Ritual de Evocação do solstício de Verão de 2009, dia 27 Junho, sábado
na Tertúlia do Bar do Além, Alenquer
(As fotos devem-se à gentileza de João firmino)
celebrantes:
Oriente- Nuno Jordão
Norte- Graça Pires
Sul- Ana Maria Sibila
Ocidente- Felício Correia
Mestre de Cerimónias- Nandin de Carvalho
Música. A Dança do Fogo de Manuel de Falla, é agora aditada a este texto.
Notas e advertências:
1) O texto ritual recriado pelo Secretário da Tertúlia do Bar do Além, Luis Nandin de Carvalho, teve por base recolhas feitas na Internet, elementos de tradição oral de diversas origens, e o livro Os solstícios História e Actualidade de Jean Mabire e Pierre Vial (ed. Hugin, 1995).
2) Este documento nada tem de secreto nem tem a pretensão de constituir nenhum repositório de natureza histórica, nem de constituir nenhum procedimento para qualquer tipo de iniciação, ou práticas de superstição visando a obtenção de resultados ocultos.
3) Os elementos constantes do ritual contêm factores de evocação de práticas ancestrais imputáveis a remota origem celta, bem como de costumes de origem tradicional associadas à noite mais curta do ano (São João 24/Junho), prenúncio portanto do dia mais longo.
4) A decisão de levar por diante a evocação do Solstício de 2009, teve como ponto de partida a tertúlia sobre a teorização dos solstícios, realizada em 6/6/09, disponível aos interessados neste blog, e o interesse de um conjunto de membros da Tertúlia do Bar do Além, em realizar um exercício prático de uma cerimónia de evocação solsticial dita de mid summer.
1) O texto ritual recriado pelo Secretário da Tertúlia do Bar do Além, Luis Nandin de Carvalho, teve por base recolhas feitas na Internet, elementos de tradição oral de diversas origens, e o livro Os solstícios História e Actualidade de Jean Mabire e Pierre Vial (ed. Hugin, 1995).
2) Este documento nada tem de secreto nem tem a pretensão de constituir nenhum repositório de natureza histórica, nem de constituir nenhum procedimento para qualquer tipo de iniciação, ou práticas de superstição visando a obtenção de resultados ocultos.
3) Os elementos constantes do ritual contêm factores de evocação de práticas ancestrais imputáveis a remota origem celta, bem como de costumes de origem tradicional associadas à noite mais curta do ano (São João 24/Junho), prenúncio portanto do dia mais longo.
4) A decisão de levar por diante a evocação do Solstício de 2009, teve como ponto de partida a tertúlia sobre a teorização dos solstícios, realizada em 6/6/09, disponível aos interessados neste blog, e o interesse de um conjunto de membros da Tertúlia do Bar do Além, em realizar um exercício prático de uma cerimónia de evocação solsticial dita de mid summer.
5) Deste modo, deu-se conhecimento ao universo dos membros da Tertúlia deste projecto agendado para 27 de Junho, sábado, para o Alenquer Camping, onde efectivamente teve lugar com o seguinte programa:
- Dia 27 sábado a partir das 20h, chegada dos participantes inscritos préviamente, (maioritáriamnete vestidos de branco) recepção e secretariado com entrega do ritual e de uma vela/tocha a cada um.
- Dia 27 sábado a partir das 20h, chegada dos participantes inscritos préviamente, (maioritáriamnete vestidos de branco) recepção e secretariado com entrega do ritual e de uma vela/tocha a cada um.
- 20.15h início de jantar de barbecue volante (ágape) na esplanada da nogueira velha.
- Após o por do sol, deslocação dos participantes em cortejo de fila silenciosa, para a plataforma da cerimónia, seguindo o Mestre-de-cerimónias com o seu archote.
- Às 22.15h disposição dos participantes em círculo, à volta da pira de madeira, previamente arranjada.
