Monday, April 20, 2015

TERTULIA de 23 de MAIO sobre Os Obreiros da construção do GRANDE OCIDENTE com NUNO GONÇALVES



 
 
 

Tertúlia DIA 23 de maio AS 12H
Alenquer
Bar do Alem
(Sala de convívio do Alenquer Camping)
Orador Nuno Gonçalves
Tema: os Obreiros do Grande Ocidente

Moderador: Luís Nandin de Carvalho
Almoço debate: 
Inscrições limitadas 20€/pax
Menu: Entradas variadas, prato principal, bacalhau com natas e salada, sobremesa surpresa,
refrigerante e Vinho da Região Demarcada de Alenquer, café
Reservas com pagamento da inscrição
NIB:0033 0000 4541 5435 89105


Informação sobre o Orador e sobre o tema: facebook
https://www.facebook.com/pages/Os-Obreiros-do-Grande-Ocidente/498582996940056 


Bem poucos são ainda os que sabem que a Grande Pátria Lusófona – Goa, Portugal e Brasil, com os seus satélites continentais e insulares – encabeça no presente a mecanogénese secreta das civilizações rumo ao futuro. É verdade. O Arquétipo Universal do Quinto Império do Espírito Santo temporalmente forjado no decorrer da Diáspora Marítima Lusitana, aguarda agora os dias da sua realização integral. Assim o dita a Última Grande Revelação quanto ao futuro imediato do mundo, proferida e redigida na língua de Camões, e que nós temos o privilégio de conhecer e de aqui partilhar, porquanto bem poucos são ainda os que sabem… 

"Os Obreiros do Grande Ocidente" é uma obra original de índole cultural-espiritualista, em que é abordado o Itinerário da Alma Coletiva da Humanidade através das civilizações a caminho da consumação de uma nova Idade de Ouro. Dando como ponto de partida os dois berços indeléveis (no âmbito da civilização pós-atlante) das diversas correntes esotéricas hoje estudadas – Índia e Egipto –, o discurso pretende levar o leitor a entender a relevância da “pátria universal lusófona” – mormente Portugal e o Brasil – no âmbito da mecanogénese civilizacional do Orbe, cujo escopo capital reside, em última análise, na implementação da Sinarquia Universal. O contributo inestimável dos Iniciados lusófonos não é aqui ineditamente discorrido, mas ainda assim são apresentados durante o discurso elementos relevantes e complementares relativamente ao pouco que já foi escrito a respeito. Apresentando reiteradas propostas de âmbito reformista no quadro do paradigma sociopolítico atual, o autor abdica de todo e qualquer reconhecimento meritório face ao discurso que, apesar de sua lavra, foi construído sob uma perspetiva transpessoal, intentando assim fazer jus à necessidade urgente em substituir o sentido de egoidade individualista pelo de Unidade Fraternal. 
 



https://lh3.googleusercontent.com/-7TIfnMR8gb4/VTVABvjv_VI/AAAAAAAAVG8/ENaSVrDhgrs/h120/transferir.jpg texto de apoio
(wikipedia)



Elena Petrovna Blavatskaya (em russo: Елена Петровна Блаватская, Ekaterinoslav, Império Russo, atualmente na Ucrânia, 30 de julho - 31 de julho de 1831 (c. juliano) (12 de agosto de 1831 (c. gregoriano))Londres, 8 de maio de 1891), mais conhecida como Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, foi uma prolífica escritora russa, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e cofundadora da Sociedade Teosófica.[1]
Personalidade complexa, dinâmica e independente, desde pequena Elena Blavatskaya mostrou possuir um caráter forte e dons psíquicos incomuns, e logo em torno dela se formou um folclore doméstico. Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e nesse intervalo alegou ter passado por inúmeras experiências fantásticas, entrado em contato com vários mestres de sabedoria ou mahatmas e deles recebido na condição de discípula um treinamento especial para desenvolver seus poderes paranormais de forma controlada, a fim de que pudesse servir-lhes de instrumento para a instrução do mundo ocidental. A partir de 1873 iniciou sua carreira pública nos Estados Unidos, e em pouco tempo se tornou uma figura tão celebrada quanto polêmica. Exibiu seus poderes psíquicos para grande número de pessoas, deslumbrando a muitos e despertando o ceticismo em outros, que não raro a acusaram de embuste, muitas vezes com boas evidências para tal. Entretanto, em muitos outros casos seus poderes pareceram autênticos. A controvérsia a acompanhou por todo o resto de sua vida e ainda hoje está acesa. Nos Estados Unidos estabeleceu uma duradoura aliança de trabalho e companheirismo com Henry Olcott, com quem fundou a Sociedade Teosófica, e em 1877 Blavatsky publicou sua primeira obra importante, Ísis sem Véu, já tendo escrito antes inúmeros artigos. Pouco depois ela e Olcott transferiram a sede da Sociedade para a Índia, e passaram a viver lá, até que um incidente, o Caso Coulomb, abalou gravemente sua reputação internacional, quando foi declarada culpada de fraude num relatório publicado pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. Voltou então para a Europa, onde continuou escrevendo e divulgando a Teosofia. Seus anos finais foram difíceis, estava frequentemente adoentada e envolvida em discussões públicas, tinha de administrar a Sociedade que fundara e que crescia rapidamente, e a quantidade de trabalho que se impunha era enorme. Mesmo assim pôde concluir seu livro mais importante, A Doutrina Secreta, uma síntese de História, Ciência, Religião e Filosofia, e deixar outras obras de relevo, além de profusa correspondência e grande coleção de artigos e ensaios.[1]
Blavatsky surgiu em um momento histórico em que a religião estava sendo rapidamente desacreditada pelo avanço da Ciência e da Tecnologia, e que testemunhou o nascimento de uma série de escolas de ocultismo ou de pensamento alternativo, muitas delas com base conceitual pouco firme ou desenvolvendo práticas apenas intuitivas, que ganhavam grande número de adeptos em virtude do fracasso do Cristianismo em fornecer explicações satisfatórias para várias questões fundamentais da vida e sobre os processos do mundo natural. A importância da contribuição de Blavatsky foi então reafirmar o divino, mas oferecendo caminhos de diálogo com a Ciência e tentando purgar a Religião institucionalizada de seus erros seculares, combatendo o dogmatismo e a superstição de todos os credos e incentivando a pesquisa científica, o pensamento independente e a crítica da cega através da razão. Lutou contra todas as formas de intolerância e preconceito, atacou o materialismo e o ceticismo arrogante da ciência, e pregou a fraternidade universal. Sem pretender fundar uma nova religião, sem reivindicar infalibilidade nem se intitulando proprietária ou autora das ideias que trouxe à luz, apresentou ao mundo ocidental uma síntese de conceitos, técnicas e interpretações de uma grande variedade de fontes filosóficas, científicas e religiosas do mundo, antigas e modernas, organizando-as em um corpo de conhecimento estruturado, lógico e coerente que compunha uma visão grandiosa e positiva do universo e do homem. Com isso a Teosofia se tornou, ainda que contestada por vários críticos, um dos mais bem sucedidos sistemas de pensamento eclético da história recente do mundo, unindo formas antigas e novas e provendo pontes entre vários mundos diferentes - sabedoria antiga e pragmatismo moderno, oriente e ocidente, sociedade tradicional e reformas sociais. Influenciou milhares de pessoas em todo o mundo desde que apareceu, desde a população comum a estadistas, líderes religiosos, literatos e artistas, e deu origem a um sem-número de seitas e escolas de pensamento derivativas.[2]