Monday, June 21, 2010

Novo ritual para a celebração do Solsticio e Fogo de São João, do I decénio do III Milénio, a 26 de Junho


Ritual de Celebração do Solstício de Verão do décimo decénio
do III Milénio, dia 26 Junho, sábado

(na Tertúlia do Bar do Além, Alenquer. Local: Jardins e esplanada do Alenquer Camping)

Mestres celebrantes:

Norte- Tereza del Pilar
Sul- Ana Maria Sibila
Ocidente - Felício Correia
Mestre de Cerimónias- Nandin de Carvalho 

Música. A ode à Alegria do Cirq du Soleil, é a referência para este ano.
Notas e advertências:


1) O texto ritual recriado pelo Secretário da Tertúlia do Bar do Além, Luis Nandin de Carvalho, teve por base recolhas feitas na Internet, elementos de tradição oral de diversas origens, e na sua versão anterior de 2009, que se  acha publicada no blog da tertúlia em:


2) Este documento nada tem de secreto, nem tem a pretensão de constituir nenhum repositório de natureza histórica, nem de constituir nenhum procedimento para qualquer tipo de iniciação, ou de práticas de superstição visando a obtenção de resultados ocultos. Serve apenas o interesse de um conjunto de membros da Tertúlia do Bar do Além, em realizar um exercício prático de uma cerimónia "branca", mas simbólica, de celebração solsticial, dita de mid summer.


3) Os elementos constantes do ritual contêm factores de evocação de práticas ancestrais imputáveis a remota origem celta, bem como de costumes de origem tradicional associadas à noite mais curta do ano (São João 24/Junho), prenúncio portanto do dia mais longo. Podem ser-lhes atribuído o significado profano a gosto de cada um, ou para os iniciados, aquele que a respectiva sensibilidade espiritual o permitir. Ou seja para além da expressão exteriorizada ou exotérica da celebração do Solsticio, cada um escolherá para si o seu significado esotérico e interior.

Programa Indicativo exclusivo para os membros da Tertúlia atempadamente inscritos

- Dia 26 de Junho, sábado a partir das 19.45h, chegada dos participantes inscritos previamente, (maioritariamente vestidos de branco) recepção no secretariado com entrega do ritual, e de uma vela/tocha a cada um (pagamento da inscrição de 17.50€ por pessoa).
- 20.15h início de jantar de barbecue volante (ágape) na esplanada da nogueira velha.
- Após o por do sol, após uma nota oral explicativa, dá-se a deslocação dos participantes em cortejo de fila singular e silenciosa, para a ascensão à plataforma da cerimónia, seguindo o Mestre-de-cerimónias com o seu archote aceso.
- Às 22.15h disposição dos participantes em círculo, à volta da pira de madeira, previamente arranjada.

- O Mestre Celebrante acompanhado de três Co-celebrantes assume a sua posição a Oriente ou nascente, (com uma mesa como altar dos perfumes) e os demais 3 nos outros pontos cardeais: Ocidente ou poente, Norte e Sul todos empunhando archotes. Forma-se assim um pentagrama, com o Mestre-de-cerimónias, com cinco pontas, e no quadrado dos pontos cardeais, inscrito no círculo dos participantes. Conjuga-se pois a geometria dos triângulos, com a do quadrado e com a do círculo.

O Mestre-de-cerimónias dirige a celebração com passos rituais, em esquadria, pontuados pelo bastão do archote e no sentido sinistorsum, pois no hemisfério norte, o périplo do Sol desenvolve-se de direita para a esquerda, face ao Norte magnético. 

************************************RITUAL ABERTURA**********

(já na plataforma da cerimónia, onde está a pira)



À chegada do cortejo dos participantes, conduzidos pelo Mestre de Cerimónias, com o seu archote aceso, no fogo do ano anterior, estão já presentes na plataforma, os 4 Mestres Celebrantes, com os archotes apagados, nos pontos cardeais, revestidos por túnicas negras, e formando um quadrado (em 2009 foi emitida música adequada, com trechos do Hino à alegria de Beethoven) :


O Mestre celebrante do oriente, a nascente, com o archote apagado frente a um altar/mesa com 3 velas : vermelha, azul e verde, e 4 recipientes com sal, incenso, mirra e resina.