- O Mestre Celebrante acompanhado de três Co-celebrantes assume a sua posição a Oriente ou nascente, (com uma mesa como altar) e os demais 3 nos outros pontos cardeais: Ocidente ou poente, Norte e Sul todos empunhando archotes. Forma-se assim um pentagrama com o Mestre de Cerimónias, com cinco pontas, no quadrado dos pontos cardeiais, inscrito no círculo dos participantes.
- A cerimónia de evocação do Solstício de Verão foi desenvolvida de acordo com o ritual abaixo, dado préviamente em versão perliminar aos participantes, ligeiramente diferente da versão definitiva agora reproduzida.
- O Mestre Celebrante acompanhado de três Co-celebrantes assume a sua posição a Oriente ou nascente, (com uma mesa como altar) e os demais 3 nos outros pontos cardeais: Ocidente ou poente, Norte e Sul todos empunhando archotes. Forma-se assim um pentagrama com o Mestre de Cerimónias, com cinco pontas, no quadrado dos pontos cardeiais, inscrito no círculo dos participantes.
- A cerimónia de evocação do Solstício de Verão foi desenvolvida de acordo com o ritual abaixo, dado préviamente em versão perliminar aos participantes, ligeiramente diferente da versão definitiva agora reproduzida.
O Mestre-de-cerimónias dirigiu a evocação com passos rituais, em esquadria, pontuada pelo bastão do archote.
Participaram na cerimónia mais de 60 participantes como testemunhas, e assistiram a ela vários espectadores que acorreram ao local
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RITUAL
ABERTURA
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RITUAL
ABERTURA
(já na plataforma da cerimónia, onde está a pira)
À chegada do cortejo dos participantes, conduzidos pelo Mestre de Cerimónias, com o seu archote aceso, estão já presentes revestidos por tunicas, e formando um quadrado (foi emitida música adequada, com trechos de Beethoven) :
À chegada do cortejo dos participantes, conduzidos pelo Mestre de Cerimónias, com o seu archote aceso, estão já presentes revestidos por tunicas, e formando um quadrado (foi emitida música adequada, com trechos de Beethoven) :
O celebrante do oriente, a nascente, com o archote apagado frente a um altar/mesa com 3 velas : vermelha, azul e verde, e 4 recipientes com sal, incenso, mirra e resina)
O celebrante do ocidente, a poente (archote apagado)
O celebrante a Norte (idem)
O cebrante a Sul) (idem)
- Mestre de Cerimónias (coloca-se ao lado do ponto a ocidente)
(com o seu archote aceso, simbólicamente a partir de um fogo do ano anterior)
- Minhas Senhoras e Senhores, Meus Irmãos
Neste final de um dos dias mais longo do Ano, e prenúncio da noite mais curta do ano, encontramo-nos aqui livremente para celebrar a Festa Solsticial de Verão, atravès de um Fogo de São João, ao fim de um ano de trabalho de trabalhos esementeiras, e em vésperas de colheitas.
Peço-vos que cada um queira tomar a sua vela/tocha em ambas as mãos, que será oportunamente alumiada, com transmisão do fogo do meu archote, e que participem neste grande círculo, por detrás dos celebrantes situados nos quatro pontos cardeais, formando um quadrado, e a distância cautelar , a fim de se evitarem incidentes.
(Pausa para os participantes munidos de velas formarem o Circulo, que de seguida são acesas através do archote do Mestre de Cerimónias, uma a uma, sem que os participantes saiam dos seus lugares,formando assim um anel de fogo)
Logo que sejam solicitados, vão testemunhar e participar em 3 fases sucessivas :
1) aproximar-se do grande fogo, para contribuirem, no final, com a vossa chama,
2) depois retomam o lugar no círculo a formarem uma cadeia de união, e
3) de seguida esta será transformada numa roda que girará tres vezes, num simbolismo que cada um interpretará para si como melhor entender!
Agradecemos a todos a vossa presença e a vossa participação interessada!
Agradecemos a todos a vossa presença e a vossa participação interessada!
CERIMONIA RITUAL
Mestre de Cerimónias.
- Com a transmissão do fogo esta formado o anel de fogo, do círculo das testemunhas e participantes da Festa Solstical do Verão deste ano!
