONU; constituída RTP.
1966 11 2022 11 1966: país membro da IFC (finanças intern.); acordos com Alemanha.
1977 11 2033 11 1977: acordos com Irak; soc.port. filosofia; tragédia Madeira, com 131 mortos 727; futuro João Paulo I em Fátima.
1983 6 2039 6 1983: Mário Soares PM; morte PM PAzevedo; eleições antecipadas; geminação capitais PAIGC; ataque embaixada da Turquia.
1994 11 2050 11 1994: convenção Basileia de resíduos/depósitos; ano máximo de acordos coop-invs com países e de visitas externas do Presidente MS;

Acresce, para se deduzir o Ano de 2011, que os eclipses ( máximo de 7 por ano) serão seis:

Data Dia semana Astro Relevo Energia no material

4 JAN Terça Sol P Dia de Newton + Retrógrada e máximo de * cadentes
1 JUN Quarta Sol P Dia da Criança - Retrógrada. Ajustamentos difíceis
15 JUN Quarta Lua T Dia Just/Magna Carta Mudança. Sistemas neurovegetativos
1 JUL Sexta Sol P Dia Coração Jesus 2 Luas N. Verão sombrio e agitado.
25 NOV Sexta Sol P Dia Santa Catarina - Positiva. Agitação europeia.
10 DEC Sábado Lua T Dia Direitos Humanos + Positiva. Transformação social.



Quando muitos falam em eleições antecipadas, elas podem ser possíveis dado que passam 28 anos (ciclo lunar) sobre 1983. No ano lunar do Coelho (Gato ou Lebre) muitos nomes iguais de mudança, advertência e corrupção existem, sendo séria «coincidência» a morte do Presidente Óscar Carmona em idêntico Ano do Coelho há 60 anos. O novo mandato do 17º Presidente Cavaco Silva ainda não tem ajustamento ao 17º Cardeal de Portugal. Para além do 1º eclipse lunar passar após 796 anos da assinatura da Magna Carta (o despotismo) ele evoca os 1700 anos do Édito de Licínio, cessando a perseguição romana dos cristãos. Excepcional, nesta efeméride, é o feriado Corpo de Deus ser em noite de São João, com Lua em QM.

Num ano em que o eclipse lunar de Dezembro é também a um Sábado (idem Natal, festa Solar e de Renascimento), Dia dos Direitos Humanos, avizinha-se que toda a Mensagem Astral de 2011 (com o maior número de «chaves» de numerologia oculta) vá provocar uma maior luta dos povos por mais bem-estar social, acentuando o nervosismo das governações mundiais e do seu G8/G20. De igual modo, deve haver um redobrar de cautelas sobre possíveis epidemias naturais derivadas do caótico descontrolo do sistema neurovegetativo humano e das nefastas composições químicas e adulterações nos alimentos. Ano de acordos com UE, CPLP e Índia.

Em 2011, urge cessar a corrupção dos poderes, a todos os níveis, sob pena de se vir a repetir uma nova Peste Negra, 666 anos depois da última. Assim ardeu Londres em 1666.

É bom ir visualizando que determinadas situações do poder financeiro podem seguir «manipulações» não controláveis pela sabedoria humana, estando a Humanidade, felizmente, a ser ajudada pelo Conhecimento dos Iniciados, havendo sérios alertas sobre o relevante poder mental, mesmo por vezes humano. O crash da Ásia, em 1999, germinou no Dia Arcangélico de 29 de Setembro, mas também se pôs fim à II GM na Europa a 8 de Maio, Dia de São Miguel. Infelizmente a manipulação Influenza H1N1, em 2009, confirmou a primeira morte, no Canadá, a 8 de Maio. A alimentação caprina e ovina, a nível mundial, deve ser bem acautelada em 2011.

Nesta área, deixai-me dizer o que de mais positivo se pode esperar no Ano de 2011, antes de termos uma ascensão de mudança radical em 2016.