O 2º Mestre celebrante do ocidente, a poente
O 3º Mestre celebrante a Norte
O 4º mestre celebrante a Sul

- Mestre de Cerimónias -coloca-se ao lado do ponto a ocidente, constituindo o vértice do 2º triangulo que compõe o pentagrama, com o seu archote aceso, (simbolicamente a partir de um fogo do ano anterior)

Mestre de Cerimónias -Minhas Senhoras e Senhores, Meus Irmãos e amigos!

Proclamo que neste final de um dos dias mais longos do Ano, e prenúncio da noite mais curta deste décimo ano do III Milénio, nos encontramos aqui livremente, para celebrar a Festa Solstícial de Verão, através de um Fogo de São João, e ao fim de um ano de trabalhos e sementeiras, e em vésperas de colheitas.

Convido-vos pois a cada um, que queira tomar a sua vela/tocha em ambas as mãos, que será oportunamente alumiada, com transmissão do fogo do meu archote, e que participem neste grande círculo, por detrás dos celebrantes situados nos quatro pontos cardeais, formando um quadrado, neste pentagrama, e a distância cautelar, a fim de se evitarem incidentes.


(Pausa, para os participantes munidos de velas formarem o Circulo, que de seguida são acesas através do archote do Mestre de Cerimónias, uma a uma, sem que os participantes saiam dos seus lugares, formando assim um anel de fogo)


Mestre de Cerimónias -Logo que sejam solicitados, agora que todas as testemunhas têm a chama dos seus espíritos identificadas pelo fogo que receberam, vão participar activamente em 3 fases sucessivas ao meu exemplo, e a seu tempo quando for anunciado:

1) Aproximarem-se do grande fogo, para a ele se associarem, no final, com a vossa chama,
2) Formarem e integrarem uma cadeia de união, e
3) De seguida participarem nesta, que será transformada numa roda da vida, e que girará três vezes, num simbolismo de três viagens, que cada um interpretará para si, como melhor entender!

Agradecemos a todos a vossa presença e a vossa participação interessada!



……………………………………CERIMONIA RITUAL………………………………………….

Mestre de Cerimónias.

- Proclamo aos quatro pontos cardeais, que com a transmissão das chamas está formado o anel de fogo, do círculo das testemunhas, e participantes da Festa Solstícial do Verão deste décimo ano do terceiro milénio!

- Mestre Celebrante do Oriente - Como foi formada esta Pira de fogueira ?

- Mestre Celebrante do Sul – Foi com mãos humildes que recolheram da Mãe Terra os madeiros necessários a sua formação.


-Mestre Celebrante do Oriente - Que dimensões tem a Fogueira ?

-Mestre Celebrante do Norte -
-Três côvados de base,
- Quatro côvados de altura,
- Cinco côvados de diagonal

- Mestre Celebrante do Oriente - Quem a protege?
- Mestre celebrante do Norte - Uma Imensa abóbada Celeste , cheia de estrelas!

- Mestre Celebrante do Oriente -Está portanto sob protecção dos Espíritos Celestes ?


- Mestre Celebrante do Norte -Assim é, eles são os seus verdadeiros Protectores !

- Mestre Celebrante do Oriente -Quem a guarda?

- Mestre Celebrante do Norte - Cinco Grandes Archotes colocados à distância justa, e que figuram assim, as Cinco Pontas Sagradas da Estrela.


- Mestre Celebrante do Oriente - Porquê?


- Mestre Celebrante do Sul - Para que as Leis Celestes se reflictam sobre a Terra, nas Leis dos homens, afim que aquilo que está em Baixo seja como aquilo que está em Cima.

- Mestre Celebrante do Oriente - Que assim seja, é por isso que o traçado desta Cerimónia, e segundo a Palavra trasnmitisa, é como a abóbada celeste em todas as suas partes.

- Mestre Celebrante do Ocidente - Assim é, a fim que a Humanidade receba a Paz, e que a glória dos pensamentos dos Homens permaneça em Harmonia.



Pausa

- Mestre Celebrante do Oriente - Que o Céu se reflicta então sobre a Terra, e que assim, no horizonte do Oriente, seja alumiado o primeiro Archote, a Nascente!