- Celebrante do Oriente - Como foi formada esta Fogueira ?
- Celebrante do Sul – Foi com mãos humildes que recolheram da Mãe Terra os madeiros necessários a sua formação.
-C. do Oriente - Que dimensões tem a Fogueira ?
-C. do Norte -
-Três côvados de base,
- Quatro côvados de altura,
- Cinco côvados de diagonal
-C. do Oriente - Quem a protege?
-C. do Norte - Uma Imensa abóboda Celeste , cheia de estrelas!
-C. do Oriente -Está portanto sob protecção dos Espiritos Celestes ?
- Celebrante do Oriente - Como foi formada esta Fogueira ?
- Celebrante do Sul – Foi com mãos humildes que recolheram da Mãe Terra os madeiros necessários a sua formação.
-C. do Oriente - Que dimensões tem a Fogueira ?
-C. do Norte -
-Três côvados de base,
- Quatro côvados de altura,
- Cinco côvados de diagonal
-C. do Oriente - Quem a protege?
-C. do Norte - Uma Imensa abóboda Celeste , cheia de estrelas!
-C. do Oriente -Está portanto sob protecção dos Espiritos Celestes ?
-C Norte- Assim é, eles são os seus verdadeiros Protectores !
-C. do Oriente -Quem a guarda?
-C Norte - Cinco Grandes Archotes colocados à distância justa e que figuram assim, as Cinco Pontas Sagradas da Estrela.
P-C. do Oriente- Porquê?
Celebrante do Sul- Para que as Leis Celestes se reflictam sobre a Terra nas Leis dos homens, afim que aquilo que está em Baixo seja como aquilo que está em Cima.
-C. do Oriente. Que assim seja, é por isso que o traçado desta Cerimónia, e segundo a Palavra, é como a abóbada celeste em todas as suas partes.
Celebrante do Ocidente - Assim é, a fim que a Humanidade receba a Paz, e que a gloria dos pensamentos dos Homens permaneça em Harmonia.
Pausa
-C. do Oriente - Que o Céu se reflicta então sobre a Terra e que assim, e que no horizonte do Oriente, seja alumiada o primeiro Archote, a Nascente!
Mestre de Cerimonias dirige-se e alumia o Oriente, e retoma o seu lugar, e depois de chamado, dirige-se para Norte
-C. do Norte - Que o Oriente e o Ocidente se unam, e que assim, no horizonte Norte, seja alumiada o segundo Archote, a Norte!
-Mestre de Cerimónias alumia o Norte, retoma o seu lugar
depois de chamado, dirige-se para Sul
-C. do Sul - Afim que tudo seja perfeito do Ocidente ao Oriente, que seja alumiada o terceiro Archote, ao meio dia, a Sul!
Mestre de Cerimonias alumia o Sul, retoma o seu lugar
depois de chamado, dirige-se para Ocidente
C. do Ocidente -Que o Céu e a Terra se unam, e que assim, seja alumiada a quarta Tocha no horizonte a poente!
Mestre de Cerimonias alumia o Ocidente, depois dirige-se para o seu lugar
C. do Oriente - Que o Ocidente e o Oriente se unam agora, e que assim, no horizonte, do nascente ao poente, e do norte ao sul, fique completa a estrela do firmamento celeste.
È o momento de evocarmos os votos propiciatórios das três velas no altar :
Que o Mestre de cerimónias acenda e consagre a vela vermelha !
- Que esta vela fique acesa em recordação de todos os mortos/
das familias que nos precederam nesta terra/,
e sem os quais não seriamos quem somos
Que o Mestre de Cerimonias acenda e consagre a Vela Azul !
- Que esta vela fique acesa em testemunho e fidelidade/
Que o Mestre de Cerimonias acenda e consagre a Vela Azul !
- Que esta vela fique acesa em testemunho e fidelidade/
a todos os faniliares e amigos ausentes/
que nao podem estar aqui connosco nesta noite/,
mas que partilham a nossa fé no eterno retorno à Luz
Que o Mestre de cerimónias acenda a vela Verde !