Num ano ainda de muita angústia, desemprego e de desuniões, todos os que evitarem preguiça e facilitismo, enfrentado a adversidade com coragem e intuição, terão uma extraordinária ajuda vibratória da Terra, a qual se apronta para ajustamentos do Trânsito de Vénus que está a decorrer entre 2004-2012, respectivamente entre 8 e 6 de Junho. Se os governantes portugueses (como os estrangeiros) percebessem de astronomia e se tivessem acesso ao Conhecimento Iniciático e não à Sabedoria das Academias, depressa viam que é relevante potenciar Vénus-Terra nestes 8 anos de Trânsito, algo que Avicena viu em 1032, quando a Europa não era mais que um reduto de corrupção e um comércio de indulgências.

1388-1396 Nova Dinastia. Ascensão de Portugal com os sequentes Descobrimentos
1518-1526 Declínio de Portugal. Perseguições. Pedido em 1515 da Inquisição. Morte Rei.
1631-1639 Ascensão de Portugal. Preparação da Restauração, após 60 anos lunares.
1761-1769 Declínio de Portugal. Perseguições e Autos-de-Fé. Crise económica. Reconstrução.
1874-1882 Ascensão Republicanismo. Asfixia pelo poder internacional, sob chama inglesa.
2004-2012 Crises eleitorais. Crises Mundiais. Asfixia pelo poder financeiro e corrupção.
Sucessão: 2117-2125; 2247-2255; 2360-2368
2490-2498 Respectivamente em 12 Junho e 10 de Junho. 1000 anos após Vasco da Gama.

Ainda podemos aproveitar a excepcional vantagem de a Natureza se estar a «purificar» das agressões humanas às suas Leis, purificando-nos nós com menos drogas, psicotrópicos, alimentos artificiais e modas sociais, exigindo medicamentos curativos e não paliativos. Também podemos eliminar, pelo poder mental, as nossas sensações de cansaço, sono e alterações de vibração que podem ter ou não relação directa com as oscilações da Ressonância de Schumann, grosso modo ondas do espectro electromagnético da Terra similares à nossa aura, onde as auroras boreais também se enquadram. O que devemos é estar atentos à produção induzida e artificial dos mecanismos de controlo psico-mental das populações, desde as mais banais mensagens subliminares até às correntes fortes magnetizadoras, passando por «chips» e videovigilâncias decorrentes da «guerra das estrelas», desde a ionização artificial da atmosfera até às armas de descargas neutralizantes e psicotrónicas. Até 2016/2025 os Governos do Mundo têm que neutralizar todos os arsenais de controlo sofisticado dos povos, sob pena de esta panóplia «ionizada» atrair indesejáveis gravitações de asteróides ao sistema solar, já a partir de 2012, quando o número de “luas” já está a aumentar ao redor de alguns planetas. O Programa Spaceguard (com o Projecto Spacewatch da Universidade do Arizona) tem a vigilância NEAT, ou seja, Near Earth Asteroid Tracking. Em 2011 a actividade solar poderá ser imprevisível.

Podemos ter preocupação com a emissão de CO2, mas o mais importante é não destruirmos as florestas que o absorvem, estando a elevar-se mais o metano e os gases naturais. É preciso não esquecer a libertação poluente dos aviões, indústria e guerra em comparação com a menor e obstinada perseguição motorizada rodoviária. O descontrole dos empreendimentos eólicos irá provocar mais erosões e magnetizações diversas, agravando estabilidades no campo magnético da Terra, nas geologias e faunas autóctones, desgovernando polinizações e migrações de aves.

Era apenas isto o que vos desejava dizer para que possamos ter mais tempo para falarmos.

Tenham um Bom Ano seja ele da Era Bizantina, Judaica, Chinesa, de Roma, de Nabonassar, do Japão, de César, de Cristo ou da Hégira, conquanto sejam felizes depois de analisarem o vosso Ano de Nascimento, suas periocidades solares, lunares e astronómicas, algo que os computadores não fazem pois ainda não recebem Conhecimento, nem nunca o terão.

A indústria de fazer dinheiro com previsões é uma máquina de Ilusões. O Mundo actual precisa urgentemente de mais Galileus, melhores Governantes e de verdadeiros Iniciados.