Mestre de Cerimonias dirige-se em esquadria, no sentido idêntico ao périplo da luz solar, alumia o Oriente, e retoma o seu lugar,

Mestre Celebrante do Oriente - Mestre de Cerimónias, alumia os pontos cardeais como o sol percorre o arco da abóbada celeste, sucessivamente o Norte, o Sul ou Meio Dia, e o Ocidente ou poente.

- Mestre Celebrante do Norte - Que o Oriente e o Ocidente se unam, e que assim, a Boreal, no horizonte Norte, seja alumiado o segundo Archote!

-Mestre de Cerimónias alumia o Norte, retoma o seu lugar, e depois de chamado, pelo Celebrante do Oriente, dirige-se para Sul

Mestre Celebrante do Oriente - Mestre de cerimónias alumia agora o Sul!

- Mestre Celebrante do do Sul - Afim que tudo seja perfeito do Ocidente ao Oriente, que seja alumiada o terceiro Archote, ao Meio Dia, a Sul!

Mestre de Cerimonias alumia o Sul, retoma o seu lugar, e depois de chamado, dirige-se para Ocidente

Mestre Celebrante do Ocidente - -Que o Céu e a Terra se unam, e que assim, seja alumiada a quarta Tocha no horizonte, a poente!

Mestre de Cerimonias em silêncio, alumia o Ocidente, depois retoma o seu lugar.

Mestre Celebrante do Oriente - Que o Ocidente e o Oriente se unam agora, e que assim, no horizonte, do nascente ao poente, e do norte ao sul, fique completa e visível a Estrela Sirius de cinco pontas, no firmamento celeste.
.

- È chegado o momento de invocarmos os votos propiciatórios das três velas no altar :

-Mestre Celebrante do Oriente -Que o Mestre de Cerimónias acenda e consagre a vela vermelha !

- Mestre Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela vermelha fica acesa em recordação de todos os mortos/ das famílias que nos precederam nesta terra/ e sem os quais não seriamos quem somos!

Mestre Celebrante do Oriente - Que o Mestre de Cerimonias acenda e consagre a Vela Azul !

- Mestre Cerimónias - Anuncio-vos que esta vela azul fica acesa em testemunho e fidelidade/a todos os familiares e amigos ausentes/que não podem estar aqui connosco nesta noite/mas que partilham a nossa fé no eterno retorno à Luz


Mestre Celebrante do Oriente - Que o Mestre de cerimónias acenda a vela Verde !



Mestre de Cerimónias -Anuncio-vos que esta vela verde fica acesa na esperança que todas as crianças/que vierem a nascer/ possam perpetuar os nossos valores sob o fogo do Sol !

Mestre de cerimónias regressa ao seu lugar


Mestre Celebrante do Oriente – Proponho que este simbolismo seja reconhecido, e nos recorde o permanente combate diário da Luz sobre as Trevas!

Mestre Celebrante do Norte - ! Que esta nossa Noite não seja senão, -de Luz!


Mestre Celebrante do Oriente - No Início dos Tempos era a Lógica/, e a Lógica estava perto de Deus Criador/, e a Lógica era o Criador./ Estava no Início próximo do Criador.


Mestre Celebrante do Ocidente - Tudo foi feito por Ele/, e nada do que foi criado foi feito sem Ele/. Ele era a Vida/, e a Vida era a Luz dos Homens/. E a Luz iluminava as Trevas,/ e as Trevas não a ocultavam.


Mestre Celebrante do Norte - Que todos aqui presentes/, e que nos circundam sejam animados/, como nós assim estamos/, de sentimentos fraternos, /de união, de paz e de amor /por todos os seres.



Mestre Celebrante do Sul - Que estes Lumes e Archotes Misteriosos/ que vão inflamar-se em breve neste Fogo,/ nos recordem que a Chama Espiritual que nos foi transmitida/, nunca fique jamais extinta em cada um de nós !



Mestre Celebrante do Ocidente - Que os Archotes nos iluminem na realização da nossa Obra comum.

Mestre Celebrante do Oriente - - Demos, todos os celebrantes, um passo, com o pé direito, em direcção à fogueira !



- Que estas Chamas nos inflamem de solidariedade no trabalho, pois que as Leis da Harmonia que regulam o Universo nos dão um tão admirável exemplo.