- Que esta vela fique acesa na esperança que todas as crianças/
que nao podem estar aqui connosco nesta noite/,
mas que partilham a nossa fé no eterno retorno à Luz
Que o Mestre de cerimónias acenda a vela Verde !
- Que esta vela fique acesa na esperança que todas as crianças/
que vierem a nascer/
e possam perpetuar os nossos valores sob o fogo do sol !
C. Oriente -Que este simbolismo nos recorde o permanente combate diário da Luz sobre as Trevas.
C do Norte - Que esta nossa Noite não seja senão de Luz!
C do Oriente - No Inicio dos Tempos era a Lógica e a Lógica estava perto de Deus Criador, e a Logica éra o Criador. Estava no Início próximo do Criador.
Tudo foi feito por Ele, e nada do que foi criado foi feito sem Ele. Ele era a Vida, e a Vida era a Luz dos Homens.
E a Luz iluminava as Trevas, e as Trevas não a ocultavam.
C do Norte - Que todos aqui presentes e que nos circundam sejam animados, como nós assim estamos, de sentimentos fraternos, de uniao, de paz et de amor por todos os seres.
C do Sul- Que estes Archotes Misteriosos que vão embrasear-se neste Fogo, nos recordem que a Chama Espiritual que nos foi transmitida, nunca fique jamais extinta em nós !
C do Oriente - Que os Archotes nos iluminem na realização da nossa Obra comum
Demos, todos os celebrantes, um passo, com o pé direito, em direccção à fogueira !
Que estas Chamas nos inflamem de solidariedade no trabalho, pois que as Leis da Harmonia que regulam o Universo nos dão um tão admirável exemplo.
C do Norte -Que a Luz nos acompanhe !
C do Sul - Que a Alegria esteja nos corações!
C. do Oriente - Que a Fraternidade e a Solidariedade reinem para Sempre!
Todos juntos, queiram proclamar em alegria comigo:
Vivat, Vivat, semper Vivat
-Todos :
C. Oriente -Que este simbolismo nos recorde o permanente combate diário da Luz sobre as Trevas.
C do Norte - Que esta nossa Noite não seja senão de Luz!
C do Oriente - No Inicio dos Tempos era a Lógica e a Lógica estava perto de Deus Criador, e a Logica éra o Criador. Estava no Início próximo do Criador.
Tudo foi feito por Ele, e nada do que foi criado foi feito sem Ele. Ele era a Vida, e a Vida era a Luz dos Homens.
E a Luz iluminava as Trevas, e as Trevas não a ocultavam.
C do Norte - Que todos aqui presentes e que nos circundam sejam animados, como nós assim estamos, de sentimentos fraternos, de uniao, de paz et de amor por todos os seres.
C do Sul- Que estes Archotes Misteriosos que vão embrasear-se neste Fogo, nos recordem que a Chama Espiritual que nos foi transmitida, nunca fique jamais extinta em nós !
C do Oriente - Que os Archotes nos iluminem na realização da nossa Obra comum
Demos, todos os celebrantes, um passo, com o pé direito, em direccção à fogueira !
Que estas Chamas nos inflamem de solidariedade no trabalho, pois que as Leis da Harmonia que regulam o Universo nos dão um tão admirável exemplo.
C do Norte -Que a Luz nos acompanhe !
C do Sul - Que a Alegria esteja nos corações!
C. do Oriente - Que a Fraternidade e a Solidariedade reinem para Sempre!
Todos juntos, queiram proclamar em alegria comigo:
Vivat, Vivat, semper Vivat
-Todos :
Vivat, Vivat, semper Vivat
C. do Oriente Que acendamos a Fogueira !
,C. do Oriente, Norte, Sul, Ocidente e Mestre de Cerimónias, ateiam a fogueira e regressam aos seus lugares.
PAUSA :E logo que as chamas se ateiem na grande fogueira:
- C. do Oriente Que seja lançado o insenso, a resina e a mirra.