2637 2577 2517 2457 2397 2337 2277 2217 2157 2097 2037 1977
1917 1857 1797 1737 1677 1617 1557 1497 1437 1377 1317 1257
1197 1137 1077 1017 957 897 837 777 717 657 597 537
477 417 357 297 237 177 117 57 3 63 123 183
243 303 363 423 483 543 603 663 723 783 843 903
963 1023 1083 1143 1203 1263 1323 1383 1443 1503 1563 1623
1683 1743 1803 1863 1923 1983 2043 2103 2163 2223 2283 2343
2403 2463 2523 2583 2643 2703 2763 2823 2883 2943 3003 3063
3123 3183 3243 3303 3363 3423 3483 3543 3603 3663 3723 3783
3843 3903 3963 4023 4083 4143 4203 4263 4323 4383 4443 4503
4563 4623 4683 4743 4803 4863 4923 4983 5043 5103 5163 5223
5283 5343 5403 5463 5523 5583 5643 5703 5763 5823 5883 5943

Anos do calendário lunar chinês, acima reconvertido, abaixo sequencial

2637 2697 2757 2817 2877 2937 2997 3057 3117 3177 3237 3297
3357 3417 3477 3537 3597 3657 3717 3777 3837 3897 3957 4017
4077 4137 4197 4257 4317 4377 4437 4497 4557 4617 4677 4737
4797 4857 4917 4977 5037 5097 5157 5217 5277 5337 5397 5457
5517 5577 5637 5697 5757 5817 5877 5937 5997 6057 6117 6177
6237 6297 6357 6417 6477 6537 6597 6657 6717 6777 6837 6897
6957 7017 7077 7137 7197 7257 7317 7377 7437 7497 7557 7617
7677 7737 7797 7857 7917 7977 8037 8097 8157 8217 8277 8337
8397 8457 8517 8577 8637 8697 8757 8817 8877 8937 8997 9057
9117 9177 9237 9297 9357 9417 9477 9537 9597 9657 9717 9777
9837 9897 9957 10017 - - - - - - - -
 - - - - - - - - - - -
Os 1110 (números da magnitude do eclipse da Lua de 10 de Dezembro de 2011) anos de trânsitos de Vénus em Portugal, durante 1355 (números de Inês de Castro) anos da História de Portugal de1143 (5 de Outubro) a 2498 (1000 anos de Vasco da Gama, 20 de Maio)
1388-1396 Nova Dinastia. Ascensão de Portugal com os sequentes Descobrimentos
1518-1526 Declínio de Portugal. Perseguições. Pedido em 1515 da Inquisição. Morte Rei.
1631-1639 Ascensão de Portugal. Preparação da Restauração, após 60 anos lunares.
1761-1769 Declínio de Portugal. Perseguições e Autos-de-Fé. Crise económica. Reconstrução.
1874-1882 Ascensão Republicanismo. Asfixia pelo poder internacional, sob chama inglesa.
2004-2012 Crises eleitorais. Crises Mundiais. Asfixia pelo poder financeiro e corrupção.
Sucessão: 2117-2125; 2247-2255; 2360-2368
2490-2498 Respectivamente em 12 Junho e 10 de Junho. 1000 anos após Vasco da Gama.

Quando o 33º Papa, Silvestre I (31/1/314 a 31/12/335) parece ter decidido, com o Imperador Constantino (1ª celebração em 336), que Jesus Cristo havia nascido a 25 de Dezembro, para que as Festividades Solares do Deus Mithra nesse dia passassem a ser eliminadas, a astronomia lunar do Ano Zero da Era Cristã só está certa com a Crucificação do Apóstolo Pedro, 60 anos depois do Nascimento de Jesus ou 30 anos depois da sua Morte.

O inicio do calendário lunar chinês, estável e também determinante para as Festividades Móveis anuais do cristianismo, teve lugar em 2637 a.C., encaixando-se perfeitamente nas «contas» da Calendarização Maia (ou vice-versa), terminando o seu Sagrado Ciclo de 81x60 anos (4860 anos) em 7497 da Era da China (4860+2637), ou 2223 da Era de Cristo. Lógico será verificar que o Grande Ciclo de 120 anos (7200 anos) termina em 9777 (2637+ 119x60), o que corrigindo-se para a Era de Cristo (ver quadro) nos dá 4443.