Mestre Celebrante do Norte -Que a beleza da Luz nos acompanhe!

Mestre Celebrante do Sul - Que a harmonia da Alegria esteja nos corações!

Mestre Celebrante do Ocidente –Que a justiça reine entre os Homens

Mestre Celebrante do Oriente - Que a força da Fraternidade e da Solidariedade reinem para Sempre!



E convido todos juntos, que queiram proclamar em alegria, comigo por três vezes três!


Todos:
Vivat, Vivat, semper Vivat-
Todos:
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos:
Vivat, Vivat, semper Vivat

Mestre Celebrante do Oriente Ao meu exemplo que os celebrantes acendam a Fogueira !

Mestres Celebrantes do Oriente, Norte, Sul, Ocidente e Mestre de Cerimónias, ateiam a fogueira com as suas tochas e regressam aos seus lugares.



PAUSA ..........(E logo que as chamas se ateiem na grande fogueira):



- Mestre Celebrante do Oriente - Que seja lançado o incenso, a resina e a mirra.


- Mestre de Cerimónias  (toma pausadamente cada um dos recipientes)

- e anuncia:


- Deito ao fogo o incenso, para perfumar a elevação dos nossos espíritos



- Deito ao fogo a mirra, para agradar aos espíritos dos que nos precederem



- Deito ao fogo a resina, para consagrar este momento à sabedoria e à justiça



– Mestre Celebrante do Oriente

- Como desde os séculos dos séculos,/ desde o tempo dos santuários,/ o Fogo Sagrado flua perante o Senhor da Eternidade,



- Que este Fogo,/ e estes perfumes olorosos purifiquem/ e envolvam todo o nosso ser!



- Que as nossas inteligências se desenvolvam,/ e que os espíritos dominem sem cessar,/ em nós, /os impulsos materiais inferiores



- Que as nossas alegrias sejam apenas/ as do SER e do ESPIRITO!



- Que a todos nós seja possível/ sermos tão felizes cá em Baixo,/ como tal seja possível ao Homem/ desejar lá em Cima.



Mestre de Cerimónias -Que o Fogo receba também o Sal, simbolo da amizade duradoura, e da imortalidade! ( deita o sal grosso) na Fogueira.

- Mestre Celebrante do Oriente


Que as chamas dancem alto,



E reaqueçam os nosso corações



Que as centelhas irrompam,



E tragam luz ás nossas almas.



Que as crepitações nos despertem,



Que os nossos votos e desejos se realizem,



Que o fumo suba alto



Em direcção ao criador,



No céu estrelado.



Que as bênçãos celestes recaiam sobre todos nós !



- Mestre Celebrante do Oriente -Guardemos um minuto de silêncio /para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.



Mestre de Cerimónias - Que se aproximem todos os celebrantes/ e testemunhas/ e juntem a sua chama, à de todos nós!



- Que cada um venha dos seus pontos cardeais/ juntar o seu lume,/ antes da bênção da evocação final concedida,/ para que os desejos e os votos de todas as almas/ sejam admitidos.



- que se aproximem todos os participantes/ e testemunhas,/ que juntem a sua chama a de todos nós/ e que nesse momento formulem um desejo,/ ou um voto, ou uma promessa/ que esperam, seja cumprido

(Os celebrantes um a um, à excepção do Mestre de Cerimónias colocam ordeiramente os seus archotes na Fogueira, sendo o último o Celebrante do Oriente, que além do seu archote atira ou coloca a vela vermelha, a azul e a verde, retirando-as do altar)

Mestre de cerimónias : - Guardemos agora mais um minuto de silêncio inspirador/ para contemplarmos as chamas interiores e exteriores que nos animam.



Mestre Celebrante do Oriente - Que estas brasas, antes de desaparecerem, deixem nos nossos corações o Fogo do seu poder e da sua Força !



(curta pausa)

Mestre de Cerimónias ( sempre com o archote aceso) : - Formemos a Cadeia de União !

- conduz a formação de Uma Cadeia Longa ( de mãos dadas) que, liderada pelo Celebrante do Oriente, como uma roda, dará três voltas dextorsum, na busca da luz do Oriente, com epicentro na Fogueira, e com início pelo Oriente, e retorna a este lugar, depois de passar pelos outros pontos cardeais. Todos os celebrantes tomam parte nesta cadeia de união.