C. do Oriente Que acendamos a Fogueira !
,C. do Oriente, Norte, Sul, Ocidente e Mestre de Cerimónias, ateiam a fogueira e regressam aos seus lugares.
PAUSA :E logo que as chamas se ateiem na grande fogueira:
- C. do Oriente Que seja lançado o insenso, a resina e a mirra.
Mestre de Cerimónias deita (pausadamnte) o insenso, a resina e a mirra
C. do Oriente - Como desde os séculos dos séculos, desde o tempo dos santuários, o Fogo Sagrado flua perante o Senhor da Eternidade,
Que este Fogo, e estes perfumes olorosos purifiquem e envolvam todo o nosso ser!
Que as nossas inteligencias se desenvolvam, e que os espiritos dominem sem cessar em nós os impulsos materiais inferiores
Que as nossas alegrias sejam apenas as do SER e do ESPIRITO!
Que a todos nós seja possivel sermos tão felizes cá em Baixo, como tal seja possivel ao Homem desejar lá em Cima.
Mestre de Cerimónias -Que o Fogo receba também o Sal, simbolo da amizade duradoura, e da imortalidade!
Mestre de Cerimónias deita sal (grosso) na Fogueira
- Celebrante do Oriente:
Que as chamas dancem alto,
E reaqueçam os nosso corações
Que as centelhas irrompam,
E tragam luz ás nossas almas.
Que as crepitações nos despertem,
Que os nosso votos e desejos se realizem,
Que o fumo suba alto
Em direcção ao criador
No céu estrelado
Que as bençãos celestes recaiam sobre nós !
- Guardemos um minuto de silencio para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.
Mestre de Cerimónias - Que se aproximem todos os celebrantes e juntem a sua chama à de todos nós!
- Que cada um venha dos seus pontos cardeais juntar o seu lume, antes da benção da evocação final concedida, para que os desejos e os votos de todas as almas sejam admitidos.
Os celebrantes um a um, à excepção do Mestre de Cerimónias atiram ou colocam ordenamente os seus archotes na Fogueira, sendo o Ultimo o Celebrante do Oriente, que além do seu archote atira ou coloca a vela vermelha, a azul e a verde retirando-as do altar,
Mestre de cerimónias- que se aproximem todos os participantes e testemunhas juntem a sua chama a de todos nós!
Todos Os PARTICIPANTES DEITAM/depositam as suas velas sobre a Fogueira, (e formulam os eu voto ou desejo) e depois retomam o circulo por detras dos celebrantes.
Mestre de cerimónias : - Guardemos um minuto de silencio para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.
C. do Oriente Que estas brasas, antes de desaparecerem, deixem nos nossos corações o Fogo do seu poder e da sua Força !
(curta pausa)
Formemos a Cadeia de União !
Mestre de Cerimónias ( sempre com o archote aceso) :
conduz a formação de Uma Cadeia Longa ( de mãos dadas) que, liderada pelo Celebrante do Orientel, que como uma roda, dará tres voltas dextorsum, com epicentro na Fogueira, com início pelo Oriente, e retoma a este lugar, depois de passar pelos outros pontos cardeais.
Todos os celebrantes tomam parte nesta cadeia de união.
Mestre de Cerimónias : - vamos inciar as nossas três viagens!
No início da 1ª volta, o Mestre de Cerimómias proclama:
- Esta primeira viagem recorda-nos a fase de aprendizagem das nossas vidas. Relembra-nos a infância, hesitantes no caminho a prosseguir em que a mão do nosso próximo é o conforto minimo em que se pode confiar o sentido da nossa marcha pelo mundo.
No início da segunda volta o Mestre de Cerimónias proclama:
-Esta segunda viagem representa a nossa idade activa de companheiros, ja podemos pelo saberadquirido confiar nas mãos dos que nso precedem ou que nos seguem em companhia, e por isso, mais confiantes, ja pouco hesitamos nos nossos passos.