Muito se tem dito sobre os «disparates» da Profecia dos Maias. Mas se acreditarmos que as grandes mudanças seguem os trânsitos de Vénus, então Aníbal chegou às Portas de Roma 2222 anos antes de 21/12/2012, ou melhor, atingiu-as, antes de Cristo, no dia no Solstício do Verão (21/6/210) e abandonou-as no Solstício do Inverno (21/12/210). Assim será 2012, mas os Governos Mundiais jamais saberão mudar o que irá ser mudado pelo Sol para anular toda uma gama de tecnologia electrónica que está a tentar «subjugar» a mente humana, afectando a Terra.

Até hoje, perante tanta profecia ao longo de milhares de anos, tendo já acabado o Mundo com muitos videntes, espalhando-se suicídios de gentes e de fortunas, importa lembrar um homem, o Chefe Apache «Stalking Wolf» (Lobo Expectante), cada vez mais simulado em filmes de ficção e profecias, que em 1920 «ditou» muito do quer o Mundo até hoje já viveu. Por ser índio ninguém lhe deu muita atenção em vida e hoje, depois de morto, ninguém lhe perguntará para ele descodificar o seu «fim-dos-tempos», dito assim então:

Quando houverem doenças do culto do sexo e das drogas,
Quando houver a guerra espiritual da Terra,
Quando houver 12 dias de noite e dia das estrelas de sangue,
Quando houver Nova Terra, com a Morte do Homem actual, haverá Nova Era.

O Sol está alterando, aleatoriamente, as suas manchas/erupções solares, gastando-se biliões de dólares só nestes investimentos de sondas já lançadas ou a serem enviadas:

1995: Solar & Heliosheric Observatory, investigando núcleo, coroa e ventos.
1997: Advanced Composition Explorer, estudo exclusivo dos ventos solares.
2006: Solar Terrestrial Relations Observatory, satélites gémeos, visão 90%.
2008: Interstellar Boundery Explorer, efeitos do Sol nos confins do seu sistema.
2010: Solar Dynamics Observatory, 18 MB/seg para compreender a actividade.
2018: Solar Probe Plus, missão de aproximação máxima ao Sol.

Permanente: 5 observatórios espaciais dedicados, passado a 6 em 2018.

Em 1859 (de 28 de Agosto a 2 de Setembro) a grande actividade solar, com aumento de auroras boreais, neutralizou toda a rede telegráfica dos EUA e Europa. No dia 4 de Novembro de 2003 (144 anos depois), durante horas, os satélites artificiais foram neutralizados pelo Sol. Os cientistas estão preocupados com os devastadores efeitos que uma excepcional actividade de erupções e ventos solares em todos os sistemas tecnológicos da Terra, em especial nas redes informáticas. Embora as constantes de oscilação, de 11 em 11 anos, dêem um ano de 2013/14 mais activo, até hoje têm existido fenómenos que irrelevam periocidades matemáticas.

Embora a série “Indiana Jones” até já tenha “chegado” às «13 Caveiras de Cristal» da Profecia Maya, fica por explicar, ao racionalismo académico da Ciência, porque razão diziam os Sacerdotes deste povo que nas mudanças para a Nova Era a Estrela Azul começaria a brilhar mais. Para quem percebe apenas de astronomia talvez seja fácil identificar a advertência com o Cometa 17P/, descoberto em 1892 por Edwin Holmes graças aos seus efeitos «outburst», ou seja explosões de brilho. A 24 de Outubro de 2007 a sua explosão azulada foi a maior de todas já vista pelo telescópio Hubbes. Esperemos a sua visita periódica em 2013/14 (6,8 anos).

Para os que em nada acreditam no que é regulado pelo verdadeiro Conhecimento, mas sim e apenas na Sabedoria das Academias, devem perguntar à NASA porque é que a primeira viagem tripulada em direcção à Lua, com a nave APOLO 8, foi lançada no Dia do Solstício de 21/12/1968, circundando-se o satélite da Terra na noite de Natal. Após 44 anos está na Presidência dos EUA o seu 44º Presidente, no dia 21/12/2012, ou seja 210 anos depois do Cometa Halley ter surgido do dia 25 de Dezembro de 1758. Este cometa já predizia o fim do Mundo em 1910, surgindo a 18/19 de Maio, mas ainda se implantou a República em Portugal, apesar de todas as histerias de portugueses e estrangeiros.