Mestre de Cerimónias : (que não integra a cadeia e que circulará no seu interior) - vamos todos agora iniciar as nossas três viagens simbólicas da Roda Viva (Roda da Vida)!



No início da 1ª volta, o Mestre de Cerimónias proclama:

- Esta primeira viagem recorda-nos/ a fase de aprendizes das nossas vidas./ Relembra-nos a infância, /hesitantes no caminho a prosseguir, /em que a mão do nosso guia próximo / é o conforto mínimo/ e em quem se pode confiar o sentido da nossa marcha/ pelo mundo.

No início da segunda volta o Mestre de Cerimónias proclama:

-Esta segunda viagem representa a nossa idade activa/ de companheiros,/ já podemos pelo pouco saber adquirido/ confiar nas mãos dos que nos precedem,/ ou que nos seguem em companhia,/ e por isso, mais confiantes, /já pouco hesitámos nos nossos passos.



No inicio da terceira volta, O Mestre de Cerimónias proclama:

- Esta terceira e última viagem/ simboliza o grau de maturidade e mestria/ que podemos alcançar,/ os nossos passos são mais rápidos,/ e acham-se mais soltos e lestos,/ já podemos auxiliar aprendizes e companheiros,/ pois só se transmite o que antes se adquire!




Evocação Final

Mestre de Cerimónias -Terminada a terceira volta, a cadeia fica estática, no seu ponto de partida, mantendo-se todos (numa nova cadeia) com as mãos esquerdas no ombro direito da testemunha da esquerda, e com a mão direita sobre o próprio coração, em sinal de felicidade, fidelidade e comunhão, constituindo-se assim, uma corrente solidária e purificadora de energia positiva!



- Meus Irmãos.. e meus Amigos.., congratulemo-nos pela cerimonia que cumprimos com rigor, ritual e lealmente.

-Que o símbolo das chamas que fizemos reviver,/ nos conduza por cada um dos dias vindouros/ para a Perfeição do nosso Trabalho.

-Fiquemos fortalecidos nos nossos corações/ pelo Amor do nosso próximo,/ e pelo sentimento de fidelidade no cumprimento dos nossos Deveres de consciência,/ como nós nos devotamos ao serviço da Verdade.

-Que as nossas futuras Festas/ de celebração dos Solstícios e do Fogo de São João,/ sejam cada vez mais afirmadas pela vossa união,/ e pela vontade de sermos úteis aos nossos semelhantes.



- Que elas sejam para sempre/ um espaço de Paz, (de Harmonia,/ e de Tolerância fraterna,/ e que a Cadeia das nossas mãos e corações/ seja, a partir de agora,/ tão forte entre nós,/ que nada possa,/ nunca a quebrar.



............



PAUSA de Poucos instantes

Mestre Celebrante do Oriente - Rompamos a Cadeia de União ao meu exemplo! ( e explica)


- Acompanhem-me ao meu ritmo : desfazem a cadeia e soltam as mãos, levantam os 2 braços ao céu, e depois deixam-nos cair ao longo do corpo com uma palmada seca. Todos ao mesmo tempo!
…………………….


(curta pausa, mantendo-se a formação do círculo)


Mestre Celebrante do Oriente - A que momento devem os fogos de São João estar findos no Solstício?

Mestre Celebrante do Ocidente - É meia Noite ! O momento chegou !

Mestre Celebrante do Oriente - Porque assim é, antes de nos separarmos com ordem e harmonia, que ressoe uma ultima vez na noite, o nosso triplo sinal de alegria:

-Todos, e três vezes três!


Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos :
Vivat, Vivat, semper Vivat
Todos
Vivat, Vivat, semper Vivat

(final)

O Mestre de cerimónias: empunha o seu archote aceso, e sob a música de uma ode à alegria (de Beethoven, ou do Cirq du Soleil) conduz o cortejo dos Mestre Celebrantes, e Testemunhas participantes, para em coluna individual, abandonarem em silêncio a plataforma da cerimonia, e descerem para regressaram em fila e à esplanada da Nogueira Velha, do ágape.

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