No incío da terceira volta, O Mestre de Cerimónias proclama:
- Esta terceira e ultima viagem simboliza o grau de maturidade e mestria que podemos alcançar, os nossos passos são mais rápidaos e acham-se mais soltos, já podemos auxiliar aprendizes e companheiros, pois só se tramsnite o que se adquire!
Evocação Final
Terminada a terceira volta, a cadeia fica estática, no seu ponto de partida, mantendo-se todos de mãos dadas
Mestre de cerimónias - Meus Irmãos.. e meus AMIGOS.., congratulemo-nos pela cerimonia que cumprimos lealmente.
Que o símbolo das chamas que fizemos reviver, nos conduza por cada um dos dias vindouros para a Perfeição do nosso Trabalho.
Fiquemos Fortalecidos nos nossos corações pelo Amor do nosso próximo, e pelo sentimento de cumprimento dos nossos Deveres, como nós nos devotamos ao serviço da Verdade.
Que as nosssas futuras Festas Solsticiais do Fogo de São João sejam cada vez mais afirmadas pela união, e pela vontade de sermos uteis aos nossos semelhantes.
Que sejam para sempre um espaço de Paz e de Harmonia, e que a Cadeia das nossas mãos seja, a partir de agora, tão forte entre nós que nada possa, nunca a quebrar.
PAUSA de Poucos instantes
Celebrante do Oriente Rompamos a Cadeia de União !
Acompanhem-me ao meu ritmo : largam as mãos, Levantam os 2 braços ao ceu, e depois deixam-nos cair ao longo do corpo com uma palmada seca
(curta pausa, mantendo-se a formação do círculo)
Celebrante do oriente : A que momento devem os fogos de São João estar findos?
C do Norte - É meia Noite ! O momento chegou !
Celebrante do Oriente - Porque assim é, antes de nos separarmos com ordem e harmonia, que ressoe uma ultima vez na noite, o nosso sinal de alegria:
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos :
Evocação Final
Terminada a terceira volta, a cadeia fica estática, no seu ponto de partida, mantendo-se todos de mãos dadas
Mestre de cerimónias - Meus Irmãos.. e meus AMIGOS.., congratulemo-nos pela cerimonia que cumprimos lealmente.
Que o símbolo das chamas que fizemos reviver, nos conduza por cada um dos dias vindouros para a Perfeição do nosso Trabalho.
Fiquemos Fortalecidos nos nossos corações pelo Amor do nosso próximo, e pelo sentimento de cumprimento dos nossos Deveres, como nós nos devotamos ao serviço da Verdade.
Que as nosssas futuras Festas Solsticiais do Fogo de São João sejam cada vez mais afirmadas pela união, e pela vontade de sermos uteis aos nossos semelhantes.
Que sejam para sempre um espaço de Paz e de Harmonia, e que a Cadeia das nossas mãos seja, a partir de agora, tão forte entre nós que nada possa, nunca a quebrar.
PAUSA de Poucos instantes
Celebrante do Oriente Rompamos a Cadeia de União !
Acompanhem-me ao meu ritmo : largam as mãos, Levantam os 2 braços ao ceu, e depois deixam-nos cair ao longo do corpo com uma palmada seca
(curta pausa, mantendo-se a formação do círculo)
Celebrante do oriente : A que momento devem os fogos de São João estar findos?
C do Norte - É meia Noite ! O momento chegou !
Celebrante do Oriente - Porque assim é, antes de nos separarmos com ordem e harmonia, que ressoe uma ultima vez na noite, o nosso sinal de alegria:
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos :
Vivat, Vivat, semper Vivat
No final.......................o mestre de cerimonias empunhando o seu archote aceso, forma, sob a música da ode à alegria de Beethoven, o cortejo dos celebrantes e participantes, para em coluna abandonarem em silencio a plataforma da cerimonia, e regressaram em fila à esplanada do agape.
No final.......................o mestre de cerimonias empunhando o seu archote aceso, forma, sob a música da ode à alegria de Beethoven, o cortejo dos celebrantes e participantes, para em coluna abandonarem em silencio a plataforma da cerimonia, e regressaram em fila à esplanada do agape.



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