Para os que em nada acreditam de enigmático, então porquê este pânico em Portugal? Tão simples de acreditar como no dia 26 de Janeiro de 1531, Ano do Halley, ter acontecido o Terramoto de Lisboa, fazendo milhares de mortos (superior a 30 000?). Este dia de 26 de Janeiro foi data de casamento da Rainha D. Maria II, no Ano do Halley de 1835. Seu marido, irmão da sua madrasta, neto do Imperador Napoleão e de sua mulher Josefina, havia nascido em 1810 e morreu logo passado 2 meses. D. Maria morria, após 18 anos, com os mesmos números do seu casamento, em 1853, sucedendo-lhe D. Pedro (V), com 18 anos em 1855, Centenário do Terramoto de 1755, 600 anos depois da Tragédia de D. Pedro (I) e Inês de Castro. Maldição ou não, a mulher de D. Pedro (Rainha D. Estefânia) morre no mesmo ano em que casa e o Rei morre no Dia de São Martinho de 1861.

De facto em 1910 não era bom augúrio o Halley, tanto mais que em 1607, outro Ano do Cometa, Portugal não era independente. Mas para sermos mais precisos ele vai voltar a 29 de Julho de 2061, no ano do Bicentenário da morte da morte do rei D. Pedro V.

Assim se pode fazer uma «maldição» para dar dinheiro, como agora é a Profecia Maya.

Monday, November 15, 2010

Luis Miguel Rocha na tertúlia do Bar do Além com Segredos e Misterios do Vaticano dia 4 de Dezembro

Luis Miguel Rocha é um escritor plolémico que consta ter tido em mãos o diario do Papa João Paulo I. É também um investigador, e acedeu a participar como orador na última tertúlia da primeira década do ano 2000 do III milénio sobre o tema Mistrerios e Segredos do Vaticano, onde poderá igualmente disponibilizar e autografar alguns livros da sua autoria e que se acham esgotados. O seu livro em refer~encia vendeu 500.000 exemplares. O contrato com a editora americana envolveu meio milhão de dólares. Entrou recentemente para a lista dos 30 mais vendidos do "The New York Times".

Como habitualmente, a entrada na tertúlia e ao seu almoço debate é reservada prioritáriamente aos membros da Tertúlia e aos seus convidados, que se podem inscrever exclusimente pelo e-mail:

(Luis Miguel Rocha)
http://www.luismiguelrocha.com/
Extracto de entrevista publicada no jornal I por André Rito em 26 de Agosto de 2009


Considera-se um conspirador?

Não. Trata-se sim de uma história de conspiração. A religião não é para aqui chamada. Falo apenas de pessoas que por acaso pertencem a uma instituição que é o Vaticano.

Com base em factos reais?
Nisso procuro ser muito rigoroso. O leitor do thriller é muito exigente e gosta de verificar os factos. Se, por exemplo, estiver nalguma cidade citada no livro, gosta de ir ver, confirmar com os próprios olhos. Aliás, tenho uma equipa permanente em Roma a investigar factos ligados ao Vaticano.

Foi assim que arranjou a tal cópia do diário de João Paulo I que lhe inspirou o livro?
Tenho fontes privilegiadas. Se não existissem eu nunca teria publicado estes livros. Quem me passou o diário já não está entre nós. Hoje tenho jornalistas experientes a trabalhar comigo.

Não deixa de ser irónico, visto ter tido uma educação católica e ter trabalhado na Igreja.
Não sou inimigo da Igreja. Tenho imensos amigos padres e bispos. Se não tivesse, os meus livros não existiam. Apenas não lido muito bem com a hierarquia católica, sobretudo do topo. Por outro lado, se o Vaticano não fosse tão fechado, eu não teria matéria para os meus livros.

-Fotos da Tertulia no Bar do Alem, em Alenquer, dia 4de Dezembro.
http://bardoalem.blogspot.com/2010/12/presidente-da-cm-de-alenquer-preside.html


Mais links de informação:
http://causamonarquica.com/2009/12/18/entrevista-com-o-realista-luis-miguel-rocha/
http://www.infoescola.com/livros/o-ultimo-papa/
http://www.livroseleituras.com/index.php?option=com_content&view=article&id=823:luis-miguel-rocha-q&catid=64:escritores&Itemid=75